
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Dispositivo de Protecção e Socorro da Serra da Estrela termina funções

Bombeiros de Seia promovem este fim-de-semana a 4ª RoTTa BVS
Bombeiros Voluntários de Almeirim assinam protocolo com Lusosem

Liga dos Bombeiros distingue Câmara de Vila Nova de Poiares

Jaime Soares, presidente da Câmara de Vila Nova de Poiares, soube ontem da notícia através do Diário de Coimbra e sublinhou, inclusive, desconhecer por completo que a direcção dos Bombeiros de Poiares, corporação da qual é comandante, tivesse manifestado «essa vontade à Liga, considerando a Câmara uma entidade merecedora de qualquer agradecimento».
Mas, “surpresas à parte”, o autarca afirma que a atribuição desta menção honrosa é «sempre uma notícia agradável». Todavia, não deixa de dar conta que espera que esta decisão, tomada pelo Júri Nacional do Prémio, que reuniu na passada terça-feira, na sede da Liga, em Lisboa, seja «exclusivamente fundamentada no rigor dos regulamentos e nunca em qualquer outra situação». Reconhecendo o mais do que público envolvimento, que desde há largos anos assume no que aos bombeiros voluntários diz respeito, e uma vez que «sou uma pessoa ligada ao sector», Jaime Soares deixa claro, desde já que, se se aperceber que tenha «havido qualquer movimentação ou influência nesse sentido», rejeita qualquer distinção. E assumiu, ontem ao Diário de Coimbra, que não vai receber o prémio. «Será a vice-presidente da Câmara de Vila Nova de Poiares, dr.ª Deolinda Gonçalves que vai receber a menção honrosa», afirma, adiantando que «poderei estar na cerimónia, e certamente irei lá estar, mas como bombeiro, não como presidente da Câmara Municipal».
Verdade é que esta distinção reconhece eventualmente um dos poucos autarcas do país que acumula, há largos anos, as funções e presidente da autarquia e também o comando da corporação, cargo ao qual soma, entre outros, também a responsabilidade da Federação de Coimbra dos Bombeiros Voluntários. Mais que isso, Jaime Soares tem-se afirmado como uma voz crítica no que aos bombeiros diz respeito e inclusive, antes do presidente da Liga, Duarte Caldeira, ter anunciado a seu recandidatura ao cargo, equacionou mesmo a possibilidade de avançar para a liderança da Liga Portuguesa dos Bombeiros Portugueses.
“Último Moicano”
Entre os Bombeiros e a Câmara, afirma quem o conhece que Jaime Soares vive dividido “entre dois amores” e o voluntariado é, em seu entender, um «valor que tem de ser preservado». E por isso afirma-se como uma voz crítica relativamente a um conjunto de atitudes e cedências que têm vindo a ser feitas e que, em seu entender, constituem uma «ameaça ao futuro do voluntariado», uma «mais-valia dos bombeiros portugueses» que, sendo colocada em causa representa, para Jaime Soares, a «perda de um dos maiores valores da sociedade portuguesa». «O voluntariado não está esgotado», garante, considerando que «poderei ser o último Moicano, mas vou continuar, onde e como puder, a fazer ouvir a minha voz em sua defesa». Aliás, uma das suas últimas “guerras” prendeu-se com o acordo colectivo de trabalho que a Liga fez com a Associação Nacional de Bombeiros Profissionais e com o sindicato, organismos que, afirma, «dão beijos de crocodilo», pois o seu objectivo é «destruir os bombeiros voluntários e a Liga tem responsabilidade nisso».
Críticas à parte, Jaime Soares reconhece que a Câmara de Vila Nova de Poiares «tem feito tudo o que nos é possível para potenciar o voluntariado», o que se justifica pela «importância que tem na defesa da vida das populações e dos seus bens». E deixa um alerta em relação a outras autarquias: «devem estar atentas e entender a importância acrescida dos bombeiros voluntários».
Foram quatro as autarquias candidatas
Vila Nova de Poiares, Odemira, Figueiró dos Vinhos e Ponte de Lima foram as quatro autarquias candidatas ao prémio instituído pela Liga dos Bombeiros Portugueses. A informação foi confirmada ontem ao Diário de Coimbra pelo presidente da Liga, Duarte Caldeira. Aquele responsável esclarece que as autarquias constituem um dos itens do Prémio Bombeiro de Mérito, que a Liga instituiu há 10 anos. As propostas são dirigidas à Liga pelas associações e corpos de bombeiros suas filiadas e o objectivo do prémio é «distinguir as câmaras municipais que atribuem às associações e corpos de bombeiros da sua área de jurisdição apoio continuado no tempo», explica Duarte Caldeira, esclarecendo que esse apoio pode ser de carácter económico e financeiro, mas também através de outras benesses que as autarquias podem instituir, por exemplo relativamente a taxas e licenças, beneficiando as associações de bombeiros e seus associados.
Duarte Caldeira, que também fez parte do júri, disse ao Diário de Coimbra que as autarquias de Poiares e Odemira «estavam muito iguais», nos diferentes parâmetros de avaliação, especialmente no que concerne ao apoio prolongado no tempo, ao longo de muitos anos». «Estas duas câmaras destacaram-se pelo apoio continuado no tempo ao longo de muitos anos», refere o presidente da Liga, justificando a atribuição “ae aequo” da menção honrosa aos dois municípios.
A Liga vai ainda distinguir o presidente da direcção dos Bombeiros da Aguda, o comandante dos Voluntários Madeirenses, o Sistema Integrado Multimunicipal de Águas Residuais da Península de Setúbal (personalidade empresarial ou empresa) e Mariana Silva Cruz (personalidade da sociedade portuguesa).
Diário de Coimbra
Baptismo de três ambulâncias marcou aniversário dos Bombeiros da Chamusca

Sessenta anos de vida mereceram uma comemoração mais afectiva por parte dos responsáveis da associação. Para padrinhos de baptismo foram convidadas duas pessoas ligadas a famílias de destaque na vida dos bombeiros e o representante de uma empresa que tem colaborado intensamente com a associação.
Elvira Freitas é sócia da associação desde a primeira hora. Irene Brogueira é filha do antigo comandante dos bombeiros Júlio Moreira e da esposa Elvira Brogueira, que se destacou como bombeira sem farda. Rui Cardoso é gerente de uma empresa da zona de Sintra que tem oferecido desinteressadamente vários materiais à corporação.
A festa foi bonita e na cerimónia solene, que contou com a presença da governadora civil de Santarém, Sónia Sanfona, deu para perceber que os Bombeiros da Chamusca estão de boa saúde e em fase de crescimento a todos os níveis: tem 53 elementos no corpo activo, uma escola de formação com cerca de duas dezenas de elementos, com média de idades de 20 anos, e uma escola de formação com 24 jovens de tenra idade, quatro dos quais pertencentes aos Bombeiros de Alpiarça. “O que se pode dizer é que os Bombeiros da Chamusca estão de boa saúde e preparados para acorrer a todo o género de serviços para que forem chamados”, referiu o comandante Manuel Rufino.
Depois de serem impostas medalhas de assiduidade aos bombeiros que completaram, 5, 10, 20 e 25 anos de serviço, foram também distinguidos elementos do quadro de honra e o único fundador da associação ainda vivo.
O presidente da direcção da Associação dos Bombeiros Voluntários da Chamusca, Eurico Monteiro, também destacou a evolução favorável da associação, que só é possível, garantiu, pela forte ajuda da Câmara da Chamusca. “Por outro lado, salienta-se o entusiasmo dos elementos do corpo activo, que para além do seu aumento também se salienta na efectividade ao serviço e no entusiasmo como se entrega a outras acções, como é o caso da criação da fanfarra, com muita gente jovem e que já não envergonha os Bombeiros da Chamusca”, disse, aproveitando o momento para agradecer aos Bombeiros de Minde a sua colaboração na formação da fanfarra.
O momento foi de festa. Não se registaram as habituais queixas e os bombeiros marcharam pelas ruas da vila, seguidos pelo comboio de viaturas de serviço, que “obrigou” os chamusquenses a interromperem o almoço para virem à janela ver passar os soldados da paz.
O Mirante
Meios de resgate aquático testados no Mondego
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“Algumas coisas a corrigir”
Tudo começou às 10h30. O incêndio deflagrou a bordo e a tripulação começou por combatê-lo com os meios disponíveis, mas estes revelaram-se impotentes para resolver a situação, pelo que foi feita a comunicação para o 112, que activou os Bombeiros Sapadores, o INEM e a PSP. O CDOS, que também recebeu a comunicação, providenciou um meio aéreo, em reforço das equipas terrestres do INEM.
Entretanto, chegou a informação que uma viatura ligeira caiu à água na margem direita da ponte, durante as operações aéreas, pelo que foi necessário accionar uma equipa de desencarceramento subaquático e mais duas equipas de mergulhadores.
População alarmada com aparato junto ao rio
O exercício de ontem apanhou a população da cidade de surpresa. Aliás, como qualquer acidente real. Os cortes no trânsito, as sirenes, o corrupio de ambulâncias pelas ruas em direcção ao centro da cidade. Inicialmente, poucos terão percebido que se tratava de um simulacro, tanto que na redacção do Diário de Coimbra choveram telefonemas de pessoas preocupadas com uma possível ocorrência de gravidade.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
ULS da Guarda e Federação de Bombeiros chegam a acordo

Bombeiro que salvou duas pessoas de navio em chamas distinguido
Técnico de ambulância esfaqueado por homem que ia socorrer

IPO: regime de estacionamento será ajustado «caso se justifique»
De acordo com o folheto com as informações citado pela Lusa, está prevista a gratuitidade do estacionamento para os regimentos de sapadores bombeiros, polícia, funcionários, Ministério da Saúde, dadores, agências funerárias, carros camarários, fornecedores e veículos autorizados.
Bombeiros voluntários de várias corporações lembraram à Lusa que habitualmente ficam neste local entre as 09:00 e as 17:00, porque transportam os doentes para as consultas, o que normalmente não é feito pelos bombeiros sapadores.
Em resposta enviada hoje à Lusa, Maria do Céu Valente, do Conselho de Administração do IPO, informou que a situação «está a ser monitorizada». O IPO «tem noção de que esta mudança causa alguns transtornos e está atenta às críticas que têm vindo a ser apresentadas, que não deixarão de ser tomadas em devida consideração», acrescentou.
No entanto, a instituição tem de levar em conta «a segurança de todos quantos entram no Instituto, pelo que não poderá haver cedências perante argumentos que não tenham este interesse superior em consideração».
A Administração do IPO sublinhou ainda que as medidas se «fundamentam na necessidade de aumentar as garantias de segurança», uma vez que o estacionamento irregular «assumiu proporções preocupantes e colocava em causa eventuais operações de socorro e mesmo o acesso de alguns doentes».
A administração do IPO lembrou que, nos simulacros de incêndio, as autoridades responsáveis foram «unânimes em apontar o estacionamento ilegítimo como um dos principais problemas». Recordou ainda que o IPO de Lisboa serve toda a região de Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve e que é «impossível no espaço disponível para estacionamento garantir o parqueamento de todas as viaturas das associações de bombeiros voluntários». A solução encontrada foi «permitir que todas as viaturas de transporte de doentes entrem, façam o encaminhamento dos doentes durante 30 minutos, e depois permitam que outras viaturas com doentes possam efectuar o mesmo processo».
terça-feira, 27 de abril de 2010
Lisboa: Detidos por fogo posto

O fogo colocou em perigo vários edifícios de construção antiga e recheio de um complexo agrícola, avaliados em centenas de milhares de euros e foi posto no dia 24 de Março, durante a noite.
Na sua origem estariam motivos de vingança pessoal contra o seu proprietário por parte de um dos detidos que contratou os dois autores materiais para o efeito.
Os detidos foram presentes a primeiro interrogatório judicial para posterior aplicação das medidas de coacção tidas por adequadas.
CM
Estacionamento pago no IPO gera críticas entre bombeiros

Espinho: Mulher de 72 anos salva de morrer afogada

De acordo com o Jornal de Notícias, o alerta foi dado pelas 16 horas por um dos banhistas que devido às altas temperaturas aproveitou para apanhar banhos de sol na praia da Costa Verde.
Os bombeiros iniciaram de imediato as manobras de suporte básico à vida, conseguindo a vítima vomitar alguma água, mas ainda inconsciente.
Quartel de Siza já deu primeiro passo

Como se quisesse certificar-se de que estava mesmo a acontecer, após "longos e longos anos de espera" ( por causa do "bailado das leis e regulamentos") e, até, "descrença na execução da obra", confessou, depois de estabelecer cronologicamente, dia a dia, ano a ano, os avanços e recuos de um processo com "mais de 12 anos".
E nada, ali, era irreal: o futuro edifício, perto da Biblioteca Municipal, vai mesmo ser erguido a partir da pedra que ontem foi depositada sobre o tubo de aço que continha "os documentos do nosso tempo" - como referiu o padre Celestino Ramos -, entre os quais uma edição do "Jornal de Notícias" e outra do "Jornal de Santo Thirso", além das assinaturas dos bombeiros e de todos quantos estiveram envolvidos no projecto.
O futuro quartel, orçado em 1,1 milhões de euros, dos quais 70% estão assegurados por fundos do QREN, terá, a partir de meados do próximo ano, camarata feminina, oficina e sala de formação, valências que a actual sede, construída em 1934, não oferece.
Uma das novidades, em relação a outros quartéis, é o facto de a casa-escola ser circular, em vez de quadrada, como costumam ser as torres. "É sempre interessante e instrutivo variar o tipo de edifícios que se projecta. Temos de ter experiências de todo o tipo de projectos.
É uma aprendizagem. Esta, faltava", afirmou, ao JN, Siza Vieira. O arquitecto lembrou, ainda, o pavilhão polivalente, "muito importante para a comunicação com a cidade", que teve de ser retirado do projecto para que este pudesse auferir de apoios comunitários.
Deixou um desejo: "Espero que seja construído no futuro". Tanto o presidente da Câmara, Castro Fernandes, como a governadora civil do Porto, Isabel Santos, não pouparam nos elogios a Siza. "Uma referência mundial". consideram.
Meios testados com fogo real

“O objectivo deste exercício é coordenar as diversas forças no terreno e fazer uma avaliação, o mais real possível, da aplicação das técnicas e meios de combate a incêndio florestal”, disse ao ‘Correio do Minho’, Emanuel Oliveira, Comandante Operacional Municipal.
Esta foi a primeira vez que se organizou um exercício do género no Alto Minho e que envolveu várias entidades: as autarquias de Vila Nova de Cerveira e Caminha, Protecção Civil, GNR (através do Serviço de Protecção da Natureza e do Grupo de Intervenção, Protecção e Socorro), a Autoridade Florestal Nacional, equipas de Sapadores Florestais,
associações florestais e corporações de bombeiros. No total estiveram no terreno 75 pessoas.
Fogo real
Além da parte teórica, o exercício contemplou, também, uma parte prática nos montes de Sapardos e de Labruja.
Em ambos os casos foi usado fogo real para que todos pudessem testar os métodos de combate ao fogo.
Humidade obrigou à alteração de planos
O elevado nível de humidade no solo registado ontem de manhã em Sapardos (Vila Nova de Cerveira) levou a que os exercícios práticos tivessem de ser transferidos para a zona da Labruja, em Ponte de Lima.
domingo, 25 de abril de 2010
25 de Abril: 36 anos depois, mais ‘ricos’ e mais instruídos

No período pós-25 de Abril, a entrada em incumprimento foi um cenário plausível. A revolução levou muitos portugueses a quererem trocar escudos por outras moedas para tirarem o dinheiro do país. Na altura, a escassez de reservas cambiais foi a principal ameaça para a economia.
«Havia incerteza. As pessoas não tinham confiança», recorda Jacinto Nunes, o primeiro governador do Banco de Portugal (BdP) nomeado depois do 25 de Abril (ver entrevista ao lado).
Hoje, a possibilidade de Portugal não conseguir honrar os compromissos financeiros está sobretudo relacionada com o descontrolo das finanças públicas. Mas o antigo governador recusa a ideia de que o país possa vir a ‘falir’. «Não sou um optimista declarado, mas não sou pessimista a esse ponto».
Depois do 25 de Abril, os salários evoluíram de forma livre. A procura disparou, mas a oferta não respondeu de imediato. A solução foi recorrer às importações, o que agravou o défice externo. A inflação disparou, atingindo níveis próximos de 30% (ver infografia).
Dias agitados
Nos anos que se seguiram à revolução, o BdP foi forçado a subir a taxa de juro para evitar a fuga de capitais – chegou a 20% em 1978. Foram períodos conturbados, com grande agitação social e com o Estado a assumir mais preponderância na economia, nacionalizando bancos e parte da indústria.
«Pela primeira vez na história económica recente, o Estado foi mais travão de crescimento do que motor», considera o historiador económico Pedro Lains. Segundo o investigador, até à II Guerra Mundial o Estado garantia o «formato institucional», a segurança, as transacções e os mercados. Depois, impulsionou os grandes investimentos e a industrialização. E, desde 1974, teve como «principal papel o fornecimento dos serviços que melhoraram a qualidade de vida, incluindo a saúde, a educação e a segurança social». É o princípio da «nova economia dos serviços».
Nestes 30 anos houve melhorias. «Será raro o indicador de qualidade de vida que não tenha melhorado, da mortalidade infantil à esperança de vida, passando pela literacia e pela formação universitária, os transportes, as cidades, a segurança na velhice». Contudo, o facto de Portugal ainda estar longe da média europeia em muitos indicadores causa «insatisfação» na população.
O ritmo de crescimento nos anos 70 é inferior ao da década anterior, marcada pela abertura ao exterior com a entrada de Portugal na EFTA (Zona de comércio Livre). A entrada na UE, em 1986, deu um novo fôlego às trocas comerciais e a economia do país deu outro salto.
Actualmente, Portugal está perante uma nova encruzilhada. Depois de uma década de crescimento quase anémico, a necessária redução da despesa do Estado implicará sacrifícios. «O Estado Social universal não pode continuar, porque senão qualquer dia não temos estado social nenhum, nem para os mais carenciados».
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Os Bombeiros Voluntários de Viseu e a ambição cega de alguns
Para poupar nas palavras, porque não devemos ser maçadores, a actual Direcção ganhou as eleições contra uma lista apoiada pelo actual Comandante, Horácio Alves. Estranhamente este senhor, que não dispõe das qualificações técnicas decididamente certificadas perante o mutismo da Autoridade Nacional de Protecção Civil, não colocou o lugar à disposição. E entendeu guerrear a direcção. Entretanto o Chefe Joaquim Coelho, a quem alguém prometeu o lugar, vago, de 2º comandante, processou a Associação a quem exige uma gorda indemnização. Pelo meio o Adjunto Luís Duarte, que foi “escorraçado” pelo actual comandante no âmbito de um processo disciplinar e foi salvo in extremis pela intervenção do Conselho dos 3 presidentes que evitaram a sua expulsão do Corpo Activo.
Perante este cenário e com a construção de um quartel de bombeiros, já na segunda placa, ao mesmo tempo que se aguarda o deferimento de uma candidatura a fundos comunitários que permitirá dotar o Corpo Activo com 20 (VINTE) profissionais, estalou a rebelião. Tudo porque o vogal da Direcção Botelho Pinto quis resolver o problema do Comando e aceitou a falaciosa proposta do actual comando. Grosso modo “saio se levarem o Joaquim Coelho a segundo e o Luís Duarte a primeiro Comandante”. Como não lhe deram ouvidos, graças a Deus e ao S. Marçal, demitiu-se e fez perpassar a mensagem, por moto próprio ou alheio, de que tudo se devia a ele. Encurralado pelo signatário, numa Assembleia-geral remeteu-se ao mutismo. Apesar de demissionário não se coibiu de comparecer numa reunião da Direcção com o Corpo Activo e de compactuar com outras estranhas vontades. Na reunião, promovida pelos dois elementos do Comando e o Chefe, a Direcção não foi em acareações e manteve-se coesa. Apesar disso recebeu o ultimato “ou resolve as coisas até sexta-feira ou iremos para os jornais”.
Ontem a Direcção, em reunião, não se preocupou com o assunto e hoje, de forma capciosa, soez e usurpando o nome da instituição (creio até que no limite seja crime mas disso falarei abaixo) lá veio um email em nome dos bombeiros a afirmar:
“No passado dia 20 realizou-se a reunião de direcção conjunta com o corpo activo na sequência da petição assinada pelos bombeiros, nessa reunião, a direcção ouviu dos bombeiros várias criticas sem respostas satisfatórias, tendo sido dado ao presidente da direcção o prazo de dia 22 para resolver a situação da proposta do comando. Dia 22, ontem, realizou-se a reunião de Direcção onde o presidente entrou em conflito com a restante direcção o que levou o mesmo a abandonar abruptamente a reunião e a direcção juntamente com mais quatro elementos, assim, os bombeiros, preparam a entrega de mais de 50 assinaturas para convocatória de uma assembleia-geral”.
Pelo que ouvida e relida a reunião foi pacífica e tomadas as decisões que deveriam ter sido tomadas. Em jeito de conclusão aponto:
- Se o presidente disse, perante testemunhas e no sítio próprio, para o Comandante enviar a proposta o porquê desde alarido?
- Não pode ser qualquer proposta. O senhor Joaquim Coelho jamais poderá ser segundo-comandante conquanto processou a Associação, ou seja atentou contra uma entidade da qual é sócio e, salvo melhor opinião, até era motivo mais que suficiente para o consequente processo disciplinar por não salvaguardar os interesses da Associação a que pertence.
- O senhor Horácio já há muito que devia ter abandonado o Comando por falta de certificação da competência técnica. Tem curso de Comando? Certificou as competências? Tem idade e genica? Percebe do assunto? Tem curso de socorrismo?
- O senhor Luís Duarte, que até foi meu chefe de piquete, quer dançar conforme os galões com que lhe acenam. Por mais competência técnica que tenha a Lealdade deve fazer parte das qualidades de qualquer comandante. Não me parece que a tenha.
Rumo de acção:
- Como tenho tempo e vontade vou questionar a minha Republica sobre a minha segurança. Vivo num concelho de 100 mil habitantes e estou preocupado com a segurança. Ainda esta semana vi 3 ambulâncias para uma queda com uma vítima. Curiosamente a única que estava estacionada em contra-mão, sem segurança e a por em risco a de terceiros era a dos meus bombeiros. Curiosamente chefiada por um dos contestatários. Se em vez das contas do rosário da Direcção se preocupassem com a operacionalidade…
- Jamais irei aceitar a nomeação do senhor Joaquim Coelho para segundo-comandante. Posso não a travar, mas irei atrasá-la seguramente. Não que tenha o que quer que seja contra o Quim, mas acho que como Bombeiro antigo, graduado e capaz deveria dar outros exemplos e não se deixar empolgar. Tal como fez na escola do Acácio quando chefiou o Internacional, com recrutas, para um fogo na então Cave do Rei. Esse é que era o Quim Coelho que ensinava e respondia pelos seus homens. O de hoje não o conheço.
- Se a Direcção cair por falta de quórum ou porque se demitiu serei o primeiro mobilizador de sócios para votarem em branco, caso apareçam candidatos à Direcção que se tenham demitido da actual.
- Venha a Assembleia-geral. Os sócios devem conhecer tudo o que se passa. Com transparência e não com jogadas de bastidores. E dela deve ser dado conhecimento à cidade, principalmente aqueles que quando precisam de socorro batem à porta da Corporação e obtém um não como resposta.
Por fim questiono, com um mero exemplo, querem alguém que resolva o problema dos bombeiros, como fizeram ao Armando que apesar da infelicidade de ter um acidente em serviço ainda tentaram que fosse espoliado dos seus direitos ou alguém que defenda, com obra feita, o trabalho dos bombeiros? E não é já tempo de deixarem os galões e preocuparem-se com o concelho ou estão à espera que aconteça como em Braga?
Enviado por: Amadeu Augusto Saraiva Araújo Lopes (Lambaia) Bombeiro de 1ª Classe do Quadro Honorário
terça-feira, 20 de abril de 2010
Bombeiros pedem reforço monetário
"Quase que ainda temos de pagar para fazer o serviço", queixa- -se Ricardo Gonçalves, de 32 anos, dos Bombeiros Voluntários de Alcochete. "É algo que me parece desajustado e irrisório com as refeições que temos de fazer pelo meio", refere, lembrando que se tiver de almoçar e jantar num espaço de 12 horas gasta, no mínimo, 10 dos 20,40 euros que irá auferir, tendo ainda de descontar o valor das deslocações.
Considerando o montante injusto, a Liga dos Bombeiros Portugueses há três anos que solicita a sua actualização perante o esforço inerente ao trabalho de combate a incêndios. "Não é realmente justo, sobretudo se tivermos em consideração este valor para uma acção que exige elevado esforço físico e elevado stress psicológico", salientou, ao JN, o presidente Duarte Caldeira. "De facto, seria justo que houvesse uma actualização", acrescenta.
Por outro lado, o responsável explica que não existe uma relação de contrato entre os bombeiros voluntários e o Estado, tratando-se apenas de um prémio de recompensa. "É um mecanismo de compensação do tempo perdido", frisa, salientando que com o aumento do desemprego tem havido nos últimos anos mais elementos disponíveis para integrar as ECIN.
"Há já uma rotina. Os bombeiros quando marcam férias já calendarizam cinco dias, uma semana ou duas, no máximo, para dar ao quartel", realça, alertando, porém, que "é preciso ser audacioso nos incentivos a este voluntariado" para garantir a mobilização.
JN
Menos bombeiros a combater fogos

Para já, neste ano apenas uma coisa é certa no combate aos incêndios: vão estar disponíveis menos homens no terreno, contrapondo com um maior número de viaturas. Esta é a principal conclusão da Directiva Operacional da Autoridade Nacional de Protecção Civil, divulgada anteontem.
Segundo o documento, na temporada de fogos que se avizinha estará disponível, ao longo da fase Charlie (entre 1 de Julho e 30 de Setembro), aquela que regista temperaturas mais elevadas e que para as autoridades é considerada a mais crítica, um total de 9985 elementos, auxiliados por 2177 veículos. Quanto aos meios aéreos, as várias bases do País terão 56 aeronaves (entre helicópteros e aviões) prontas a entrar em acção.
Comparativamente ao que aconteceu no ano passado, isto significa que vão estar disponíveis, por todo o País, menos 193 homens (eram 10178 em 2009), mas mais 769 viaturas no terreno (apenas 1408 em 2009).
Destaque para o facto de cinco dos distritos portugueses não estarem protegidos por qualquer equipa de intervenção permanente, casos de Beja, Évora, Faro, Lisboa e Setúbal. Relembre-se ainda que em 2009, até ao final de Setembro, arderam aproximadamente 77 mil hectares de área florestal.
Preocupante para as autoridades é o facto de quarenta por cento dos incêndios ter começado durante o período nocturno, o que sugere causas humanas.
Curiosamente, apenas um por cento dos fogos teve origem em causas naturais.
BOM TEMPO JÁ DEU TRABALHO ÀS CORPORAÇÕES
Segundo números divulgados pelo Comando Nacional de Operações de Socorro, na página oficial da Protecção Civil, o bom tempo que se registou na semana a seguir
à Páscoa já deu algum trabalho aos bombeiros de todo o País. O fim--de-semana de dia 10 e 11 foi o mais crítico, com a ocorrência de 102 incêndios florestais no sábado, que foram combatidos por 879 homens apoiados por 229 viaturas no terreno. No domingo houve 84 fogos.
Bombeiros vão ter quartel "Século XXI"

O novo edifício, com custos estimados em 1,250 milhões de euros, irá denominar-se "Século XXI" e será construído hum terreno cedido pela Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha, com uma área de 16 mil metros quadrados na zona industrial muito perto da "Helipista".
A cedência do terreno por parte da Câmara aos bombeiros de Albergaria-a-Velha será período de 51 anos.
A construção do edifício que deverá estar pronto no próximo ano terá financiamento público através do QREN (Quadro Estratégico de Referência Nacional) e poderá ainda receber ajudas monetárias da autarquia,. "Os bombeiros devem contar com o apoio da Câmara para a construção do novo quartel", sublinhou ontem o presidente da autarquia albergariense João Agostinho durante a cerimónia solene que evocou a passagem do 85.º aniversário da instituição.
Os bombeiros de Albergaria-a-Velha estão hoje localizados no centro da vila, num quartel que data de 1969 e que está ultrapassado.
O governador civil de Aveiro, José Mota, que estava em representação do secretário de Estado da Protecção Civil, Vasco Franco, que o "Governo tem sabido encontrar as condições necessárias para o financiamento" das infra-estruturas dos bombeiros.
O novo quartel dos bombeiros de Albergaria-a-Velha vai romper com a filosofia tradicional das instalações dos bombeiros voluntários em Portugal.
Será uma construção tipo industrial, com apenas duas portas e os carros no seu interior não ficarão estacionados paralelamente, mas em espinha. Terá uma zona de descontaminação para as ambulâncias e não terá camaratas mas quartos triplos para homens ou mulheres. Segundo os responsáveis pelos bombeiros de Albergaria-a-Velha, o futuro quartel segue as pisadas do que se está a fazer de melhor pela Europa, nomeadamente em França. Chamar-se-á "Século XXI porque para além das inovações terá baixos custos de manutenção.
Bombeiros Voluntários de Canha - MONTIJO Apresentam Escola de Infantes e Cadetes

Para o Governador Civil do Distrito de Setúbal, Manuel Malheiros, a Escola, com cerca de 15 crianças, não vai, apenas, formá-los para a serem bombeiros, mas sobretudo para serem cidadãos mais dedicados aos outros, atentos e conscientes do dever de serviço público.
Outro dos momentos mais marcantes da cerimónia foi a distinção de António Comenda Henriques, que participou na fundação da Associação, com o Crachá de Ouro da LBP.
“Que melhor forma de comemorar 27 anos do que atribuir o crachá de ouro da Liga ao seu fundador. É um dos mais altos galardões da Liga dos Bombeiros Portugueses”, disse António Rodeia Machado, vice-presidente da LBP, referindo que António Comenda Henriques é merecedor da distinção “pelos altos serviços prestados nesta Associação”.
Durante a cerimónia, foram também atribuídas medalhas de assiduidade e dedicação aos bombeiros da corporação e inauguradas três novas viaturas, que vêm reforçar a frota automóvel.
No final da sessão, a Presidente da Câmara Municipal, Maria Amélia Antunes, felicitou a Associação “e os que de uma forma ou outra foram homenageados pelo seu trabalho e pela sua dedicação”. Maria Amélia Antunes deixou uma palavra de agradecimento ao Presidente de Direcção, referindo que o reconhecimento feito “é da mais elementar justiça”.
Marcaram, também, presença na cerimónia o 2.º Comandante Operacional Distrital, Rui Costa, em representação da Autoridade Nacional de Protecção Civil, e o Comandante Fernando Pestana, em representação da Federação dos Bombeiros do Distrito de Setúbal.
“Há quem queira a cabar com os bombeiros voluntários, mas tudo faremos para os manter”

Operacionalidade ainda não está em causa
Fausto Garcia acrescentou que se a situação se mantiver «é natural que tenha de haver centenas de despedimentos de tripulantes de ambulâncias», explicando que «deixaremos de ter alguns fundos, ainda que miseráveis, dos hospitais, como é o nosso caso, para ajudar a liquidar os seus vencimentos». «Esta situação é inacreditável e a manter-se será a morte lenta das Associações Humanitárias de Bombeiros Voluntários, nomeadamente a de Coimbra. Não temos outras fontes de receita e estas têm diminuído assustadoramente», assegurou. Apesar das dificuldades, declarou o dirigente, não está, «por enquanto, em causa a operacionalidade do corpo de bombeiros».
Comandante fala em “grande carência” de fardamento
Ontem, além da falta que faz um novo quartel, Fernando Nobre, comandante dos Bombeiros Voluntários de Coimbra, sublinhou a «grande carência de fardamento e equipamento de protecção individual». Por sua vez, António Simões, em representação da Federação de Bombeiros do Distrito de Coimbra e da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP), confirmou os «problemas que afectam todas as associações do país que fazem transporte de doentes em ambulâncias dos bombeiros».
António Ferreira Martins, comandante operacional distrital de Coimbra, assumiu que, este ano, «o dispositivo de primeira intervenção apresentado para o distrito é igual ao do ano passado», pelo que «não há substituição de bombeiros», acrescentando que, «em 2009, foram gastos, no distrito de Coimbra, um milhão e quase 200 mil euros em despesas com pessoal entre 15 de Maio e 31 de Outubro».
Crise justifica atraso na cedência do terreno para o novo quartel
O novo quartel dos Bombeiros Voluntários de Coimbra continua sem passar do projecto de intenções. «Necessitamos ainda da escritura para que o terreno [entre o Fórum e o Centro de Saúde de Santa Clara] seja da Associação», informou Fausto Garcia, sublinhando que, «agora, lutamos com outra grande dificuldade que não se levantava há 10 anos».
domingo, 18 de abril de 2010
Vagos: Bombeiros do distrito operacionais

Melhor Protecção Civil
O Secretário de Estado da Protecção Civil, Vasco Franco, foi recebido em Gaia, no quartel dos Bombeiros Sapadores, por Luís Filipe Menezes, Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, e restante executivo, com guarda de honra.
Após visitar o quartel, o Secretário de Estado tomou conhecimento das necessidades que afectam a Companhia de Bombeiros Sapadores, não obstante o investimento de cinco milhões de euros por ano a cargo da Câmara Municipal de Gaia.
Uma das necessidades mais urgentes, referida por Marco António Costa, Vice-Presidente da Câmara de Gaia, é a aquisição de um veículo de salvamento e desencarceramento rápido e moderno para substituir o actual, que já tem 22 anos de existência, só transporta dois bombeiros e atinge a velocidade máxima de 40 km/hora.
"Esta aquisição seria a maior prenda que a Companhia poderia receber no dia do seu aniversário - 4 de Maio" quando completa 171 anos de vida. Gostaria de ter no horizonte essa promessa cumprida", afirmou, por sua vez, Salvador Almeida, Director Municipal de Bombeiros e Protecção Civil de Gaia.
A par das insuficiências de recursos materiais, foi também abordada a falta de recursos humanos. "Temos 100 efectivos e a sua renovação é necessária ", acrescentou ainda Salvador Almeida. De referir que rácio actual é de um bombeiro por 3000 habitantes, para um território com uma área de 167 km2, o que é manifestamente insuficiente, comparando com outros grandes municípios.
As fontes de financiamento dos Bombeiros Sapadores de Gaia resultam do Orçamento da Câmara Municipal. A questão do financiamento é fundamental, mas tem que ser realista e o esforço tem que ser colectivo. "Existem soluções para aqueles que têm mais capacidade. Em alguns casos, empresas cotadas na bolsa e que, distribuindo dividendos de uma forma significativa, poderiam comparticipar neste esforço colectivo de financiamento de um serviço que é crucial", afirmou a propósito Luís Filipe Menezes, Presidente da Câmara de Gaia, antes de destacar a importância da criação de uma taxa municipal para garantir um maior e melhor apoio à comunidade por parte da Protecção Civil.
Em resposta a Luís Filipe Menezes, o Secretário de Estado da Protecção Civil considerou " justa a sugestão da criação de uma Taxa Municipal de Protecção Civil, não de uma forma isolada, pontual, município a município, mas de uma forma articulada entre os municípios".
"Recorde-se que a Câmara Municipal de Gaia e o Governo têm mantido uma relação estreita na resolução dos problemas da população", acrescentou Vasco Franco, destacando que uma das suas apostas é contribuir para a alteração do regulamento do QREN, de modo a permitir que outros municípios, para além de Lisboa, se possam candidatar à compra de viaturas.
"Têm sido aprovados inúmeros projectos no âmbito do QREN para apoio aos Bombeiros, quer em matéria de instalações, quer de construção de novos quartéis quer ainda na aquisição de equipamentos e de viaturas. Vamos procurar que estes apoios também abranjam de uma forma mais efectiva os municípios que têm Bombeiros Sapadores e Bombeiros Municipais", concluiu Vasco Franco.
GaiaGlobal
Burlões fazem-se passar por bombeiros
O comandante Alberto Trigo explicou à agência Lusa que a corporação de bombeiros foi contactada por «vários habitantes que diziam que havia pessoas a baterem-lhes à porta e se identificavam» como estando ligadas «ao hospital e aos bombeiros».
«Essas pessoas diziam aos moradores que tinham uma certa dívida para com as referidas instituições e pediam para pagar», acrescentou.
O comandante disse à Lusa que pelo menos seis habitantes terão sido burlados através deste esquema. Uma das pessoas pagou 140 euros, outras não «caíram» porque não tinham «dinheiro disponível».
O mesmo responsável da corporação de Bombeiros Voluntários de Vila Nova de Santo André, em Santiago do Cacém, avançou que a situação foi comunicada de imediato à GNR.
Alberto Trigo deixou um alerta à população local: «Se alguém lhe bater à porta a dizer que vai cobrar uma dívida por parte dos bombeiros, não pague e alerte a GNR ou ligue para os bombeiros», disse.
Em Santo André, disse ainda, «ninguém cobra dinheiro dos bombeiros, excepto as quotas». «Todos os outros serviços de dívida aos bombeiros são enviados por carta».
TVI24
Prioridades dos Bombeiros são carro de desencarceramento e novo quartel

Para Tavares de Oliveira, engenheiro electrotécnico de 53 anos, residente em Boim, este será já o terceiro mandato à frente da corporação de bombeiros lousadense. Das listas em que concorre, desde 2006, uns saíram outros entraram, mas Tavares de Oliveira manteve-se e recandidatou-se porque, assume, é cada vez mais difícil encontrar voluntários que queiram dirigir estas associações. "Sobretudo desde que a nova lei de gestão das associações pune cível e criminalmente os responsáveis por má gestão", explicou. Essa foi uma das razões que o levou a continuar.
O Verdadeiro Olhar
Um raio atingiu o quartel dos Bombeiros de Tomar
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Rede de emergência nacional

“Nós assinalamos justamente aqui, na Madeira, o fecho deste importante investimento para
Dalila Araújo fez balanço positivo à visita à RAM
Antes da visita ao Comando Operacional da Madeira, Dalila Araújo fez um balanço positivo à sua visita à Madeira, que terminou ontem. A secretária de Estado esteve, na sua deslocação à Região, nas instalações do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), tendo salientado que a Região é «um bom exemplo» das políticas de integração dos imigrantes. «A Madeira é um bom exemplo dessa política que assenta na população do fluxo migratório e nas políticas de integração e numa acção concertada com outras forças de segurança naquilo que é o combate à imigração ilegal e ao tráfico de seres humanos», analisou.