
Para reparar a cobertura do quartel operacional, os bombeiros precisam de mais de 80 mil euros, de acordo com os orçamentos que recolheram até à data. Segundo Carlos Coelho, o material usado, sendo “de fraca qualidade”, não aguenta a água, provocando uma inundação no quartel sempre que chove. O problema veio antecipar a necessidade de substituição da cobertura que, sendo em fibrocimento de amianto, é proibida a partir de 2012.
A associação pensava juntar esta operação a um conjunto de obras que pretende candidatar aos fundos europeus mas Carlos Coelho está convencido de que a cobertura não poderá esperar tanto. A direção continuará a promover angariações de fundos para financiar a obra.
Jornal Labor
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