segunda-feira, 29 de agosto de 2011
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Jorge Garcia: As pedaladas de solidariedade são notícia nas Astúrias

Podría pasar por un turista más en la capital asturiana este agosto, pero sus piernas esconden un secreto. Con devoción, se arrodillan en la catedral de Oviedo, agradeciendo una nueva jornada sin incidentes en su particular peregrinaje. Entró en Asturias por Llanes el día 22 y saldrá hoy por Ribadeo rumbo Galicia.
Han pasado diez días desde que abandonó su hogar en Suiza en su bicicleta y aún le quedan cinco más para alcanzar su meta en Loriga, Portugal. No es ni el primero ni será el último que cumpla una hazaña deportiva atravesando cuatro países, -Suiza, Francia, España y Portugal-. El detalle no tan común es que le espera su bicicleta reclinada, adaptada a su discapacidad a la salida del templo más representativo de Oviedo.
Quizá agradezca a San Salvador cómo ha evolucionado su vida en los últimos once años. Cuando perdió un brazo en el año 2000 por un accidente laboral, Jorge García pensó que jamás se recuperaría y los cuatro años sucesivos confiesa que no levantó cabeza. En esos momentos de desesperación, una imagen de su juventud recorría su mente y le ayudó a reponerse: las carreras que hacía por Loriga, su ciudad natal portuguesa, con la ayuda de los bomberos de allí.
Entonces, en el año 2004, llegó a los oídos de Jorge la noticia de que el centro de estos bomberos se encontraba en ruinas y necesitaba 60.000 euros para su reconstrucción.
“La vida se mide por detalles humanos, del corazón”, dice, y por ese motivo planeó la ruta de 2.407 kilómetros desde su casa hasta Loriga. Su recorrido respeta el Camino de Santiago, que le recuerda a García la religión, que le ayudó a salir adelante, aunque las donaciones económicas de la gente, también resultaron decisivas. “por la voluntad se pueden comprar kilómetros”, explica García aunque se trate de una medida más bien simbólica para sufragar la reconstrucción del edificio de los bomberos portugueses.
Tan entregado a la causa está que afirma ahorrar todo lo posible durante el viaje. “Duermo en un saco de dormir en la calle para que los bomberos perciban la mayor parte del dinero”, justifica, y explica los motivos por los que se ha retrasado un poco en su viaje “Estos últimos cuatro días de lluvia han sido matadores”, comentaba ayer, aunque sus ánimos no flaqueen y en su camino brille el sol.
Comentário publicado (1)
He visto en el la página de los bomberos de ese pueblo que el edificio no estaba en ruinas, es nuevo.pero se ha quedado a medias. Ese hombre, así como tantos otros discapacitados, son una inspiración en estos tiempos de crisis y quejas. Eso sí, no ha tenido mucha suerte con el tiempo de aquí.
Por: Tino Menéndez
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Bombeiro Municipal de Leiria denuncia "perseguição" no seio da corporação

domingo, 21 de agosto de 2011
Octagenário morre a serrar botija de gás

Ascensão foi transportada para o Hospital de Aveiro e transferida para Coimbra. Os bombeiros de Estarreja apagaram as chamas, que consumiram os anexos da casa. GNR e PJ investigam a causa da explosão, que terá sido antecedida por um pequeno fogo. De acordo com os vizinhos, não foi a primeira vez que deflagrou um incêndio no anexo. Segundo o CM apurou, Alberto Ramos tinha por hábito, serrar botijas de gás vazias, para as transformar em fogareiros ou em recipientes.
CM
Mau tempo em Leiria provoca incêndios e quedas de árvores

Dois incêndios em Alcobaça são ainda as situações mais preocupantes domau tempo desta noite no distrito de Leiria, informou o comandante operacional do Comando Distrital de Operações e Socorro (CDOS), José Manuel Moura.
O comandante referiu que os vários focos de incêndio que assolaram hoje Leiria já se encontram em fase de rescaldo.
José Manuel Moura explicou que “desde as 18:00 que surgiu um número anormal de ocorrências”, entre as quais 18 incêndios, sendo os concelhos de Alcobaça e Leiria os mais atingidos.
“Foi uma situação que nos mereceu alguma preocupação e muita dispersão de meios”, adiantou o comandante, desconhecendo ainda as causas dos incêndios, que “as condições climatéricas não são alheias”.
Na praia do Pedrógão, no concelho de Leiria, a população ficou sem eletricidade cerca das 21H00, confirmou fonte da EDP à agência Lusa, acrescentando que se trata de “uma avaria geral”, não havendo ainda expetativa de resolução do problema.
O presidente da Câmara de Leiria, Raul Castro, explicou que o mau tempo provocou “danos na escola do Arrabalde, cujo muro desabou após a queda de uma árvore” e uma “chaminé de uma casa no Vidigal caiu”.
Apesar disso, “está tudo controlado. Os focos de incêndio estão em fase de rescaldo e não há feridos a registar. Apenas alguns danos materiais reduzidos”, acrescentou Raul Castro, salientando que os minutos de mau tempo foram um “pavor”.
as beiras
Ocorrências de Incêndios Florestais no momento

sábado, 20 de agosto de 2011
Ocorrências de Incêndios Florestais no momento

Área ardida até metade de Agosto é a terceira mais baixa da última década

sexta-feira, 19 de agosto de 2011
O incêndio que deu mais trabalho nas últimas horas está dominado

Segundo a página da ANPC recentemente actualizada (às 11:30), desde as 00:00h foram registadas 55 ocorrências de incêndios florestais dos quais 9 ainda se encontram em curso.
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
“Protecção Civil deve reduzir cargos a mais”

quarta-feira, 17 de agosto de 2011
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Polémica com Liga dos Bombeiros

“O Conselho Português de Protecção Civil repudia a ideia de extinção do Grupo de Intervenção Protecção e Socorro (GIPS) da GNR defendida pela Liga dos Bombeiros Portugueses, dizendo que é a única unidade de reserva específica para determinadas situações de catástrofe.
Em comunicado divulgado e assinado pelo presidente João Paulo da Encarnação, o Conselho refere que "não reconhece aos bombeiros portugueses a qualificação resultante do quadro de exigência, rigor e disciplina militar, que distingue os militares de operações especiais do Grupo de Intervenção em Protecção e Socorro [GIPS], da Guarda Nacional Republicana (GNR)".
Sr. Presidente da Mesa dos Congressos da LBP Sr. Jaime Soares, tem aqui a sua oportunidade de ganhar a Presidência da LBP, já que o Partido no Poder, lhe sorri e o respeita. Está na hora de devolverem aos Bombeiros a DIGNIDADE O RESPEITO e RECONHECIMENTO DA SUA COMPETÊNCIA ao longo de mais de 600 anos e que lhe foi retirado com a legislação em vigor.
Não comungo da ideia de extinção dos GPIS, visto que detêm uma vertente de socorro que poucas entidades estão aptas a desempenhar em Portugal estou a falar do USAR (Search and Rescue) que actuam em caso de catástrofes e em especial no Salvamento em Edifícios Colapsados, cuja estrutura que conheço é muito competente e bem organizada Comandado pela Srª Capitã Gisela da GNR. Área que os Bombeiros não têm qualquer formação salvo raras excepções.
Agora no que respeita aos Incêndios Florestais estou inteiramente a seu lado andar a extinguir fogos com pistola á cintura e com carros de passeio não dá jeito nenhum, dai a pouca Operacionalidade desta força na vertente I.F.
Senhor João Paulo Encarnação, Presidente do CPPC . Não sei nem me interessa qual a ordem de intolerância que sente por alguns dos dirigentes dos Bombeiros, mas não reconhecer aos Bombeiros Portugueses, uma Instituição com mais de 600 anos de Bons Serviços prestados na área do Socorro, a Qualificação respeitante ao Grau de Exigência no que diz respeito aos I.F…. já que o Rigor e a Disciplina da GNR nunca esteve nem está em causa.
Desculpe mas não lhe fica nada bem, nem ao Senhor nem ao Conselho a que Preside, e os BOMBEIROS PORTUGUESES merecem RESPEITO…
Por: Chefe António Richau in Diário de um Bombeiro
2419 incêndios nos primeiros quinze dias de Agosto

A fase Charlie, a de maior risco de incêndios florestais, teve início a um de Julho e termina a 30 de Setembro.
Durante a fase Charlie vão estar operacionais 9210 elementos (menos 775 que no ano passado), 2018 viaturas (menos 158) e 41 meios aéreos (menos 15), além dos 237 postos de vigia da responsabilidade da GNR.
Os incêndios florestais consumiram já este ano 18.415 hectares, menos 28 por cento do que no ano passado, mas as ocorrências de fogo aumentaram em cerca de um terço, revelam dados provisórios da Autoridade Florestal Nacional (AFN).
Segundo o relatório provisório de incêndios florestais da AFN, entre 01 de Janeiro e 31 de Julho arderam 18415 hectares de florestas, enquanto no mesmo período do ano passado a área ardida situava-se nos 25646.
A AFN adianta que nos primeiros sete meses do ano foram afectados 5979 hectares de povoamentos florestais e 12436 de matos.
Já as ocorrências de fogo subiram 32,7 por cento entre Janeiro e Julho relativamente aos mesmos meses de 2010, tendo-se registado 11235 ocorrências, contra as 8464 do ano passado.
Dos 11235 fogos, 1924 dizem respeito a incêndios florestais e 9311 a fogachos.
CM
“Portugal continua a ter uma floresta explosiva”

Duarte Caldeira – Concordo. Há um maior número de ignições mas a área ardida é significativamente menor. Não só pelo Verão ter chegado em força apenas em finais de Julho, mas também pela maturidade dos bombeiros a combater os fogos na sua fase inicial e por haver melhor coordenação operacional.
– Como tem visto o papel político a tentar debelar este problema nacional?
– Os fogos sempre foram uma arma de arremesso político. Há espaços florestais ao abandono, ninguém liga ao mundo rural, não há um cadastro florestal actualizado, e as políticas correctivas têm tardado. Continuamos a ter uma floresta explosiva.
– O estado das florestas é então preocupante...
– Muito. Na limpeza das florestas, ainda há um longo caminho a percorrer. É vital um esforço entre municípios, bombeiros e particulares. Depois vêem-se as pessoas desesperadas a tentar proteger as suas casas.
CM
domingo, 14 de agosto de 2011
Bombeiro morre em serviço na zona da Mealhada

Os colegas, que o acompanhavam, iniciaram rapidamente as manobras de reanimação e transportaram-no para o Hospital da Universidade de Coimbra, onde o bombeiro acabou por falecer.
As causas da morte não foram apuradas, aguardando-se a realização da autópsia.
O bombeiro, que vivia actualmente em união de facto, tinha três filhos de um casamento anterior, dois dos quais menores.
CM
Projectos de requalificação aprovados para os Municipais da Lousã e Voluntários de Serpins

sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Governo aprova alteração ao Código Penal em matéria de incêndio florestal

O Governo aprovou nesta quinta-feira uma proposta de lei que altera o Código Penal em matéria de crime de incêndio florestal, alargando o seu âmbito, e dos crimes de dano contra a natureza.
No comunicado divulgado no final da reunião do Conselho de Ministros através do 'site' do Governo, é ainda referido que a proposta de lei tipifica igualmente "um novo crime de actividades perigosas para o ambiente, transpondo duas directivas comunitárias, cujo objectivo é assegurar que em todos os Estados-Membros da União Europeia exista uma protecção penal contra comportamentos que prejudiquem ou ponham em perigo o ambiente e contra a poluição marítima causada por navios".
No único ponto do comunicado, o Governo adianta também que as alterações agora aprovadas modificam as "actuais previsões dos crimes de poluição e de danos contra a natureza, tornando-as mais abrangentes e eficazes".
Além disso, é ainda acrescentado, cria-se um novo crime de atividades perigosas para o ambiente, que abrange actividades como a transferência ilegal de resíduos ou a produção, comércio ou utilização ilegais de substâncias que empobreçam a camada de ozono.
"Por estes crimes podem ser responsáveis tanto as pessoas singulares como as pessoas colectivas", é referido.
A reunião do Conselho de Ministros, que teve início cerca das 8.30 horas, prolongou-se por quase 10 horas, tendo terminado cerca das 18.30 horas.
JN
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Bombeiros dizem que incêndio em Mangualde "está a ceder aos meios"

O incêndio que lavra no concelho de Mangualde "está a ceder aos meios e a melhorar bastante", disse à agência Lusa o segundo comandante operacional distrital, Henrique Pereira.
Segundo o responsável, "já só há focos pontuais e um bocado de frente activa, onde está a actuar um meio aéreo".
O incêndio, que deflagrou perto das 4 horas desta quinta-feira na localidade de Abrunhosa-a-Velha, chegou a aproximar-se de algumas casas de Guimarães de Tavares e de quintas, "mas que os bombeiros conseguiram proteger", contou.
No local estão 152 operacionais, tendo sido acionados Grupos de Reforço de Incêndios Florestais (GRIF).
"Já cá temos um GRIF de Lisboa e vêm mais dois a caminho", referiu Henrique Pereira.
O facto de terem sido accionados mais GRIF prende-se com "a vasta extensão que ardeu e a necessidade de fazer muita vigilância durante a noite", explicou.
JN
Cinco bombeiros feridos em despiste a caminho de incêndio

Quartel dos bombeiros em Muge encerrou para férias por falta de pessoal

Os Bombeiros Voluntários de Salvaterra de Magos têm uma secção na freguesia de Muge que habitualmente só funciona nas horas de expediente. Agora, em plena época de incêndios, encerrou por falta de pessoal. A funcionária que garante o atendimento do telefone e a manutenção das instalações, designada por quarteleira, e que é mulher do condutor da ambulância de transporte, está a gozar o período de férias e como não há ninguém para a substituir, as portas do quartel estão fechadas. Apesar das dificuldades a direcção dos bombeiros garante que não quer encerrar definitivamente a secção.
Mesmo que a funcionária estivesse ao serviço pouco ou nada podia fazer já que o telefone foi cortado há dois meses por falta de pagamento e neste momento também não há electricidade. A única viatura que está actualmente ao serviço, uma ambulância com mais de 700 mil quilómetros, só pode fazer transporte de doentes e não está preparada para evacuar feridos. O quartel já teve uma ambulância de socorro e uma viatura de combate a incêndios.
O comandante dos Voluntários de Salvaterra de Magos, José Alberto Vitorino, assegura que não está em causa o fecho da secção que considera poder ser útil no socorro na zona de Muge, Granho e Glória, atendendo à grande distância que estas têm da sede de concelho. Uma viatura pesada de combate a incêndios demora cerca de 20 minutos a fazer o percurso entre Salvaterra e Glória. A câmara municipal ofereceu uma viatura nova para combate a incêndios para a secção, mas não há pessoal para trabalhar com ela.
José Alberto Vitorino explica que alguns elementos atingiram a idade limite para exercerem funções e outros passaram ao quadro de reserva por não terem os requisitos mínimos exigidos pela Autoridade Nacional de Protecção Civil, que são 120 horas de piquete operacional e 75 horas de formação anuais. “Ficaram apenas cinco elementos que são insuficientes para neste momento garantirem um piquete diário”, explica o comandante, indicando que o número ideal para manter operacional a secção 24 horas por dia é de 20 elementos.
Em Outubro vai iniciar-se uma nova recruta e José Alberto Vitorino aproveita para lançar o repto aos jovens de Muge para que se inscrevam e possam fazer parte da secção para ajudarem a comunidade. O presidente da direcção dos bombeiros, António Malheiro, garante que está empenhado em dinamizar a secção.
O Mirante
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Incendiário denunciado pelas sobrancelhas
A GNR da Sertã deteve um homem de 37 anos, esta terça-feira (9) de manhã, em Fonte Fria, por suspeita de fogo posto.
O indivíduo é suspeito de ter ateado fogo a algumas silvas, mas as chamas alastraram e consumiram cerca de 3.000 metros quadrados de floresta.
Quando os militares chegaram ao local abordaram um indivíduo suspeito, residente nas proximidades e com pequenas queimaduras nas sobrancelhas.
O homem foi detido e o caso foi entregue à Polícia Judiciária.
Diário das Beiras
Stress dos bombeiros é igual ao dos militares no campo de batalha

Esta é uma das conclusões do psicólogo Rui Pedro Ângelo, da Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa, que estudou o fenómeno do stress e bem-estar dos bombeiros portugueses.
Bombeiros e militares lidam muitas vezes com situações de risco extremo, o que lhes provoca um aumento substancial do nível de stress. Mas isso nem sempre é negativo.
«O stress nem sempre é negativo para quem o sente, a curto prazo pode ser uma coisa estimulante para continuar a missão», explicou Rui Pedro Ângelo, dando como exemplo os militares feridos em combate que muitas vezes só dão conta do ferimento depois do conflito terminar.
Para o psicólogo, «tal como o stress psicológico em contexto militar, o efeito da adrenalina nos bombeiros pode ter vantagens a curto prazo, funcionando como um estímulo para lidarem com desgaste físico do combate aos incêndios».
No caso dos bombeiros que enfrentam incêndios e que colocam muitas vezes a sua vida em risco, ao terem a perceção dessa situação, o stress pode ajudá-los.
«A adrenalina pode ajudar no défice de alimentação e de líquidos ou no combate ao sono, quando estão a combater há mais de um dia. Aqui o stress funciona como um 'red bull natural' [bebida energética] para aguentar o desgaste físico», acrescentou.
Contudo, se o desgaste físico tem interferência no plano psicológico, o contrário também acontece: «Há pessoas que perante uma elevada tensão psicológica perdem capacidades físicas e comentem erros», referiu.
O especialista defende que é necessário sentir-se um «nível óptimo de stress para se estar ativo, mas ultrapassado esse limiar perde-se a capacidade de resposta, em alguns caso física, noutros no funcionamento cognitivo».
Mas se o stress sentido pelos bombeiros e pelos militares ou forças policiais é idêntico, a preparação de uns e de outros é muito diferente.
«A grande diferença para gerir com o stress passa pelo treino psicológico e esse os militares e as forças policiais têm e os bombeiros não», sublinhou.
Quem combate incêndios florestais tem apenas como ajuda a sua própria experiência e a forma como lidou com situações passadas.
«Bombeiro que esteja rodeado pelo fogo se não tiver treino para lidar com uma situação de perigo extremo pode correr para o lado menos adequado em termos técnicos e colocar-se a si e aos outros em perigo e isso já aconteceu em Portugal», afirmou.
Rui Pedro Ângelo defende a existência de equipas psicossociais que façam uma intervenção de suporte aos bombeiros nos combates aos incêndios, a maioria deles voluntários, algo que já está a ser implementado pela Autoridade Nacional de Protecção Civil.
«Quando um bombeiro morre numa frente de fogo não é só a sua família que é afetada, são todos os que continuam a combater os fogos e que pensam que essa desgraça também lhes pode acontecer. É um problema individual que tem um impacto colectivo», referiu.
Por isso, o psicólogo defende que os bombeiros portugueses deveriam ter um apoio individualizado, mas com consciência de que as situações dramáticas têm interferência no coletivo.
Lusa/SOL
Fogo destrói dois carros e obriga bombeiros a fugir

"Era uma frente de grandes proporções, com chamas muito altas e muito fortes que quase impediram a fuga dos efectivos", acrescentou uma fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS). Os bombeiros conseguiram fugir e resguardaram-se em locais "que ainda tinham alguma segurança, apesar de a situação ser perigosa". O adjunto de comando da corporação de Vila Flor sofreu queimaduras no rosto. O bombeiro foi transportado ao hospital para receber tratamento médico.
Os carros de combate, um Baribbi da corporação dos Bombeiros de Macedo de Cavaleiros, e um Iveco dos Voluntários de Vila Flor, ficaram totalmente calcinados. A perda total das viaturas representa um grande prejuízo para as corporações, pois cada uma custa cerca de 120 mil euros.
Segundo o Comando Distrital de Operações de Socorro, o incêndio deflagrou às 13.40 horas, foi combatido durante a tarde por equipas terrestres e helitransportadas, 60 bombeiros, 4 GIPS e 16 veículos operacionais de várias corporações de Bragança.
JN
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Combate a fogos

O Algarve turístico resiste, tenta erguer a cabeça, como demonstram as estatísticas do último ano e as previsões para este ano, e diga-se, em abono da verdade, pelo grande esforço dos empresários e seus colaboradores.
Porém, se olharmos aos últimos dez anos, a situação não é tão brilhante e são várias as razões internas e externas que levam à compreensão deste fenómeno.
Contudo, o objectivo destas linhas é trazer à luz do dia mediático o papel, muitas vezes esquecido, da Protecção Civil, na sua mais ampla versão de conjugação das forças de segurança com as instituições dos Bombeiros.
É tempo de demonstrar apreço e confiança às várias corporações de Bombeiros, sejam elas municipais ou constituídas por elementos voluntários.
O Verão traz-nos a ‘praga dos incêndios’, na sua maioria ocasionada por negligência ou por má-fé. Outras razões se podem acrescentar, como a falta de limpeza das nossas matas.
Aqui, cabe uma palavra de apreço ao papel dos caçadores, que se esforçam por manter os seus espaços de caça livres de material vegetal combustível.
Mas que dizer da abnegação dos bombeiros e das suas chefias!? Socialmente menos estimados do que deviam ser, são para eles as palavras destas linhas. Obrigado pelo vosso constante trabalho, mantenham-se atentos à época dos fogos.
O Turismo precisa muito do vosso trabalho e da vossa organização. Mostrem, mais uma vez, a vossa competência. O Algarve agradece-vos.
CM
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Sabugal: Mulher atropela e vai para casa
