quarta-feira, 10 de Fevereiro de 2010

Campanha de Solidariedade

Os Bombeiros Voluntários de Nisa estão a promover uma campanha de solidariedade e de ajuda à família de Manuel Flores, o bombeiro da corporação de Nisa que faleceu no dia 23 de Janeiro vítima de um brutal acidente de viação.

A viúva e os filhos de Manuel Flores, a que se junta uma sobrinha que vivia com o casal, estão a viver uma situação económica de extremas dificuldades, facto que levou os Bombeiros de Nisa a darem corpo a esta iniciativa solidária.

Os donativos podem ser feitos através de depósito bancário no NIB 003505370001650940025 ou directamente na sede dos Bombeiros Voluntários de Nisa.

Os Bombeiros de Nisa agradecem a colaboração de todas as pessoas.
(in bombeirosparasempre)

terça-feira, 9 de Fevereiro de 2010

Mais de duas dezenas de entidades estão já a preparar a visita do Papa

Mais de duas dezenas de entidades estão já a preparar a recepção do Papa Bento XVI ao Santuário de Fátima, nos próximos dias 12 a 14 de Maio.

Dar uma imagem de eficácia, modernidade e segurança aos milhares de peregrinos que são esperados é a principal preocupação das autoridades que vão reforçar não só a segurança como também os apoios médicos.

Paulo Fonseca, presidente da Câmara, quer que o Santo Padre “se sinta bem e que tenha uma boa imagem de Portugal”, por isso garante “eficácia” em todas as frentes, tais como mais e melhor sinalização e embelezamento da cidade.

Segundo o autarca, o primeiro-ministro “está também empenhado” em ajudar a autarquia a “resolver os múltiplos problemas”, no sentido “de garantir que Fátima seja o epicentro da visibilidade do país”.

Em termos de protecção civil, a principal preocupação “é assegurar os cuidados de saúde aos peregrinos” e “evitar situações de pânico”, assegura o comandante Distrital de Santarém de Operações e Socorro.

Segundo Joaquim Chambel, “a coordenação será feita pela Autoridade Nacional de Protecção Civil” e no terreno vão estar para além dos bombeiros dos distritos de Santarém, Leiria e Lisboa, a Força Especial de Bombeiros, Cruz Vermelha, INEM e Escuteiros.

“Este é um grande desafio em termos de planeamento e execução, por isso já estamos a trabalhar nele há algum tempo. Neste momento estamos a começar a estruturar tudo”, afiançou.

A GNR também irá reforçar meios, deslocando para Fátima todas as várias valência da Guarda. O percurso que o Papa irá fazer desde o local onde aterrará o helicóptero até ao santuário é a principal preocupação dos militares, bem como as entradas e saídas da cidade.

JN

Ruben quis nascer numa ambulância

Uma mulher de Águas Santas deu à luz, domingo, numa ambulância dos Bombeiros da Areosa, a 300 metros de sua casa. Ruben, nascido com 3,300 quilos, é o quarto filho de Carla Silva, de 30 anos. O presidente da Junta de Rio Tinto foi um dos parteiros.

O alerta chegou ao quartel dos Bombeiros da Areosa (Gondomar), via INEM, às 16.12 horas. Uma mulher, residente na Travessa Joaquim Pereira Figueiredo, em Águas Santas (Maia), estava em trabalho de parto e precisava de ser conduzida ao Hospital de S. João, no Porto. De imediato partiu para o local, uma ambulância, com duas bombeiras.

"Quando chegámos, a senhora estava muito agitada. Estava com contracções de três em três minutos e as águas já tinham rebentado", contam Ana Machado e Isabel Cruz, referindo que a jovem mãe (Carla Susana Freitas Silva), já tinha ido ao hospital, mas foi mandada para casa porque ainda não estava em trabalho de parto.

De imediato, foi accionada a VMER (Viatura Médica de Emergência e Reanimação) dos Bombeiros da Areosa e foi enviada para o local outra equipa, constituída por Mauro Alves, Sílvio Cerqueira e Marco Martins, que, além de ser bombeiro, também preside à Junta de Freguesia de Rio Tinto e acabou por ser um dos parteiros.

Menino nasceu em 12 minutos

Mas, depois de transferida para a VMER, e apenas a 300 metros de sua casa, Carla Silva não aguentou - o parto teve mesmo que ser feito, dentro da ambulância, pelos cinco bombeiros. "O pai ia atrás no carro e ainda assistiu ao parto. Estava muito nervoso", adiantam os parteiros improvisados, que no final contaram com o acompanhamento de uma equipa de Obstetrícia do Hospital de S. João.

Em 12 minutos, o bebé nascia e Carla Silva era mãe pela quarta vez. Eram 16.58 horas. "Foi um parto normal", diz Marco Martins. Ao menino, que nasceu com 3,300 kg, foi dado o nome de Ruben. Bebé e mãe encontram-se bem e estão internados no S. João.

JN

Bombeiros de Esposende perdem quarto elemento em acidente

A corporação de Bombeiros Voluntários de Esposende está em choque. Em Setembro perdeu três elementos da corporação que seguiam para o combate a um incêndio e, ontem, outro jovem bombeiro morreu num acidente de automóvel que provocou mais um morto e um ferido grave.

"Estamos em choque. Está tudo a acontecer ao mesmo tempo, não dá para perceber", desabafou ao DN fonte dos voluntários de Esposende. Bruno Joel, de 26 anos e há seis naquela corporação, morreu após o despiste da viatura em que seguia, na Estrada Nacional 13, na zona de Marinhas, Esposende. O acidente matou outro jovem que seguia na viatura e provocou ferimentos graves a um terceiro ocupante, uma jovem transferida para o Hospital de Viana do Castelo.

"Foi um choque para o primeiro carro nosso que chegou lá e viu que era um colega que estava sem vida", admitiu o mesmo bombeiro. O acidente, que apenas envolveu a viatura de Bruno Joel - que não estava de serviço -, residente em Viana do Castelo, aconteceu cerca da 01.00 e surge depois de, em Setembro, três voluntários de Esposende terem perdido a vida. Entre estes, Paulo Lachado, que, curiosamente, era "patrão" de Bruno na oficina de mecânica em que este trabalhava até à morte do colega. "Parece que uma tragédia nunca vem só", contava ontem de manhã um colega da vítima.

Ao acidente acorreram duas viaturas VMER do INEM (Viana do Castelo e Barcelos), três ambulâncias dos Bombeiros Voluntários de Esposende, uma viatura de desencarceramento e outra de limpeza da via.

O acidente de Setembro aconteceu quando a viatura de combate a incêndios dos Bombeiros Voluntários de Esposende seguia na A7 para apoiar as operações num incêndio em Fafe. Numa descida acentuada, próximo de Felgueiras, o rebentamento de um pneu foi suficiente para provocar o despiste e uma queda de 12 metros desde o viaduto.

DN

Bombeiros sem seguro que cubram acidentes de trabalho em serviço

video

segunda-feira, 8 de Fevereiro de 2010

Presidente do INEM admite falhas

O reforço de pessoal e uma melhor divulgação de como funciona o sistema integrado de emergência médica, são algumas das áreas que o presidente do INEM identificou hoje como prioritárias na actuação do instituto.
Abílio Gomes falava à Lusa a propósito do inquérito de Satisfação do Utente que revela que a maioria dos inquiridos está «globalmente satisfeita» com os serviços do INEM.
Contudo, o presidente do instituto disse que o objectivo central do inquérito, mais do que conhecer a satisfação dos utentes, foi «identificar os pontos onde é possível melhorar».
Assim, segundo o responsável, o estudo permitiu concluir que é necessário aperfeiçoar o sistema de comunicação e informático e melhorar a capacidade de envio de sinais, clínicos, electrocardiográficos e outros.
Em relação ao reforço de pessoal, o presidente do INEM disse que foi já lançado um concurso para técnicos de ambulância de emergência, que «serão integrados nas funções onde estão mais deficitários».
O inquérito de Satisfação do Utente foi realizado entre Abril e Outubro, através de 1522 entrevistas telefónicas, que pontuaram o atendimento e a actuação do instituto, com notas entre os «17 e os 20 valores».
A sondagem foi dividida em três grupos: o contacto para o 112, o atendimento telefónico e a atuação das equipas de socorro.
Na primeira parte - ligar para o 112 - os números foram «animadores» e revelaram que «92 por cento» dos inquiridos ligou o 112 quando necessitou de ajuda.
Doença e acidente constituem as principais causas de contacto. Em relação ao atendimento telefónico, de acordo com os dados revelados à Lusa, 46 por cento dos inquiridos disse estar muito satisfeito no que concerne ao atendimento nas centrais 112, atribuindo nota máxima, e 38 por cento atribuiu quatro, na escala de um a cinco.
Sobre a actuação das equipas de socorro, o estudo revelou que os utentes demonstraram conhecer as principais diferenças que distinguem as equipas do INEM das equipas de socorro dos bombeiros ou da Cruz Vermelha.
A percepção dos tempos de espera revelou que 70 por cento dos inquiridos dizem ter esperado até 20 minutos pelo socorro.
Das características apontadas como menos agradáveis para os cidadãos, Abílio Gomes salientou a disponibilidade para o atendimento, nomeadamente no que se refere às perguntas a que os utentes são submetidos pela triagem do CODU.
«A percepção que os cidadãos têm do tempo está claramente alterada, o que é natural dada a situação, muitas vezes, de pânico em que se encontram», considerou.
Contudo, Abílio Gomes apela à compreensão dos cidadãos para a necessidade destes questionários.
«Essas perguntas são fundamentais para que o socorro seja adequado e para que não seja enviado um meio que efectivamente não se justifica. Os cidadãos devem perceber que o questionário é importante porque dele tudo depende, devendo, naturalmente, ser feito da forma mais concentrada possível», frisou.
Globalmente, os utentes menos satisfeitos são os do Algarve (CODU Algarve), quer com o atendimento telefónico, quer com a actuação das equipas de socorro, seguidos de Lisboa.
No centro e norte, os portugueses que recorreram ao INEM revelam-se globalmente mais satisfeitos.
Em todo o país, 80,2 por cento dos inquiridos recomendaria o INEM a um familiar ou amigo.
Lusa / SOL

domingo, 7 de Fevereiro de 2010

Loriga excluída dos roteiros turísticos (jornal Expresso online)

Clique na imagem para ampliar
Diz o ditado que, “quem não se sente não é filho de boa gente” e o meu descontentamento aqui o deixo explícito.
Nos mapas que têm vindo a ser publicados pelo jornal Expresso online, a fazer referência à Serra da Estrela (http://aeiou.expresso.pt/grafico-animado-inverno-na-serra-da-estrela=f562216) pergunto, onde pára Loriga, Valezim, Cabeça, Alvôco da Serra etc, etc…?

Será que já não existimos nos roteiros turísticos da Serra da Estrela? Quem nos excluiu? Será que já nos levaram a Garganta (um dos únicos vales glaciários) que nem no flash/map consta? Será que do lado poente da serra não existem aldeias históricas? Dentro do flash/map, onde está descrito o mais belo roteiro pedestre que inicia na Vide, passa por Casal do Rei, Cabeça, Loriga, Covão da Areia, Poços de Loriga e termina na Torre? Gostava que alguém respondesse publicamente ao que se pergunta: a quem será que dá imenso jeito “camuflar” a verdadeira beleza da serra com o intuito aparente de ser evitado o desvio turístico de outros extremos? E pergunta-se também, quem estará por trás disto e de quem é a culpa de estarmos cada vez mais esquecidos?

Senhores presidentes de Junta das várias Freguesias, ponham as mãos no assunto porque de dia para dia estamos a ficar "asfixiados"; da minha parte ponho sérias dúvidas que o trabalho do Expresso seja apenas mera coincidência… ou não seria ele “encomendado”?!

Hotel do grupo BPN funciona sem licença de exploração

ASAE abriu processo de contra-ordenação, por falta de "título válido de abertura", ao Hotel Gat Rossio.
O Hotel Gat Rossio, do grupo BPN, está aberto há seis meses mas esteve até meados de Dezembro sem autorização de utilização e exploração. A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) fez uma inspecção ao hotel, no Rossio, em Lisboa, e concluiu, que não tinha "livro de reclamações nem título válido de abertura".

A BPN Imofundos é a proprietária do hotel que adquiriu à promotora Diomira Imobiliária Lda. e está aberto desde Julho de 2008. Apesar da inspecção da ASAE e do consequente processo, a empresa Diomira garantiu, em declarações ao i, que "o imóvel dispõe de alvará de autorização de utilização para o fim a que se destina e foi devidamente vistoriado pela entidade administrativa competente". Acontece que a licença de utilização foi diferida em Dezembro, já com o hotel em funcionamento, como confirmou ao i a própria promotora.

Depois da primeira inspecção, em Outubro, a ASAE reforça o aviso. Em Dezembro a entidade esclarece, numa carta enviada ao denunciante da situação, à qual o i teve acesso, que por questões de segurança se "constata que existe, igualmente, matéria da competência da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC)". A ASAE reencaminhou a denúncia para a ANPC que ainda não se pronunciou sobre a segurança do hotel de 77 quartos.

A arrendatária do hotel, Gat, diz tê-lo arrendado com todas as condições e a BPN Imofundos diz ser "alheia" por apenas se ter limitado a "adquirir um imóvel à sociedade Diomira" com as obras concluídas.

Contas avessas
Os problemas começam com as contas do hotel, a empresa de construção civil Luís Ribeiro garante que a promotora do hotel lhe deve 377 mil euros. Ao i, a Diomira responde que não, que quem é devedora é a empresa de construção civil. O impasse levou ontem a empresa Luís Ribeiro a protestar junto ao hotel, exigindo que lhe seja devolvido o edifício por "não estar pago", disse ao i o dono da empresa.

Perante a situação que começa a "criar alguma instabilidade comercial", a BPN Imofundos admite "proceder criminalmente" caso a empresa de construção civil continue com os protestos. O empreiteiro admite agora avançar com uma providência cautelar.
ionline

Presidente da ANBP diz que «socorro em Faro não está garantido»

«O socorro em Faro não está garantido e a sua operacionalidade é posta em causa diariamente», alertou o presidente da Associação Nacional de Bombeiros Profissionais. Fernando Curto disse que, na quinta-feira, a segurança da cidade ficou entregue a equipa muito reduzida.

Anteontem, sublinhou, estavam disponíveis seis bombeiros municipais, um voluntário que se encontrava em serviço há 36 horas e outro que compareceu à rendição do turno. «Onde estão os 60 bombeiros voluntários do quadro activo?» – perguntou, de acordo com o Correio da Manhã.

O bombeiro voluntário foi colocado a conduzir a viatura que respondeu a um incêndio, «pelo chefe de turno, também voluntário», contou o responsável. No local, o bombeiro «não soube colocar a bomba da viatura a trabalhar, não dando água aos bombeiros», explicou Curto. Foi «um municipal a resolver o problema», disse.

O presidente da câmara de Faro, Macário Correia, não comentou as acusações. Agora, o sindicato prepara uma manifestação para 24 de Março, avança ainda o Correio da Manhã.
A Bola

Bombeiros sorteiam carro para angariar fundos

Com o intuito de angariar fundos e novos associados, a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Guimarães (AHBVG) encontra-se a promover uma campanha que se prolonga até ao mês de Março. O objectivo é vender os 20 mil bilhetes, a 5 euros cada, para poder custear o passivo dos Bombeiros de Guimarães. Com a venda dos bilhetes, a associação espera conseguir juntar 100 mil euros.
No final da campanha, no dia 20 Março, será sorteado um automóvel de marca Toyota Corolla entre as pessoas que se associaram à campanha. O sorteio acontece durante a gala que terá lugar no Paço dos Duques de Bragança, em Guimarães.

“O objectivo é arranjar fundos financeiros para amortizar significativamente o nosso passivo, em especial aos nossos fornecedores”, palavras do presidente dos bombeiros, Luís Mário Oliveira, lembrando que o passivo “não é um obstáculo ao funcionamento diário dos bombeiros porque para o funcionamento da instituição nós temos receitas correntes que permitem dar resposta às necessidades do concelho no que toca à protecção e socorro das populações”.
Contudo “é um estrangulamento que temos porque o parque automóvel está a ficar obsoleto e num futuro muito próximo há necessidade de remodelarmos esse equipamento”, sendo necessárias verbas.

O presidente da associação faz assim um apelo a toda a população vimaranense para que se mobilize e participe no sorteio de angariação de fundos para a corporação.
Os bilhetes para o sorteio de um Toyota Corolla estão a ser vendidos há duas semanas.
A associação tem actualmente seis mil associados pagantes.
“Acontece que consideramos um número pequeno para as pessoas que servimos. Ainda há uma ideia errada que os bombeiros são associa

ções subsidiadas e pagas pelo Estado mas isso não acontece porque ao longo destes anos é a sociedade civil que tem suportado”, referiu Luís Mário Oliveira.

E acrescentou: “é muito importante a mobilização da população de Guimarães nesta iniciativa porque desta forma estão também a contribuir para dar elenco à direcção reconhecendo o papel da associação”, destacou o presidente, apelando à população para dar o seu contributo.
“São cinco euros muito importantes para relançar alguns investimentos que há mais de uma década não são feitos”, justificou.

Segundo disse ao ‘Correio do Minho’ Samuel Silva, membro da comissão organizadora da campanha de angariação de fundos e sócios, o objectivo é “abater o passivo crónico para metade”. E acrescentou: “a associação tem tido dificuldades em manter o número de sócios porque quando a piscina dos bombeiros foi concessionada, os sócios, que frequentavam o equipamento, saíram”.

Consciente de que “é um objectivo difícil de alcançar em tempo de crise”, Samuel Silva mantém esperança num resultado positivo, até porque “algumas empresas já se disponibilizaram para colaborar nesta iniciativa e contamos também com a ajuda da população”, avançou.
O sorteio que se realiza a 20 Março é autorizado pelo Governo Civil de Braga, sendo acompanhado por um representante deste órgão público.

Paralelamente, os Bombeiros Voluntários de Guimarães estão a desenvolver uma nova campanha de angariação de associados.
Deste modo, serão desenvolvidas diversas acções de rua e eventos públicos que vão ajudar a divulgar as iniciativas de apoio ao financiamento da actividade da histórica instituição vimaranense.
Correio do Minho/Vera Martins

Incêndio mata pintos em aviário

Um incêndio deflagrou este domingo num aviário do concelho de Torres Novas, tendo morrido um número indeterminado de pintos, disseram à Lusa fontes dos bombeiros.

Uma fonte dos Bombeiros Voluntários de Torres Novas informou que o fogo terá sido causado pela «explosão de uma garrafa de gás» e que «morreram pintos», mas não foi ainda possível saber a quantidade.

Segundo uma fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Santarém, o alerta da ocorrência foi dado cerca das 09:35.

Extinto pouco depois, o incêndio atingiu um dos pavilhões da exploração avícola da Quinta do Bispo.

Às 10:30, estavam ainda no local, em trabalhos de rescaldo, 12 bombeiros da corporação de Torres Novas, apoiados por três viaturas, além de agentes da GNR.

TVI24

sexta-feira, 5 de Fevereiro de 2010

O comandante da formatura

José Jorge Mendes de Sousa, 57 anos, é o elemento há mais anos no activo nos Bombeiros Municipais de Tomar.
No domingo, 31 de Janeiro, era o rosto do orgulho, comandando o corpo de bombeiros formado que se encontrava no pátio interior do quartel, perante dezenas de convidados que assistiam à cerimónia solene do 88.º aniversário da corporação.
Natural de Tomar, pintor de profissão, tinha 21 anos quando ingressou nos bombeiros. A data está na sua memória: 24 de Novembro de 1972.
Um caminho decidido sem influências externas, uma vez que não tinha ninguém na família que fosse “soldado da paz” e que justifica com “uma grande vontade de ajudar o próximo”. Bombeiro no Corpo de Salvação Pública de Tomar há 38 anos, José Jorge, como é conhecido por todos, recorda que o fogo mais marcante que combateu foi em 1986, num incêndio que “andou oito dias activo” no concelho de Vila do Rei. “Estive lá dois dias sem descansar”, recorda, acrescentando que também não esquece o dia em que foi agraciado com o Crachá de Ouro da Liga dos Bombeiros Portugueses, por ocasião dos 35 anos de serviço.
Começou como aspirante e actualmente é Adjunto de Comando. Por ser o bombeiro mais antigo do quartel é também o comandante da formatura. “Acho que foi um rebuçado que me deram”, considera. A conversa decorreu no final da cerimónia marcada por um rigoroso protocolo, fruto da vontade do vereador socialista Luís Ferreira, que assumiu recentemente o pelouro dos Bombeiros e Protecção Civil.
Elsa Ribeiro Gonçalves/O Mirante

Nisa apresenta novas instalações do Serviço Municipal de Protecção Civil

As novas instalações do Serviço Municipal de Protecção Civil de Nisa, localizadas do heliporto municipal, vão ser apresentadas esta sexta feira, numa cerimónia como inicio às 10:30.Com esta sessão, procura-se dar a conhecer, as novas instalações do Serviço Municipal de Protecção Civil, os meios e recursos de que dispõe, bem como a sua estrutura, o seu funcionamento e as perspectivas estratégicas de desenvolvimento.

Esta iniciativa contará com as presenças do Governador Civil do distrito de Portalegre, Comandante e 2º Comandante Operacional Distrital da Autoridade Nacional de Protecção Civil, Comandante dos bombeiros de Nisa, comandos locais da GNR, representante da Equipa de Protecção da Natureza e eleitos das autarquias locais.

Rádio Portalegre/Gabriel Nunes

Bombeiros de Oleiros com novo comando

Os Bombeiros Voluntários de Oleiros acabam de adquirir uma nova ambulância, a qual deverá ser entregue no próximo dia 11. A aquisição surge numa altura em que o comando da corporação também foi alterado.

Os Bombeiros Voluntários de Oleiros vão ter um novo comando, segundo apurou o Reconquista junto do presidente da direcção, António Fernandes. O novo comando ficará liderado por António Lopes Luís, secundado por António Ezequiel da Costa (2.º Comandante) e por António Barata Lopo e Luís Antunes (adjuntos).

A substituição de Francisco Fernandes, que durante a última década assumiu aquelas funções deve-se por ele próprio “ter solicitado a passagem ao Quadro de Honra dos Bombeiros de Oleiros. Foi um comandante importante na história da corporação, pelo que irá ser homenageado futuramente”, explica o presidente da direcção.

Ambulância nova

A substituição do comando do Bombeiros de Oleiros era uma das situações que António Fernandes desejava resolver a curto prazo, depois do pedido de saída de Francisco Fernandes e coincide com a chegada de uma nova ambulância para a corporação. “Adquirimos uma nova viatura, totalmente equipada, que vem colmatar um problema que tínhamos”, diz.

A chegada da nova ambulância, da marca Mercedes, a Oleiros deverá ocorrer no próximo dia 11, pelo que ao início da tarde os Bombeiros farão um porto de honra de divulgação da nova viatura. Com esta iniciativa, António Fernandes pretende também sensibilizar as entidades e empresas locais para a importância daquela aquisição. Para já o investimento foi totalmente feito pela “corporação, mas esperamos que as entidades e amigos dos bombeiros apoiem este investimento”.

O presidente da direcção lembra que há no entanto outros desafios para os Bombeiros. “O quartel necessita de algumas obras de requalificação e conservação. Fizemos uma candidatura ao Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), pelo que aguardamos pela sua aprovação”, diz.

António Fernandes revela que da parte da autarquia continua a haver total disponibilidade para apoiar os bombeiros. “A Câmara já disse estar disponível para colaborar connosco nas obras. Mas gostaríamos que o nosso projecto também fosse contemplado no âmbito do QREN”, esclarece.

As obras mais urgentes passam por uma intervenção “ao nível da central telefónica, secretaria, e pelos gabinetes de comando e de direcção. Além disso, é também urgente melhorar a torre de treinos”, adianta.

Jornal Reconquista

quarta-feira, 3 de Fevereiro de 2010

IC6, IC7 e IC37 - Oeste da Serra da Estrela cada vez mais esquecido

Caros ministros, nós por estas bandas também pagamos impostos!!!
Usufruímos da miséria das estradas que temos para nos deslocarmos para o trabalho e para os hospitais longínquos (Guarda, Viseu e Coimbra); usufruímos de estradas ainda construídas pelo outro senhor e remendadas por vós; nós não precisamos do TGV longe das nossas casas a não ser que o façam passar por estas bandas; nós não precisamos de um novo aeroporto perto de Lisboa a não ser que o construam perto destas bandas; afinal nós também pagamos impostos por estas bandas tal como os habitantes dos vossos grandes centros...
razão pela qual dá vontade de perguntar, mas para quê?!
Os habitantes do lado Oeste da Serra da Estrela sentem-se ofendidos e cada vez mais esquecidos por quem mal nos representa!

Estradas: Autarcas da Serra da Estrela pedem audiência ao Governo devido a suspensão de obras

Oliveira do Hospital, Coimbra, (Lusa) - Cerca de 30 autarcas da zona da Serra da Estrela vão pedir uma audiência ao ministro das Obras Públicas para clarificar "o abandono das novas estradas que pode levar a região à morte", disse à Lusa um dos presidentes de Câmara.
O ministro das Obras Públicas, António Mendonça, anunciou na segunda-feira que o Governo vai suspender o lançamento de novas concessões rodoviárias que estavam previstas no Orçamento do Estado.

Entre elas está a concessão da Serra da Estrela, com construção do IC 6 (entre Tábua e Covilhã), IC 7 (entre Oliveira do Hospital e Fornos de Algodres, na A 25) e o IC 37 (entre Viseu e Seia), num total de cerca de 150 quilómetros.

JN

Simulacro na freguesia do Lavradio

O Gabinete de Protecção Civil da Câmara Municipal do Barreiro informa que está previsto para 5 de Fevereiro, a partir das 16h00, no Largo da UFA, Freguesia do Lavradio, um SIMULACRO de acidente rodoviário envolvendo uma cisterna de combustível e um veículo ligeiro.

Trata-se somente de um exercício de Protecção Civil efectuado e controlado pela Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Sul e Sueste, razão pela qual se pretende tranquilizar a população residente junto ao local.

Desta forma, o Gabinete de Protecção Civil da CMB recomenda à população que mantenha a calma durante o período em que decorrer este SIMULACRO de acidente rodoviário, mesmo que se aperceba de que os meios de socorro e de emergência médica se estarão o a dirigir para o local.

Tenha, igualmente, em atenção que a circulação de trânsito vai estar condicionada e/ou interrompida a partir das 16h00, nos acessos ao Largo da UFA, designadamente, no cruzamento da Avenida das Nacionalizações com as ruas Dom José Cárcamo Lobo, Cândido Manuel Pereira e da Indústria.

Este SIMULACRO agendado para dia 5 de Fevereiro surge enquadrado no âmbito da «Visita da Liga dos Bombeiros Portugueses» ao Concelho do Barreiro.

Com o objectivo de estabelecer uma relação de maior proximidade entre a Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) e as Associações de Bombeiros tem início, em 2010, uma operação designada por ‘Liga de Proximidade’ cuja primeira visita começa precisamente na Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários (AHBV) do Sul e Suste, no Barreiro.

Assim, e do Programa desta primeira visita a realizar pela LBP, destaca-se, pelas 10h00, uma Reunião entre a Direcção e o Comando da AHBV Sul e Sueste e o Conselho Executivo da LBP, seguida de uma visita ao Quartel-sede.

Pelas 11h15 está marcado um Workshop subordinado ao tema “Os Bombeiros e o Barreiro em transformação – Perspectivas no âmbito da Protecção Civil”: Arco Ribeirinho Sul; Reconversão dos terrenos industriais da ex-Quimiparque; Construção da Terceira Travessia do Tejo (TTT) e Alta Velocidade Ferroviária; Território Industrial – Directiva SEVESO II; Equipas de Intervenção Permanente (EIP); INEM – Posto de Emergência Médica.

Às 15h00 tem lugar a apresentação do Plano de Emergência da LBC Tanquipor – Apresentação do cenário de simulacro e, posteriormente às 16h00 terá, então, lugar o Simulacro – Acidente rodoviário envolvendo uma cisterna de combustível e um veículo ligeiro, no Largo da UFA.
ORIO.PT

Trabalhos de limpeza e prevenção no rescaldo do mau tempo na Madeira

Um dia depois do mau tempo ter assolado a Madeira e das condições meteorológicas terem melhorado, os bombeiros estão hoje a fazer trabalhos de desobstrução, prevenção e reconhecimento.
Os bombeiros municipais do Funchal estão a apoiar nos trabalhos de desobstrução das estradas e em prevenção, disse fonte da corporação à agência Lusa.

O Comandante e dois elementos dos bombeiros municipais de Machico estão também no terreno a fazer um reconhecimento das zonas mais afectadas, casos do sítio de Maroços e da freguesia do Porto da Cruz.

Em Santana, concelho nortenho e o mais afectado pelo temporal, o comandante dos bombeiros está a preparar uma equipa para enviar para as zonas que foram mais fustigadas, nomeadamente as freguesias do Faial e da Ilha.

As fortes chuvadas que se abateram sobre a Região desde a noite de segunda-feira, e que apenas cessaram na noite de terça-feira, provocaram estragos e desalojaram seis famílias.

Carros levados pelas enxurradas, 16 estradas regionais encerradas e atrasos e desvios no tráfego aéreo no Aeroporto Internacional da Madeira foram algumas das consequências do temporal.

Lusa

Músico dos GNR vai leiloar baixos para ajudar bombeiros

O músico Jorge Romão, baixista dos GNR, vai leiloar dois baixos elétricos para ajudar os bombeiros de Vila Praia de Âncora, onde mora, a comprarem uma ambulância.

Jorge Romão revelou à agência Lusa que o leilão decorrerá a partir de quinta feira (http://jorgeromao.leiloes.sapo.pt) e em destaque vão estar dois instrumentos que o acompanham há vários anos.

A base de licitação de cada um deles é de 500 euros. É um gesto solidário do músico para angariar fundos para os bombeiros de Vila Praia de Âncora, cuja "única ambulância que tinham está à espera de reparação", disse.

"Eu tenho quatro filhos menores e saber que não tenho uma ambulância com suporte básico de vida fez-me pensar que podia fazer alguma coisa para ajudar", referiu Jorge Romão.

"Informei-me sobre quanto custa transformar um furgão numa ambulância e custa entre 35 mil e 40 mil euros", sublinhou.

Quem fizer a licitação mais alta neste leilão receberá ainda a edição em vinil do álbum "In Vivo", dos GNR, há muito retirada do mercado, e um cartaz da marca de instrumentos Aria, ambos autografados pelo baixista.

Contactado pela agência Lusa, o responsável dos bombeiros voluntários de Vila Praia de Âncora, o comandante Manuel Reis, referiu que atualmente tem apenas uma ambulância ao serviço, mas sem suporte básico de vida.

"Estamos um bocado mal. Temos uma na oficina e outra a andar, o que é insuficiente", referiu o responsável, elogiando o leilão que acontecerá na quinta feira.

JN

segunda-feira, 1 de Fevereiro de 2010

Ana Estrada condecorada

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Missão humanitária portuguesa regressa do Haiti

A Força Operacional Conjunta (FOCON) enviada pelas autoridades portuguesas ao Haiti regressou na noite de domingo a Lisboa, após uma missão de duas semanas em Port-au-Prince. Mais de 600 pessoas estão agora a receber apoio no acampamento montado pela missão. O Governo pondera destacar uma segunda equipa no quadro de uma operação da União Europeia.
O avião que transportou a missão portuguesa de regresso a Lisboa aterrou no aeroporto militar de Figo Maduro cerca das 22h30.
Durante duas semanas, A FOCON, formada por elementos da Força Especial de Bombeiros "Canarinhos", da Autoridade Nacional de Protecção Civil, do Instituto Nacional de Emergência Médica e do Instituto Nacional de Medicina Legal, montou um campo com capacidade para acolher perto de 600 desalojados, a par do apoio médico e logístico à população de Port-au-Prince.

O acampamento construído em Delmas, nos arredores capital haitiana, encontra-se agora a ser administrado pela Assistência Médica Internacional (AMI). O ministro da Administração Interna, que recebeu a Força Operacional Conjunta em Lisboa, assegurou que a organização não governamental vai continuar a ter o "apoio necessário" por parte do Executivo.

No complexo de Delmas, assinalou Rui Pereira, "estão a ser directamente apoiadas 615 pessoas, 20 das quais crianças, e mais de mil indirectamente, fora do campo". O governante agradeceu o "trabalho notável" realizado pela equipa portuguesa: "É comovente ver que numa situação tão trágica como é aquela que o Haiti vive há forças para reconstruir, para renascer, para apoiar as pessoas que estão desalojadas, numa situação de grave carência e sobretudo também as crianças".

Governo pondera participação na missão da União Europeia

Em declarações à agência Lusa, o ministro da Administração Interna adiantou que o Governo está "a ponderar ainda" o envio de uma nova equipa portuguesa, no âmbito da força conjunta de assistência às vítimas do sismo de 12 de Janeiro entretanto anunciada pela União Europeia.

Contudo, Rui Pereira sublinhou que "não vale a pena estar a especular" sobre a composição da nova força portuguesa.

No interior de um hangar do aeroporto militar de Figo Maduro, o governante voltaria a agradecer o trabalho desenvolvido pela FOCON no terreno.

"Acompanhamos no dia-a-dia o vosso esforço e soubemos com muito orgulho que foram os primeiros a montar um acampamento organizado no Haiti. Soubemos que deram o vosso melhor no apoio àquela população vítima de uma tragédia devastadora", disse Rui Pereira.

"Missão cumprida"

O acampamento erguido em Delmas inclui 65 tendas. Foram instalados dois depósitos de água com uma capacidade de 20 mil litros, para além de três dezenas de latrinas, redes eléctricas e de drenagem, um posto de assistência médica, um infantário e uma estação de purificação de água.

O comandante Elísio Oliveira, responsável pela FOCON, mostrou-se também orgulhoso pelo trabalho desenvolvido em território haitiano.

"O sentimento de todos os elementos que participaram nesta força conjunta é de missão cumprida. Saímos daqui com uma missão e o voto de confiança de Portugal e dos portugueses, que ajudaram de várias formas, e portanto cumprimos o nosso dever e é com muita satisfação que estamos de regresso", afirmou.

O sismo de magnitude 7.0 na escala de Richter que atingiu o Haiti a 12 de Janeiro fez pelo menos 170 mil mortos e deixou um milhão de pessoas sem tecto.

RTP

sábado, 30 de Janeiro de 2010

Bombeiros de Loriga na Serra da Estrela

ZéFernandes

Seia pode perder aviões de combate a incêndios

Presidente da Câmara, que já reuniu com o secretário de Estado da Protecção Civil, promete repensar investimento a efectuar caso o Governo decida retirar os aviões.
Depois de ter sido rejeitado pelo Governo para acolher a sede permanente da frota de 10 helicópteros da Protecção Civil, o Aeródromo Municipal de Seia corre o risco de vir a perder os meios aéreos pesados de combate a incêndios. Recorde-se que é aqui que ficam estacionados os dois aviões aerotanques pesados, anfíbios, que operam em Portugal durante os meses de Junho a Outubro.
O receio foi manifestado por Carlos Filipe Camelo, que reuniu recentemente com o secretário de Estado da Protecção Civil, Vasco Franco, com quem discutiu o futuro do Aeródromo, nomeadamente a sua utilização no período destinado ao combate a incêndios.
O presidente da Câmara Municipal referiu, na última reunião do Executivo, que a «decisão política» que o Governo tomou há cerca de três anos para a valorização das instalações do aeródromo de Ponte de Sôr, «nessas circunstâncias, quer queiramos quer não, veio a beliscar aquilo que é a funcionalidade e a predisposição da colocação [em Seia] de equipamentos, mormente os aviões pesados», enquanto decorre a operação de incêndios florestais.
De acordo com o autarca, a reunião teve como objectivo «sensibilizar» o Governo porque «se há um conjunto de questões que hoje são colocadas e que são mais-valias que o aeródromo de Ponte de Sôr tem relativamente ao nosso; o nosso tem um conjunto de outras mais-valias que aquele não tem, mormente no que diz respeito à pista e às condições de aterragem». Contudo, reconhece que “o concorrente” é superior em termos de logística.
Estas condições que são apresentadas por Ponte de Sôr «também poderão surgir a médio prazo em Seia», referiu o presidente da Câmara aos vereadores, que salientou a candidatura apresentada ao QREN para a construção de um edifício e de uma aerogare, tendo sido aprovada uma comparticipação de 50 por cento dos 800 mil euros a investir, estando as obras já adjudicadas à empresa Condop.
Investimento a repensar
Uma das mais-valias deste investimento, disse também o autarca, tem a ver com a criação e instalação no local do Centro Municipal de Operações de Socorro (CMOS), ficando assim dotado o aeródromo de componente logística para os Bombeiros e a Protecção Civil.«É evidente que um projecto destes, se eventualmente não houver condições para que o aeródromo possa ser utilizado às operações de fogos florestais, ou outras ligadas à protecção e socorro, há que equacionar se valerá a pena nós estarmos a fazer um investimento daquele montante num espaço como aquele» porque, disse, «nós temos necessidade de dinheiro noutras situações» e, portanto, «poderemos inverter aquilo que são as prioridades» que a Câmara tem.Filipe Camelo disse que «não é isso que é o desejável», prometendo que vai tentar inverter a situação, apesar de no próximo Verão «não teremos as condições que serão as desejáveis».
Já na última Assembleia Municipal, o autarca já tinha referido que estava em curso um «lobby muito forte dos pilotos para deslocar os meios aéreos pesados para outro local mais próximo de Lisboa», apesar de a pista de Ponte de Sôr «só tem condições» para receber aviões até 5.700 toneladas, enquanto que a de Seia «está habilitada» para receber aviões com 15.000 toneladas.
Vasco Franco deverá visitar infraestrutura em Fevereiro.
Não possuindo o secretário de Estado algumas informações «correctas» e «de acordo com a realidade» de Seia, Carlos Filipe Camelo fez ver a Vasco Franco que os dois aeródromos «podem ser complementares». Para verificar isso mesmo no terreno, o secretário de Estado deverá deslocar-se ao local no próximo mês de Fevereiro, no sentido de se «inteirar daquilo que é a realidade do nosso aeródromo», adianta.«Vamos serenamente, embora com a preocupação e com o empenho na decisão, aguardar a visita de Vasco Franco que assim poderá ver o que o aeródromo pode oferecer», frisou ao autarca.
O Plano de Desenvolvimento do Aeródromo Municipal de Seia contempla uma intervenção global no recinto, com duas pistas, a construção de um heliporto e de sete hangares para manutenção e apoio às aeronaves, a sinalização da pista, a placa de estacionamento e a estação meteorológica, equipamentos que vão custar à autarquia cerca de 3,5 milhões de euros.O Aeródromo de Seia, a única pista de aviação existente no Distrito da Guarda, é praticamente em exclusivo utilizado pelos meios aéreos envolvidos no combate a incêndios florestais, mas a anterior Câmara, presidida por Eduardo Brito, prometeu abri-lo à aviação civil, principalmente para voos turísticos.
Exercício militar no Aeródromo
Como prova de que o Aeródromo de Seia tem condições para receber aviões pesados e de grande porte, o Ministério da Defesa Nacional e a Força Aérea Portuguesa vão levar a efeito o exercício “Real Thaw 10”, de 25 de Janeiro a 5 de Fevereiro.
À semelhança do ano passado, o exercício que foi planeado pelo Comando Operacional da Força Aérea e executado a partir da Esquadra 301, da Base Aérea de Monte Real, deverá envolver os aviões F16, os Aviocar e os helicópteros Allouette III, simulando um cenário de guerra, que em Fevereiro de 2009 foi semelhante ao que os militares poderiam encontrar no Afeganistão.
Porta da Estrela

sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010

Bombeiros de Gouveia contestam nomeação do comandante

Um grupo de bombeiros de Gouveia está a contestar a nomeação para comandante do actual comandante interino, António Soares.
O assunto, que tem estado a ser discutido num site na internet, está a criar mal-estar na corporação, havendo mesmo quem fale numa eventual «debandada» dos bombeiros.
O presidente da Associação Humanitária, Gil Barreiros, garante que o comandante proposto tem capacidades para desempenhar as funções e assegura que não está em causa a actividade do quartel.
Terras da Beira

Acidente em túnel da linha do Minho

Um acidente de trabalho no túnel ferroviário de Tamel, na Linha do Minho, em Aborim, Barcelos, causou um ferido, na madrugada de ontem.
Os Bombeiros Voluntários de Barcelos foram alertados às 01h50 e mobilizaram para o local três viaturas e nove elementos.

Tratou-se de um simulacro, em parceria com o consórcio Ferrovias e Construções, S.A./Mota-Engil S.A., com o objectivo de testar procedimentos em caso de acidente de trabalho real.
Na altura do simulacro, estavam no local 14 trabalhadores, mas só o responsável pela segurança e o director da obra sabiam do simulacro.

Os Bombeiros Voluntários de Barcelos demoraram 11 minutos a chegar ao local, onde havia uma vítima com uma fractura do membro inferior esquerdo, na sequência de uma alegada queda em altura.

A equipa de resgate precisou de 34 minutos para retirar a vítima que se encontrava a 530 metros da boca do túnel que tem 900 metros de comprimento. O simulacro revelou que as comunicações não funcionam no interior do túnel, o que pode ser um problema em caso de acidente.

O responsável da obra teve que sair do túnel para comunicar o acidente e os bombeiros também deixaram de ter comunicação, soube o ‘Correio do Minho’ junto de fonte da corporação barcelense. O túnel de Tamel está a ser alvo de obras de conservação.

Correio do Minho/Teresa Costa