quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Bombeiros Portugueses comemora 80 anos em Cascais e entrega condecorações

A Liga dos Bombeiros Portugueses celebrou ontem oitenta anos com uma cerimónia de entrega de medalhas, numa altura em que a sua principal preocupação é conseguir que as corporações tenham apoios financeiros e estabilidade na gestão.

O presidente da Liga, Duarte Caldeira, disse à agência Lusa que a principal preocupação da Liga é o "financiamento dos corpos de bombeiros", que não podem estar "dependentes da capacidade ou da sensibilidade de autarcas e outros agentes económicos", devendo receber do Estado "de acordo com as suas áreas de atuação" um apoio financeiro que lhes garanta "estabilidade na gestão".

No teatro Gil Vicente, em Cascais, a Liga vai condecorar hoje à noite a federação nacional de Caixas de Crédito Agrícolas, a Escola Nacional de Bombeiros, a Federação Distrital de Aveiro, o núcleo de intervenção social dos Sapadores de Lisboa e os bombeiros de Vila Meã, no concelho de Amarante.

Lusa

Bombeiros esperam há três anos por 95 novas viaturas

No Verão aumentam os incêndios mas também os acidentes. Em Castelo de Paiva o material de desencarceramento anda numa ambulância.
O levantamento das necessidades foi feito em 2007, houve uma candidatura de um pacote de 95 viaturas para operações de protecção civil ao Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), a despesa foi aprovada duas vezes em conselho de ministros, e, ainda assim, passaram três anos e nenhuma das corporações recebeu os carros prometidos. As queixas partem dos bombeiros que desde 2007 estão à espera dos meios, que então definiram então como prioritários. Contactado pelo i, o Ministério da Administração Interna (MAI), com a tutela do processo, não faz qualquer ponto de situação da entrega das viaturas, a maioria carros de combate a incêndios, florestais e urbanos, viaturas de desencarceramento que os bombeiros sublinham que fazem falta já este Verão.

Duarte Caldeira, presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP), assegura que há garantia de que as entregas vão começar entre Novembro e Outubro, pelo menos para os sete lotes (por categorias de veículos) que já foram adjudicados. Segundo o dirigente, continua por decidir a que empresas vão ser contratadas as viaturas de desencarceramento (VSAT). "Tem havido uma série de acidentes de percurso de natureza burocrática", explica Duarte Caldeira. O último foi o facto de um dos oito lotes submetidos a concurso público internacional não ter tido concorrentes, o que levou à exclusão das propostas apresentadas para os restantes. Só há um ano foi aprovado um novo concurso público para procedimento pré--contratual de ajuste directo, lê-se num despacho do MAI de Setembro de 2009.

O segundo comandante dos Bombeiros Voluntários de Vila Nova de Milfontes lembra-se do dia da promessa: 1 de Fevereiro de 2007. "Somos a corporação mais jovem do país e não temos nenhum veículo de combate a incêndios florestais (VFCI)", diz Francisco Santos. O atraso, condena, "é uma falta de responsabilidade" e pode um dia até pô-los "em xeque perante a população".

A queixa repete-se de norte a sul. Para João Naia, segundo comandante dos Bombeiros Novos de Aveiro, as duas VCFI - há três anos que espera uma terceira -, têm sido poucas para os fogos que têm ajudado a combater em Sever do Vouga, Casal de Cambra e Arouca. Para piorar um pouco as coisas, uma delas, com 16 anos, está na oficina. Joaquim Rodrigues, comandante dos Bombeiros Voluntários de Castelo de Paiva - a quem falta uma viatura de desencarceramento -, diz que o único material, com mais de duas décadas, anda aos tombos numa ambulância. Em Julho, demoraram mais de duas horas a desencarcerar cinco pessoas num acidente que fez dois mortos. "Os bombeiros mais próximos, de Lourosa e Fajões, estão a 45 minutos. Todos corremos o risco de um dia ficar à espera uma hora até que apareça uma viatura em condições", revela.

O atraso e a falta de informação são as principais críticas dos comandantes. Dizem ainda que o levantamento de necessidades foi feito em 2007, e que já poderia haver uma nova auscultação. Para Duarte Caldeira, esta é apenas a ponta do icebergue de um "défice enorme de equipamento". Mais grave ainda, adianta, é não haver um inventário dos meios. "Era indispensável tipificar as actuações de cada corporação para perceber que equipamentos fazem ou não falta", sublinha. No Verão, não só com os incêndios mas também com o aumento dos acidentes de viação, a lacuna sente-se mais, reconhece. "Negligência será sempre. Mas também não está definido por lei o que compete ao Ministério da Administração Interna ou às autarquias. São muitos os culpados."
ionline.pt

Número de fogos registados ontem foi inferior à média diária

A página oficial da Autoridade Nacional da Protecção Civil (ANPC) registava ontem seis incêndios em curso às 19h30. Desde as zero horas,a ANPC contabilizou 187 incêndios florestais no país - pouco mais de metade em relação à média diária de Agosto, superior a 300 incêndios.
Ainda assim, as chamas não deram descanso aos bombeiros durante o dia de ontem.

Vila Pouca de Aguiar, distrito de Vila Real, foi o concelho onde se verificaram as ocorrências mais significativas, num total de três incêndios, que às 17h30 estavam a ser combatidos por 81 bombeiros, quatro meios aéreos e 21 viaturas. Dois dos incêndios acabaram por ser extintos pouco depois. Em Tourencinho, os bombeiros controlaram as chamas às 18h04, depois do fogo que deflagrou ao início da tarde de terça-feira - e que já tinha sido dado como dominado às 5h35 - se ter reactivado às 16h22 de ontem. Também em Soutelinho do Mezio, naquele concelho, houve, às 14h59, uma reactivação do fogo que tinha sido dominado durante a madrugada de ontem, mas acabou por ser extinto quatro horas depois.

Já o fogo em mato na freguesia de Vila Chã, que deflagrou à hora de almoço, demorou mais tempo até ser dominado - situação que aconteceu apenas às 19h21. Até ao fecho desta edição, estavam no local 44 elementos, dez veículos operacionais e três meios aéreos e o incêndio ainda não tinha sido dado como extinto.

Na Madeira também houve registo de vários focos de incêndio no meio de áreas já ardidas, nos concelhos do Funchal, Santa Cruz e Santana. De acordo com dados da agência Lusa, 30 bombeiros e uma dezena de viaturas das corporações desses concelhos estiveram envolvidos no combate às chamas, para além dos 19 elementos e seis viaturas destacados para focos de pequena dimensão no Curral dos Romeiros, Babosas, Lajinhas e Corujeira, na capital madeirense. Desde sexta-feira, os incêndios naquela ilha destruíram quase por completo o Parque Ecológico do Funchal, sendo que nesse concelho destruíram ainda duas habitações e consumiram uma área que está estimada em mais de três mil hectares.

Desde o início do ano, já foram detidos 22 suspeitos por fogo posto, nove dois quais estão em prisão preventiva. Os dois últimos detidos, de 32 e de 16 anos, são suspeitos de terem ateado fogo em Castro Daire e em Rio de Loba, concelhos de Viseu. Ambos foram entretanto presentes a primeiro interrogatório judicial para aplicação de medidas de coacção.

Público

Polémica nos bombeiros de Tomar chega ao Facebook

Desde que o vereador Luís Ferreira impôs disciplina militar no quartel dos bombeiros de Tomar a polémica estalou.
As novas regras de funcionamento no quartel dos bombeiros de Tomar estão a provocar acesa polémica que já chegou ao Facebook.
Nesta rede social da internet foi criado o grupo “Nova Prisão Bombeiros Tomar” que contesta a disciplina militar imposta pelo vereador Luís Ferreira no quartel dos bombeiros.
Desde o início do mês os bombeiros de Tomar não podem estar sentados no banco ou a conversar com familiares ou amigos em frente ao quartel, só há um único acesso e todas as entradas e saídas de pessoas e viaturas são registadas, os bombeiros não se podem ausentar sem autorização superior, entre outras normas próprias de quartéis militares ou esquadras de polícia.
Por isso, os bombeiros e familiares que contestam as novas regras comparam o quartel de Tomar a uma prisão e adoptaram como hino o tema “soltem os prisioneiros” dos Delfins.
O vereador Luís Ferreira, responsável pelos Serviços Municipais de Protecção Civil e Bombeiros, vai realizar nesta terça-feira, dia 17, pelas 16.30 horas, uma conferência de imprensa.

O Templário

Fogos florestais já destruíram 70 mil hectares

Os incêndios florestais registados em Portugal entre Janeiro e 15 de Agosto já destruíram mais de 70 mil hectares, segundo o relatório provisório da Autoridade Florestal Nacional (AFN).
Em relação ao último relatório quinzenal da AFN, no período até 31 de Julho, arderam mais cerca de 50 mil hectares, totalizando até ao momento uma área ardida de 71 687 hectares.

Até Julho registaram-se 8753 ocorrências de fogo (1390 incêndios florestais e 7363 fogachos), que resultaram na área ardida total de 19 346 hectares, segundo a AFN, organismo do Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas.

O Ministério da Agricultura iniciou já o levantamento dos danos agrícolas provocados pelos incêndios.

Neste momento equipas das Direcções Regionais de Agricultura estão no terreno a processar informação, de forma a identificar situações de dano severo no capital agrícola e fundiário das explorações afectadas, refere o ministério em comunicado.

Logo que o processo de quantificação de todos os danos esteja concluído, serão tomadas as medidas necessárias que possam minimizar a perda do potencial produtivo afectado, que promovam o ordenamento e recuperação de povoamentos e estabilizem o solo após o incêndio, enquadradas no Programa de Desenvolvimento Rural (PRODER), acrescenta.

O Ministério da Agricultura indicou ainda que medidas complementares para repor o capital fixo da exploração ou para compensar as necessidades de alimentação animal «estão em preparação».

Lusa / SOL

Gouveia: Queda causa fractura

Um homem de 40 anos, que fazia uma caminhada próximo do Vale do Rossim, concelho de Gouveia, ontem à tarde, caiu de uma altura de cinco metros, sofrendo uma fractura exposta numa perna.
Foi socorrido pelos Bombeiros de Manteigas e de Gouveia e transportado num helicóptero do INEM para os Hospitais de Coimbra.
CM

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Chamas destruíram áreas protegidas da Serra da Estrela durante 4 dias

Incêndios do Concelho de Seia vistos no espaço

Marco Sousa, 2º Comandante dos Bombeiros de Cantanhede encontrado sem vida

O antigo segundo comandante dos Bombeiros Voluntários de Cantanhede, o sargento Marco Sousa, faleceu ontem. «Aconteceu no interior da cidade. A Polícia Judiciária esteve no local a investigar se foi suicídio ou homicídio», afirmou ao Diário de Coimbra fonte da GNR de Cantanhede. O alerta foi dado por volta das 19h30.
Os Bombeiros Voluntários de Cantanhede, que estiveram no local com uma viatura e três homens, recusaram-se a prestar qualquer esclarecimento.
Segundo o que o Diário de Coimbra conseguiu apurar, o sargento Marco Sousa, de 36 anos, tinha duas filhas, encontrando-se nos últimos meses “em baixo” devido a problemas familiares.
Marco Sousa pertenceu ao exército até há cerca de dois anos, sendo posteriormente convidado para o cargo de segundo comandante dos Bombeiros Voluntários de Cantanhede pelo antigo comandante da corporação, Mário Vieira.
No fim do mês passado o comando dos bombeiros demitiu-se em bloco, depois de muitas quezílias internas. Marco Sousa foi então integrado na Protecção Civil Municipal de Cantanhede. Enquanto operacional fazia prevenção nas matas e florestas, sendo visto habitualmente em grandes sinistros.
Marco Sousa era filho de outra figura pública de Cantanhede, o presidente do rancho regional “Os Esticadinhos”, Aurélio de Sousa.
Diário de Coimbra

PJ detém ex-bombeiro incendiário

A Polícia Judiciária identificou e deteve um homem, ex-bombeiro, por suspeitas da prática de um crime de incêndio florestal ocorrido no domingo em Alvaiázere, Leiria.

O suspeito terá utilizado um cigarro envolto em fósforos que acendeu e atirou para um terreno florestal, sem outra motivação aparente que não a de causar um grande incêndio.

O homem, de 31 anos, será agora presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coacção.

CM

Filipe Camelo teme que incêndio da Serra da Estrela afecte qualidade da água

O presidente da Câmara de Seia, Filipe Camelo, disse à agência Lusa recear que a qualidade da água para consumo no concelho seja afectada devido ao incêndio que na última semana devastou a Serra da Estrela.

«A bacia que abastece Seia e também Gouveia e Oliveira do Hospital foi seriamente tocada pelos incêndios», destacou o autarca.

Segundo Filipe Camelo, os municípios que se abastecem da água a partir das encostas da Serra da Estrela sofrem historicamente quando há fogos florestais na montanha.

«É uma consequência conhecida do passado: há cinco ou seis anos tivemos o mesmo problema com as primeiras chuvas após incêndios na serra» a arrastarem consigo as cinzas, realçou o autarca.

«Por enquanto, as nossas atenções ainda estão centradas no reacendimento de incêndios, como os que aconteceram hoje», destacou Filipe Camelo.

O presidente da Câmara de Seia acredita que os incêndios no concelho «têm mão criminosa».

«Há situações novas todos os dias, que persistem ao lado de terrenos que têm ardido», justifica.

IOL Diário

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Gouveia: «Parece que anda alguém a coordenar um conjunto de incêndios»

Governador civil da Guarda convencido que existe mão criminosa nos fogos da região.
O governador civil da Guarda, Santinho Pacheco, mostrou-se convicto de que «a esmagadora maioria» dos incêndios são ateados por «mão criminosa», como o que arde em Gouveia, no Parque Natural da Serra da Estrela.

Em declarações à agência Lusa, Santinho Pacheco disse ter-se apercebido cerca das 22h00 de domingo «que o incêndio se estava a desenvolver junto à estrada que liga Nabais a Folgosinho». «Às dez da noite um incêndio não começa espontaneamente, tem que haver alguém a deitá-lo», considerou.

Neste âmbito, disse ter «a convicção absoluta de que os incêndios têm na sua esmagadora maioria mão humana, às vezes negligente».

«Verificamos que quando se está no auge do combate a um incêndio ou quando os bombeiros já estão extenuados é que surge normalmente perto um outro incêndio», lamentou.

O governador civil lembrou que no domingo, durante toda a tarde, «os bombeiros andaram numa azáfama, completamente extenuados para acabar com o incêndio que havia, quer de um lado, quer do outro do Mondego, na zona da estação de Gouveia, Ribamondego e Arcozelo».

«Quando todos pensávamos que íamos ter uma noite descansada, às dez da noite começa outro incêndio. Parece que anda alguém a coordenar um conjunto de incêndios», considerou.

Santinho Pacheco admitiu que contribui também o facto de Gouveia ser «um concelho muito arborizado, da encosta da serra, e onde, como em outras regiões do país, os campos estão abandonados».

«Temperaturas tão elevadas, muito mato nos terrenos que não são cultivados, a desertificação do mundo rural e a mão criminosa que anda por aqui leva a que isto aconteça», referiu, acrescentando que o que vale é a dedicação dos bombeiros, «porque senão a situação era muito pior».

«Ninguém imagina o que é penetrar numa serra com declives tão grandes. Nós temos a sorte é de ter este grupo de bombeiros a que se juntam equipas muito preparadas, de sapadores, de canarinhos e da GNR», acrescentou.

TVI24

Incêndios: Marcelo Rebelo de Sousa faz uma breve análise dos fogos


Há poucos bombeiros para tantos fogos

Quem alerta é o presidente da Liga dos Bombeiros portugueses, que sublinha ainda o perigo que é a falta de limpeza das florestas.
Em resposta às críticas de que têm sido alvo, o presidente da Liga dos Bombeiros portugueses, Duarte Caldeira, admite que há poucos homens para tantos incêndios. Em entrevista à TVI, Duarte Caldeira, sublinha que os últimos três anos, «atípicos» do ponto de vista dos fogos, criaram expectativas que não correspondia à realidade.

Mas o responsável da Liga dos Bombeiros diz que a situação difícil que se vive agora era previsível. «Os incêndios florestais são uma consequência, não são uma causa. E todos os factores potenciadores dos incêndios florestais com a gravidade que temos tido, quando se reúnem, reflectem a situação que temos vivido», alerta, referindo-se nomeadamente à falta de limpeza das matas.

«Os últimos três anos teriam sido uma excelente oportunidade para inverter a situação. Não devíamos ter criado as expectativas que se criaram. Houve um conjunto de resultados que se geraram, mas eles são manifestamente insuficientes, face ao estado de degradação e abandono que os espaços florestais no nosso país atingiram», diz Duarte Caldeira.

De acordo com dados avançados este domingo pela Protecção Civil, os fogos, só este ano que ainda vai a meio, já queimaram tanto como nos últimos três anos todos juntos.

Enquanto Arcos de Valdevez arde, PJ apanha incendiário

Incendiário fica em prisão preventiva

Bombeiro continua em estado «muito grave»

TVI24

Incêndio em Gouveia obriga a evacuação

14 fogos, sete de maiores dimensões, lavram no país. As regiões do Norte e Centro enfrentam hoje o risco máximo de incêndio.
Foi evacuado por precaução o parque de campismo do Curral do Negro nas imediações de Gouveia. Mas, os bombeiros admitem ainda fazer o mesmo a um lar de idosos.

O comandante dos bombeiros de Gouveia Carlos Soares confirmou à Renascença a evacuação dos campistas e admitia fazer o mesmo em relação a um lar de idosos, devido a um incêndio que começou esta madrugada em Nabais, na área do Parque Natural da Serra da Estrela.

No Parque Nacional Peneda Gerês lavram dois fogos na zona protegida de Mezio/Travanca.

Há outros dois incêndios activos no distrito de Viana do Castelo, em Ponte Saim, com três frentes activas, e em Cerquido, concelho de Ponte de Lima, também com várias frentes.

Os bombeiros combatem chamas ainda em Moledo-Castro de Aire e em São Pedro, concelho de Mogadouro.

A Protecção Civil registou desde as 00h00 109 incêndios.

12 distristos em risco máximo
O Instituto de Meteorologia (IM) colocou hoje vários concelhos de 12 distritos de Portugal Continental sob aviso de risco máximo de incêndio, com as regiões do norte e centro a serem as mais afectadas.

O aviso está activo para os distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Vila Real, Bragança, Viseu, Guarda, Coimbra, Castelo Branco, Santarém, Portalegre e Faro.

De acordo com a informação disponibilizada pelo site da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) foram registados, no domingo, 413 incêndios florestais, os quais foram combatidos por 5233 bombeiros, apoiados por 1257 veículos e 139 meios aéreos.

O Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais irá manter a "Fase Charlie", considerada a de maior risco de incêndios, entre 1 de Julho e 31 de Setembro.

O medo salta quando o alarme toca

Morte da jovem de 21 anos deixou colegas mais atentos, mas também com receio do que pode acontecer

Cristiana Josefa, de 21 anos, perdeu a vida no combate às chamas em Monte Meda, Gondomar, na passada terça-feira. Seis dias depois, a tragédia continua a ser o assunto do dia no quartel dos Bombeiros Voluntários de Lourosa, corporação à qual pertencia.

A desgraça apanhou todos de surpresa, fez redobrar atenções e os bombeiros falam de um sentimento de "medo generalizado", quando o alarme toca e são chamados a intervir. Familiares e colegas continuam a receber apoio psicológico.

Em mais de 40 anos de história, a corporação de voluntários de Lourosa ainda não tinha vivido o drama de uma morte em serviço. Gabriel Bastos, 29 anos, faz parte do corpo de bombeiros há 14 e a fatalidade que vitimou Josefa demoveu-o da ideia de que essas coisas "só acontecem aos outros. Agora pensamos mais nisso, afinal também nos acontece a nós. Andamos com mais atenção", confessa ao DN.

A morte da jovem bombeira não afectou só a corporação de Lourosa. "As pessoas estão mais fragilizadas e há um medo generalizado, não só na nossa corporação mas também em outras. Já ouvi comentários de bombeiras que ponderam fazer uma pausa na actividade", desabafa Gabriel.

Nuno Matos, 31 anos, é bombeiro em Lourosa há 19 e confessa que esta situação "afectou e deu que pensar a todos". "Veio-nos reavivar que existem mais perigos do que aqueles que normalmente pensamos", admite.

Também as famílias dos colegas de Josefa viveram momentos dramáticos quando tiveram conhecimento da notícia. "Não nos afectou só a nós, afectou também as nossas famílias. Primeiro souberam que tinha morrido um bombeiro de Lourosa e depois que estava outro muito queimado. Pensaram que podia ser qualquer um", realça Gabriel.

O DN falou com a mulher de um dos voluntários que acompanhava Josefa em Monte Meda, quando a jovem foi apanhada desprevenida numa valeta, onde se escondia do fogo. A aflição foi grande quando, na praia, alguém se dirige a si e lhe pergunta quem era o bombeiro de Lourosa que tinha morrido. "Liguei ao meu marido e ele atendeu. Só aí fiquei mais descansada", disse, preferindo não revelar a sua identidade.

Mulher de voluntário, desde os tempos de namoro que foi alertada para a dureza de tal posição. "O meu marido disse- -me que antes de ser meu namorado era bombeiro", conta. Apesar de já se começar a habituar, a preocupação é grande sempre que a sirene toca. "Nós ficamos sempre preocupados, mas eles nem se lembram disso. Na hora da aflição não pensam em nada", acrescenta.

Gabriel Bastos, reforça: "Se nós pensarmos no que nos pode acontecer, não agimos." A prioridade é salvar quem está em perigo. "Somos bombeiros a partir do momento em que chegamos ao limite e avançamos", refere o voluntário.

Ainda de luto, os bombeiros de Lourosa torcem agora por Diamantino Teixeira, de 53 anos. O homem ficou com mais de 70% do corpo queimado no mesmo incêndio que vitimou Josefa, em Gondomar.

DN

Fogos em 2010 equivalem à soma dos últimos três anos

A Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) registou desde o início do ano 14 601 ocorrências de incêndios florestais, valor aproximado à soma dos últimos três anos, das quais mais de metade desde 23 de Julho.
Em conferência de imprensa na sede da ANPC, o comandante operacional nacional, Gil Martins, revelou ainda que desde 15 de Maio registaram-se 13 145 ocorrências e desde 23 de Julho 8791.

"Há um pico a partir de 23 de Julho que nunca mais parou. Estamos com uma média de incêndios florestais de cerca de 400 novas ocorrências por dia.

O valor acumulado de ocorrências de 2010 é já muito aproximado à soma de 2007, 2008 e 2009", afirmou.

CM

Suspeito de fogo posto em prisão preventiva

Ficou em prisão preventiva o presumível autor de três incêndios que destruíram áreas de pinheiros e eucaliptos, na zona de Lamego, nos passados dias 25 e 31 de Julho e 13 do corrente, revelou o gabinete de imprensa da Directoria do Norte da Polícia Judiciária.
Detido no âmbito de uma acção conjunta daquela directoria e da Unidade Local de Investigação Criminal de Vila Real, com a colaboração da Guarda Nacional Republicana, o arguido, de 41 anos de idade, é trabalhador agrícola, foi anteriormente condenado por crime de incêndio florestal, estava na situação de liberdade condicional e terá agido em quadro de alcoolismo.

A Polícia Judiciária, através da Directoria do Norte, anunciou outra detenção, na zona de Paredes, com a colaboração da GNR, de um homem, de 36 anos, como presumível autor de incêndio intencionalmente ateado, na tarde de 14 do corrente mês, que queimou mata, na zona de Paredes.

Ao arguido foi apreendida parte do produto acelerante, devendo conhecer hoje as medidas de coacção, no termo do primeiro interrogatório judicial.
Público

Bombeiro ferido em Gondomar está estabilizado

O bombeiro que há uma semana sofreu queimaduras em cerca de 60 por cento do corpo, num incêndio em Gondomar onde morreu uma jovem bombeira, está “estável”, mas continua com prognóstico reservado.
Em declarações hoje à Lusa, o cirurgião plástico Pedro Carvalho, da Unidade de Queimados do Hospital da Prelada, no Porto, referiu que o objetivo é mantê-lo “hemodinamicamente estável” para avançar para a fase cirúrgica do tratamento da queimadura.

O bombeiro sofreu “descompensações da parte renal, hepática e respiratória”, sendo o seu estado considerado “muito grave”.

O homem, de 53 anos, pertence à corporação de bombeiros voluntários de Lourosa e esteve na passada terça feira a combater um incêndio em Monte Meda, freguesia de Lomba, Gondomar, que acabou por provocar a morte de uma bombeira de 21 anos.

Destak

domingo, 15 de agosto de 2010

Serra da Estrela: triste cartão de visita

Incêndio em Aldeia da Serra: ocorrência de elevado risco, condições climatéricas a favor da desgraça ecológica, zona protegida do PNSE, combustível compacto e seco, entre outras, era este o cenário da manhã do dia 11 de Agosto que contava com cerca de 100 bombeiros exaustos, cerca de 20 viaturas (algumas delas obsoletas de tanto darem no duro durante anos) e quanto aos meios aéreos, esses que eram fundamentais, foram retirados! Retirados por quem, para onde e porquê?! Bizarro, um helibombardeiro pesado Kamov operava no mesmo dia e hora nas “necessidades das fogueiras” de Belas que contavam no terreno com “307 bombeiros, apoiados por 101 veículo e um meio aéreo” (palavras de um “papagaio” que com ar de gabão falava para a comunicação social).
Diferenças que eu acho bastante relevantes entre cada TO.
O resultado é este: Triste futuro, negro, deixamos nós aos nossos filhos.
Haverá ou não responsabilidades apurar neste incêndio… haverá ou não culpa de alguém para além da do pirómano idiota… existiu ou não vigilância... houve ou não má coordenação… houve ou não falta de meios mecânicos e humanos (o Sr. Ministro do MAI continua a dizer que temos meios suficientes no terreno…), mas onde é que isso acontece?
No meu entender uma vez mais a culpa morrerá solteira.
No breve passeio familiar pela EN339, senti grande revolta e consternação ao ver a paisagem negra ainda esfumada e ao mesmo tempo metia dó ver a passarada a esvoaçar sem rumo à procura daquilo que o fogo lhes consumiu, pensei na biodiversidade que não veremos nas próximas décadas e isto sem avaliar as consequências do meio ambiente e da quantidade de peixes que morrerão a curto prazo assim que as primeiras águas carregadas de cinza negra chegarem aos ribeiros e rios sob a forma de cortina que impedirá a oxigenação deste ecossistema.
Vale a pena pensar nisto.
Enviado por: majo

sábado, 14 de agosto de 2010

Autarcas e populares criticam coordenação de combate

A continuidade dos incêndios no concelho de Seia, na Serra da Estrela, e no Soajo, no Parque Nacional Peneda-Gerês (PNPG), são os casos mais preocupantes que ocuparam os bombeiros na última noite. Na localidade de Valezim, o fogo esteve muito perto da povoação, o que motivou críticas dos populares. Já em Arcos de Valdevez, o presidente da Câmara reprova a actuação do Instituto de Conservação da Natureza.
"Estou a apontar responsabilidades a quem estrutura, nomeadamente o Instituto de Conservação da Natureza (ICN)", que organiza a gestão do PNPG, aponta Francisco Araújo.

O autarca aponta a falta de recursos do director e dos técnicos do parque. "O parque não tem autonomia e o resultado está à vista. Ou seja, a gestão das áreas protegidas não pode ser feita de Lisboa. Não é possível fazer essa gestão", sublinha.

Francisco Araújo recorda que a zona foi afectada pelos incêndios há quatro anos. "As madeiras foram vendidas e o material lenhoso ficou aqui, o que tem agravado muito em termos de combustão, o incêndio propaga-se com enorme facilidade e com efeitos extremamente nefastos, como acabamos de ver", disse.

Um incêndio no PNPG, na localidade de Mezio, no concelho de Arcos de Valdevez, ainda está activo. O fogo está a ser combatido por 171 bombeiros.

O fogo também lavra muito perto do Soajo, apesar de controlado.

Autarca de Gouveia acusa falta de coordeanação

O incêndio no Parque Nacional da Serra da Estrela continua a causar preocupação. É combatido por cerca de 250 bombeiros.

Para o presidente da Câmara Municipal de Gouveia a coordenação do combate aos incêndios não está a funcionar devidamente.

Em declarações à repórter Carolina Ferreira, Álvaro Amaro acusa o Comando de não conhecer em concreto os pontos de fogo.

"Não se pode comandar quando não se sabe os pontos de fogo", dizia Álvaro Amaro, alertando para "estatística a mais e coordenação a menos". O autarca, que elogia a actuação dos bombeiros, nota que algumas operações de rescaldo não são feitas.

Fogo rondou casas em Valezim, Sabugeiro e Póvoa - Concelho de Seia,

Os habitantes da aldeia de Valezim viram arder habitações abandonadas e palheiros em locais mais afastados, o que suscitou críticas à coordenação do combate. Ainda assim, bombeiros e populares impediram as chamas de chegar a outras habitações.

A população criticou o que considera a actuação tardia dos bombeiros. Segundo um depoimento recolhidos pela RTP, durante a tarde de sexta-feira, os bombeiros assistiam quando a população apagava o fogo, tendo sido necessária a ameaça das habitações para que estes entrassem no combate.

Também no concelho de Seia, em Aldeia da Serra estão envolvidos no combate mais de 380 homens e dois meios aéreos.

Eram registados 21 incêndios activos às 10h de sábado, 11 dos quais a lavrar com intensidade. Desde a meia-noite foram registados 123 fogos.

RTP

Bombeiros de Esmoriz Estão de Luto

O Bombeiro Voluntário de Esmoriz, de seu nome António José (n.º mecanográfico 1800073) faleceu ontem após agravamento de doença.

Ainda há duas semanas combateu no incêndio em Arcos de Valdevez... mas pela forma como chegou dessa "batalha" contra o fogo (abatido/cansado) teve necessidade de ser assistido e o desfecho triste aconteceu hoje com o seu falecimento.

Foram 29 anos de bons e efectivos serviços que os seus companheiros não hão-de esquecer.

O funeral realizou-se sexta-feira dia 13 às 17h30 desde o Quartel dos Bombeiros Voluntários de Esmoriz onde foi velado e homenageado.


Aqui fica a homenagem de todo o Corpo de Bombeiros de Esmoriz ao seu colega que nunca vão esquecer.

Chora a sirene em triste lamento
Caem as lágrimas sem cessar
Uma forte dor, o sofrimento
Pelo Bombeiro que acaba de nos deixar.

Deixa-nos fisicamente…
Porque a memória não deixa apagar.
Este homem da paz continuará presente
Entre aqueles que o seu nome sabem honrar.

A semana tem sido enlutada
Porque outros Bombeiros pereceram
Mas esta fica, sem dúvida, marcada
Um dos nossos está entre os que desapareceram.

Na segunda família que são os Bombeiros
A tristeza e o lamento enchem o coração.
Porque há amigos bem verdadeiros
Nesta extraordinária Corporação.

As homenagens far-se-ão sentir
Nestes e em dias mais marcados
O Bombeiro que acaba de partir
Zelará para que os companheiros não se sintam desamparados.

O Bombeiro é sempre um ser especial
E a sua Vida mais valiosa do que é possível avaliar.
Luta a bem contra todo o mal
E a tudo acorre com o intuito de salvar.

Esta breve dedicatória
Traz consigo também uma fé.
Não nos irás sair da memória
Bombeiro António José

in bombeirosparasempre

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Onde Param as Viaturas do QREN???

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Incêndios na Serra da Estrela: a estrada Loriga Torre esteve cortada devido ao fogo

Álvaro Guerreiro deixa Bombeiros da Guarda em 2011

Desde 1980 nos órgãos sociais da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Egitanienses, Álvaro Guerreiro garante que este é o seu último mandato à frente da direcção da corporação. Uma saída que o presidente dos Bombeiros da Guarda encara com “o sentido de dever cumprido” uma vez que conseguiu alcançar um dos seus grandes objectivos: “a construção do novo quartel”, inaugurado em Agosto de 2003.

Em 2011 chega ao fim um ciclo de quase 30 anos. O ciclo de Álvaro Guerreiro na Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Egitanienses. O actual presidente da direcção encara a saída com “naturalidade” uma vez que o seu principal desiderato, a construção do quartel, foi alcançado.

“Saio, depois de todo este tempo, com a consciência clara que uma das vertentes do trabalho que foi feito incidiu na preparação de pessoas para assumirem, com conhecimento de causa, os destinos desta Associação Humanitária. Por isso, eu disse, expressamente, que estou convencido que nesta equipa directiva, à qual eu tenho muita honra de pertencer, há um conjunto de pessoas absolutamente determinadas e muito bem preparadas, a todos os níveis, para continuar a gerir os destinos desta Associação”, destacou Álvaro Guerreiro no dia em que os Bombeiros da Guarda assinalaram 134 anos de existência.

Apesar de a saída já dever “ter acontecido há mais tempo”, Álvaro Guerreiro diz que, desta vez, não se coloca a hipótese de “não aparecer mais nenhuma lista” porque, ao longo dos últimos anos, “foi feito um investimento no capital humano preparando-o para assumir a Associação”.

“A construção do novo quartel era a minha fasquia em termos de realização. Em 2003, ele estava feito e, portanto, já não fazia sentido continuar. Estou convencido que consigo que as pessoas que, neste momento, me acompanham na equipa directiva assumam por elas a Associação. Ou seja, a porta não está entreaberta está completamente escancarada”, frisou o presidente.

Além do presidente da direcção, o comandante dos Bombeiros da Guarda, Luís Santos, também pode estar de saída. Confrontado com este cenário, Álvaro Guerreiro rejeita a ideia de “conflito” e reforça que “depois de tanto tempo as pessoas necessitam de uma maior liberdade de acção”.

“O comandante Luís Santos há uma porção de anos que me vem dizendo que é desejo dele, mais tarde ou mais cedo, afastar-se do comando do corpo de Bombeiros. Agora, quer num quer noutro caso temos a consciência do dever cumprido. Quando isto acontece as pessoas pensam num frisson, num aspecto conflituoso, mas não há problema nenhum”, analisou Álvaro Guerreiro.

Maior consciência cívica - Na cerimónia do 134º aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Egitanienses, e numa altura em que o que norte do País tem sido fustigado com incêndios de grandes proporções, Álvaro Guerreiro salienta que “a consciência das pessoas tem sido determinante” para o reduzido número de incêndios que se têm verificado este ano na Região.

“A protecção civil começa pela consciência de cada um de nós. Eu, este ano, dizia que no concelho da Guarda não tem havido, até agora, felizmente, tantos fogos. Eu estou convencido de que há uma maior consciência cívica. Porque eu não tenho dúvidas nenhumas que a esmagadora maioria dos fogos florestais têm mão humana por trás, porque ninguém me faz acreditar que há uma ou às três da manhã seja a luz do sol a incidir sobre os vidros que incendeia os pinheiros”, reflectiu o presidente dos Bombeiros.

Ainda assim, o responsável pela direcção dos Bombeiros da Guarda alerta que “para evitar situações desagradáveis é necessária a cooperação de todos os agentes” porque, só dessa forma, é que se consegue “facilitar o trabalho dos bombeiros e prevenir situações desagradáveis”.

“Abandonou-se a agricultura tradicional, não se lavra, não se remexe a terra, não se colhe, não se planta, o mato cresce e floresce e entra pelas casas a dentro. A partir desse momento, qualquer risco de incêndio, com risco agravado de vento, de uma falta térmica e de uma carga de humidade leva a um descontrolo total. Nós somos os guarda-redes deste tipo de situações e, quando nós lá chegamos, já falhou a equipa toda. Das duas uma: ou fazemos um voo bestial, conseguimos defender o fogo e não entra golo, ou, então, somos acusados de frangueiros que não temos ido aos treinos”, concluiu Álvaro Guerreiro.

Santinho Pacheco promete esforço para Natal ‘com prendas’ - Mas, nem só de despedidas viveu o 134º aniversário dos Bombeiros da Guarda. O governador civil do distrito da Guarda, Santinho Pacheco, anunciou que está empenhado em “fazer chegar aos bombeiros uma viatura de combate a fogos urbanos” e em concretizar o projecto do “Centro de Limpeza de Neve”.

“Não penso vir à festa de Natal dos Bombeiros se, nessa altura, não estiverem resolvidos dois problemas: o da viatura para os fogos urbanos na Guarda, que é muito importante porque, por exemplo, a PLIE precisa de ter resposta em termos de fogos urbanos, e o do Centro de Limpeza de Neve. Neste aspecto, estamos dependentes da abertura de candidaturas e penso que no mês de Setembro podemos ter a resposta a esta necessidade” frisou Santinho Pacheco.

Nova Guarda