quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Detenções e inquéritos por suspeita de fogo posto são metade dos registados em 2009

Polícia tem dificuldade em reunir provas contra suspeitos de fogo posto. Este ano e até agora, o número de detidos, nove, é quase metade do registado o ano passado.
Desde o início do ano até ontem, a Polícia Judiciária (PJ) abriu 387 inquéritos judiciais por suspeita de crime de incêndio florestal, que resultaram em nove detidos. Estes números representam quase metade do que foi registado em 2009, em igual período. A explicação está, por um lado, no menor número de fogos. Por outro lado, há que ter em conta que ainda não são conhecidos os resultados de todas as investigações feitas aos incêndios das últimas duas semanas de Julho, que representam, isoladamente, 41 por cento do total provisório de 2010.

Em 2009, por esta data a PJ tinha aberto já 768 inquéritos e detido 16 pessoas. Este ano, a diminuição retoma uma tendência que vinha a verificar-se nos últimos anos: em 2006 foram abertos 1400 inquéritos, em 2007 baixaram para 1087 e em 2008 para cerca de 450.

Segundo fonte da PJ de Coimbra, onde está o gabinete coordenador da investigação destes crimes, a diferença entre 2008 e 2009 está no número de ocorrências reportadas à polícia. Até ontem, apenas foram comunicadas 862 ocorrências, menos 32 por cento do que em 2009.

Dos nove detidos - que incluem dois detidos anteontem, por suspeita de fogo posto em Vila Real (a 28 de Julho) e Castelo de Paiva (a 31 de Julho) -, quatro estão em prisão preventiva, o mesmo número de preventivos que no ano passado. Os outros aguardam julgamento em liberdade, sujeitos a medidas como a apresentação periódica às autoridades.

Antes de começar a época mais grave de incêndios, a PJ faz um levantamento da situação dos incendiários já identificados, mas não há ainda um sistema que permita vigiá-los e assim prevenir reincidências. Por exemplo, em Maio, a polícia deteve um homem por suspeita de fogo posto, delito que tinha praticado há um ano e pelo qual aguardava julgamento.

A percentagem de incêndios com mão criminosa é "grande", reconheceu o secretário de Estado da Protecção Civil, Vasco Franco, quando falava anteontem após uma reunião entre a Comissão Parlamentar de Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas e a Protecção Civil. O facto de, por exemplo, em Viana do Castelo - um dos distritos com mais fogos - um terço dos incêndios de Julho ter começado durante a noite indicia isso mesmo.

A moldura penal para estes crimes pode chegar aos 12 anos de prisão efectiva, mas a "grande dificuldade" das polícias é recolher provas que sustentem uma acusação contra os incendiários, lamenta Vasco Franco.

A falta de limpeza das florestas e zonas de mato próximas das casas é outra preocupação do governante, partilhada pela Associação Nacional de Empresas Florestais, Agrícolas e do Ambiente. A associação sustenta, porém, que o problema está na falta de operacionalidade do Programa de Desenvolvimento Rural (Proder). O programa atribui fundos comunitários aos proprietários florestais, para efectuarem acções de silvicultura preventiva. Mas até 2 de Julho a taxa de execução do Proder era de apenas 20 por cento.

O Norte continua a ser a região mais afectada pelas chamas

O dia de ontem voltou a ser complicado para os bombeiros, principalmente no Norte do país, a região mais afectada pelas chamas. Até à hora de fecho desta edição, os dados disponíveis no site da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) permitiam contabilizar 307 incêndios em todo o território de Portugal Continental, ainda assim menos 89 do que no dia anterior.
Público

Dados da área ardida nos fogos não batem certo

Contas da Autoridade Florestal Nacional não coincidem com as apuradas pelo sistema europeu de satélite que contabiliza mais hectares. Responsável nacional lembra que relatório é provisório.

Os incêndios voltaram ontem a varrer o País com mais de 350 fogos a ser combatidos pelos bombeiros. Os dados provisórios da Autoridade Florestal Nacional (AFN) sobre a área ardida em Julho, os mais graves desde 2006, não batem certo com os apurados pelo Sistema Europeu de Informação de Fogos Florestais (EFFIS). O sistema europeu mostra uma diferença de 2138 hectares na área queimada - o equivalente a outros tantos campos de futebol.

O relatório provisório, divulgado ontem pela AFN, revela que houve 5308 fogos que queimaram 15 890 hectares em Julho. Já o EFFIS, que ontem divulgou os dados dos incêndios com mais de 20 hectares, contabiliza em apenas 56 incêndios 13 756 hectares.

Mas há outras discrepâncias: vários fogos detectados pelo sistema europeu não constam nos relatórios nacionais. Segundo os dados do EFFIS, que monitoriza os incêndios na Europa através de um sistema de satélite, houve 24 fogos com área ardida superior a 100 hectares, em Julho. No entanto, o relatório provisório da AFN, só contabiliza 20. Neste tipo de fogo o EFFIS contabiliza 12 549 hectares, enquanto a AFN 10 405.

Em Viseu houve quatro grandes incêndios com mais de 100 hectares: Pinheiro, Arcozelo e Vila Chã de Sá, mas nos registos da AFN apenas é considerado o de Carregal do Sal. No mesmo distrito, e tendo em conta a EFFIS, a diferença é de 629 hectares. Também o fogo de Luzim, no Tâmega, não aparece nos dados nacionais.

As restantes diferenças são nas áreas de Sobradelo, Braga, onde a AFN contabilizou 732 hectares ardidos e o EFFIS 836. Uma contabilização que pode estar relacionada com a metodologia: enquanto em Portugal o levantamento da área é feito de forma manual, com carta militar, o sistema europeu, que nalguns fogos serviu a AFN, faz o rastreamento por satélite.

Amândio Torres, presidente da AFN, não estranha a discrepância nalguns valores. "Há sempre esta diferença porque o nosso relatório é provisório e pode haver incêndios que ocorreram em Julho e ainda não estão reflectidos neste relatório", disse ontem ao DN, à saída de uma reunião na Autoridade Nacional de Protecção Civil.

O relatório da AFN mostra que entre 1 de Janeiro e 31 de Julho o maior número de ocorrências se registou no distrito do Porto, com 2372. Nas áreas ardidas, o distrito de Aveiro é o mais negro, com 4131 hectares destruídos, seguido de Viana do Castelo com 3132 hectares. Estes dois distritos com Braga perfazem metade da área ardida até à data. Julho foi o mês com maior número de reacendimentos: 148. Mesmo tendo em conta os números da AFN, os 15 890 hectares de área ardida correspondem ao pior Julho desde 2006.

Ontem voltou a ser um dia mau no combate ao fogo. Até às 22.00, a Protecção Civil registava 358 ocorrências. A subida das temperaturas obrigou a Protecção Civil a accionar o alerta amarelo.

Ao início da noite havia 23 incêndios activos. O mais grave era em Ferreira do Zêzere, em Casal da Mata, e mobilizava 201 homens e 47 veículos. Em Alcanena o fogo obrigou ao corte da A1, que ficou intransitável nos dois sentidos.

DN

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

PJ suspeita de origem criminosa no fogo de Ferreira do Zêzere

PCP acusa Governo de ser responsável pelo estado das florestas

Bombeiros internados em Coimbra mantêm prognóstico reservado

Os dois bombeiros internados nos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC) por ferimentos graves sofridos num acidente de viação domingo mantinham, hoje de manhã, a mesma situação clínica, com prognóstico reservado, informou fonte do estabelecimento.
«A situação mantém-se», segundo fonte do gabinete de imprensa dos HUC, estabelecimento de saúde onde os dois bombeiros foram internados no domingo.

Os dois elementos dos Bombeiros Voluntários de Cabo Ruivo sofreram politraumatismos graves quando um carro da corporação se despistou na auto-estrada do Norte, na zona da Mealhada (Aveiro).

Estão internados no Serviço de Medicina Intensiva dos HUC, tendo necessidade de ser ventilados artificialmente.

O acidente, que provocou um morto e cinco feridos, deu-se quando os bombeiros regressavam a Lisboa depois de terem combatido incêndios no norte do país.

Lusa / SOL

Última quinzena de Julho foi a mais negra em área ardida

Este ano, Portugal teve o Julho mais quente dos últimos 79 anos. O fenómeno reflectiu-se no aumento do número de fogos e na área ardida

Só na última quinzena de Julho, os incêndios consumiram 15.129 hectares, uma área três vezes maior do que a que ardeu de Janeiro até 15 de Julho. O mais recente relatório da Autoridade Florestal Nacional (AFN) indica também que em 15 dias houve 3623 ocorrências. Estas representam, só por si, 41 por cento do total registado nos primeiros sete meses do ano. O aumento, admite a ANF, deve-se às altas temperaturas dos últimos dias, que se vão manter pelo menos até à próxima segunda-feira. Até lá, o país vai estar em alerta amarelo, o segundo grau numa escala de quatro.

Se, até 15 de Julho, a área ardida era 80 por cento menor do que em igual período de 2009, os números ontem divulgados (de Janeiro a 31 de Julho) apontam para uma diminuição de apenas 18 por cento. A situação "é preocupante", sobretudo se as condições meteorológicas dos últimos dias se prolongarem em Agosto, diz Duarte Caldeira, presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses. "Corremos o risco de ultrapassar a área ardida em 2009", alerta.

Em relação ao número de ocorrências, a AFN sublinha que, analisando o período entre 2000 e 2010, nos primeiros sete meses deste ano houve menos fogos do que nos anos anteriores, à excepção de 2007 e 2008. Ainda assim, nas últimas semanas de Julho houve dias em que se ultrapassou os 400 incêndios, números só registados em 2005 e 2006, anos que bateram recordes a este nível.

Ainda por cima, segundo o Instituto de Meteorologia, este mês de Julho foi o mais quente desde 1931. De 25 a 29 de Julho, por exemplo, as temperaturas rondaram os 42 graus, ainda longe dos 47,4 graus registados em 2003. Por outro lado, os valores de precipitação foram os mais baixos dos últimos 24 anos. "O que acontecer este mês [Agosto] vai marcar toda a época de incêndios", diz Duarte Caldeira.

Mas as altas temperaturas não explicam tudo. "Ainda não tivemos condições para ocorrências naturais, como trovoadas secas", mais habituais em Agosto, lembra António Salgueiro, coordenador do Grupo de Análise e Uso de Fogo, que tem ajudado no combate aos incêndios. Salgueiro garante que o problema está sobretudo nos comportamentos negligentes, já para não falar nos actos criminosos. O secretário de Estado da Protecção Civil, Vasco Franco, admitiu ontem que a "grande dificuldade" das polícias é a recolha de provas que sustentem uma acusação contra os incendiários, apesar de este ano alguns já terem sido condenados em tribunal.

Duas povoações ameaçadas em Ferreira do Zêzere

O incêndio que deflagrou ontem, por volta das 14h, em Ferreira do Zêzere, no distrito de Santarém, foi o que mobilizou mais bombeiros e veículos operacionais. À hora de fecho desta edição, estavam no local 182 efectivos e 47 veículos, ajudados durante a tarde por três helicópteros e dois aviões. Ao início da noite, o comandante distrital de Operações de Socorro de Santarém, Joaquim Chambel, anunciou o reforço de mais 60 operacionais de Lisboa.

As chamas, que ao início da noite lavravam em duas frentes, isolaram as povoações de Barradas e Rio Fundeiro, queimaram duas viaturas e provocaram a morte de quase 150 cabras que estavam num barracão. Uma habitante de Barradas teve de receber assistência devido à inalação de fumos. Citado pela Lusa, Chambel sublinhou o facto de o incêndio - que lavra numa zona com declives acentuados, tendo evoluído por "saltos" - ter sido atacado logo na primeira hora por mais de 100 homens.

Público

Bombeiros alertam para colapso iminente

O presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários dos Arcos de Valdevez , Pedro Marinho, alertou ontem para a "situação muito complicada" que a corporação vive, devido às dívidas de que são credores.

“Somos credores de dívidas que ascendem aos 70 mil euros; as dívidas que temos para com vários fornecedores começam a acumular-se, pois as receitas não nos estão a ser atribuídas atempadamente; os bombeiros começam a reclamar o pagamento dos serviços que fazem pelo INEM; os fornecedores, que constituem pequenas empresas, não conseguem suportar tanto tempo à espera do pagamento da Associação”, alertou, para definir a situação como “na rota do colapso iminente”.

“Estamos numa situação muito complicada. É preciso que as pessoas saibam que os Bombeiros estão condicionados pela quantidade de dívidas de que são credores. Queremos que a população tome conhecimento da realidade da A.H.B.V.A.V., para que se saiba que, se os fornecedores e os bombeiros estão descontentes com esta espera do que é deles por direito, nós também estamos, pois aguardamos também o que é nosso: é um ciclo vicioso, em que se não nos pagam, também não temos como pagar”, esclareceu Pedro Marinho.

A Associação emprega 18 funcionários (entre administrativos, motoristas, maqueiros, operadores de central e limpeza), pelo que a maior preocupação da direcção é assegurar atempadamente os salários que rondam 10.500 euros.

JN

Bombeiros Voluntários recebem 1,7€/h

Trabalham arduamente durante horas seguidas, debaixo de temperaturas elevadas, a combater as centenas de incêndios que deflagram no País.
Arriscam a vida e recebem como recompensa 1,70€ por hora. São bombeiros voluntários e estão revoltados com a quantia que ganham.
A opinião é partilhada por vários soldados da paz e respectivos comandantes das corporações.
No entanto, o assunto é visto como delicado e ninguém ousa dar a cara para denunciar a situação.
"Recebemos 1,70€ por hora. Todos dizem que os bombeiros têm muitos meios, mas quando temos de combater os incêndios vejo sempre as mesmas caras", revolta-se uma voluntária.
"Estive esta semana num incêndio e, em 20 anos de bombeira, nunca vi nada assim a arder. Parecia o fim do mundo", diz.

Um dia normal de trabalho é de 12 horas. Porém, esse dia é alargado por muitas mais horas no período entre 15 de Maio e 15 de Outubro, precisamente por ser essa a época dos fogos florestais.

O dinheiro é atribuído pela Autoridade Nacional de Protecção Civil a cada corporação.

CM

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Bombeiro ferido com gravidade em Torre de Moncorvo

Um elemento dos Bombeiros Voluntários de Mogadouro sofreu esta terça-feira de madrugada ferimentos graves quando combatia um incêndio florestal em Açoreira, Torre de Moncorvo, estando internado no Hospital de Bragança, noticia a Lusa.

Em declarações à Lusa, o segundo comandante dos Bombeiros Voluntários de Mogadouro, Ilídio Fernandes, explicou que o incidente aconteceu cerca das 2h30 quando o bombeiro de 21 anos combatia uma frente de incêndio, e após ter escorregado na escarpa, acabou por sofrer ferimentos na coluna vertebral.

O local do incidente, disse, era muito «irregular e rochoso», tendo o bombeiro sido socorrido de imediato por outros companheiros da corporação, que o transportaram para o Hospital de Bragança onde se encontra ainda em observações.

«Desconfia-se da fractura ao nível da quinta vértebra da coluna», precisou o segundo comandante.

Os Bombeiros Voluntários de Mogadouro faziam parte de um grupo de intervenção de combate a incêndios florestais, que se encontrava a dar apoio à corporação de Torre de Moncorvo.

IOL

Praia Fluvial de Loriga: local magnífico de recreio e lazer mas...

A excelente qualidade da água e o espaço magnífico de recreio e lazer da Praia Fluvial de Loriga permite todos os anos aglomerar imensa gente no verão. Quem frequenta este espaço tem noção dos poucos lugares de estacionamento e é uma constante que a EN231 sirva muitas vezes para parqueamento de veículos. A tropa mandará desenrascar mas...…mas bem perto deste local existe sítio próprio para reabastecimento de carros de bombeiros o que repetidamente “é esquecido”. Todos temos conhecimento que é nesta altura que infelizmente há movimentações no sentido de que a qualquer momento e sem aviso, os bombeiros necessitam urgentemente de atestar um dos seus veículos de incêndio mas o que encontram no lugar que lhes está reservado são imensas viaturas alheias ao serviço.A falta de civismo e ausência de austeridade por parte da autoridade torna isto possível. Os senhores automobilistas têm noção do risco e da infracção que correm uma vez que são informados desse facto através de uma tabuleta e da presença de um sinal de trânsito vertical (proibido estacionar), bem visíveis no local.

Enviado por: majo

SOS por um fio

A maioria dos postos avisadores SOS das principais vias do país continua... muda – e muitos deles embrulhados em plástico. A dúvida está instalada. Vão ou não ser extin - tos estes postos?

Num primeiro comunicado, a Estradas de Portugal (EP) anunciou a desactivação de 304 destes “telefones” nos IP e IC. Explicação oficial? O sistema, datado da década de 1990, estava obsoleto e era demasiado “dispendioso”. Como tal, previa a sua substituição, mas apenas para o pró - ximo ano, por uma outra tecnologia mais avançada e mais barata. Até 2011, a EP chegou mesmo a aconselhar o uso do telemóvel a quem se visse numa situação de emergência num destes troços.

Na sequência deste anúncio, levan - taram-se várias vozes: desde os utentes do IP3 e IP4, ao próprio Conselho Executivo da Liga dos Bombeiros Portugueses, recordando, este último organismo, que, “em algumas zonas do país, os telemóveis não têm rede”.

Em declarações ao Diário de Notícias, a EP, afirma que, “de acordo com o actual contrato de concessão da rede rodoviária nacional do Estado com a Estradas de Portugal SA, estabelece-se expressamente, no nº 48.1, a obrigação de ser assegurada assistência aos utentes das auto-estradas, mas apenas aí”. Será assim?

DITO POR NÃO DITO?
Não, não é assim. A advogada Teresa Lume contesta esta leitura simplista da lei. E explica à nossa revista: “A empresa EP deve manter em bom estado de funcionamento e de conservação todos os equipamentos das vias, sob as quais tem jurisdição. Estes equipamentos vinham incluídos no pacote de concessão. Não é obrigada, isso sim, e segundo este contrato de concessão, a instalar equipamentos de telecomunicações em vias não classificadas como auto-estradas não exis - tentes à data do contrato de concessão”. E acrescenta: “O Plano Rodoviário Nacional institui que os IP e IC devem estar dotados de equipamentos de apoio ao utente, devidamente espaçados entre eles, áreas de serviço e de repouso”.

Perante toda a polémica, a EP deu o dito por não dito. E afirmou que, afinal, ainda existem 153 postos SOS em actividade. A AutoMotor tentou contactar a empresa, mas, até ao fecho desta edição, tal não foi possível. Contudo, tal como constattou nos vários troços que percorreu, já depois deste aparente volte face, os postos ainda continuavam completamente envoltos em plástico preto. Há espera, quem sabe, de serem substituídos, activados... ou extintos.

Automotor

Alenquer: Incêndio em prédio de 10 andares, três feridos

Um prédio de 10 andares está a arder na zona do Carregado, em Lisboa. Segundo a Autoridade Nacional de Protecção Civil ANPC), há registo de três feridos ligeiros, devido a intoxicação.

O fogo deflagrou no 8º andar do edifício na zona da cozinha, pelas 14:04 horas.

No combate ao incêndio estão 43 bombeiros, apoiados por 15 veículos operacionais. No local está ainda o 2º Comandante Corpo de Bombeiros de Alenquer. Segundo a ANPC, o incêndio já está dominado.

Diário Digital

32 incêndios activos em Portugal Continental, seis de maior dimensão

A Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) registava 32 incêndios às 15h02 de hoje, destacando seis fogos nos distritos de Viseu, Viana do Castelo, Coimbra e Lisboa pela sua dimensão ou meios envolvidos.
Segundo a ANPC, o incêndio que mobiliza mais meios está a lavrar desde as 13h35 na localidade de Ponte Velha, concelho da Lousã (Coimbra). Com duas frentes activas, o fogo em floresta envolve 109 bombeiros, 25 veículos e um helicóptero e dois aviões Canadair.

O incêndio que deflagrou no início da manhã de hoje no concelho de Nelas (Viseu) foi reactivado às 12h54 e neste momento está com uma frente activa. No combate às chamas estão 46 bombeiros e 13 veículos.

No distrito de Viana do Castelo estão a lavrar três incêndios nos concelhos de Arcos de Valdevez e Paredes de Coura, mobilizando no total 37 operacionais, 10 viaturas e dois helicópteros. A ANPC regista ainda um outro incêndio na localidade de Moledo, concelho da Lourinhã (Lisboa), que está a ser combatido por 20 bombeiros e sete viaturas.

Segundo a ANPC, a Polícia Judiciária está no local do incêndio, além de já ter sido accionado um helicóptero. A página da Internet da Protecção Civil indica também que desde as 00h00 de hoje deflagraram 232 incêndios florestais e ao longo do dia de segunda-feira registaram-se 297 fogos.

Lusa/SOL

B.V.M prestam apoio aos Peregrinos do Bom Jesus

Há já vários dias que pelas estradas do Pico se vêem peregrinos do Senhor Bom Jesus Milagroso, e em mais um ano os Bombeiros Voluntários da Madalena dão apoio a estes homens e mulheres.
Desde segunda e até esta quinta-feira, das 19 às 24h os Soldados da Paz estão com uma ambulância permanente na estrada regional, dentro do concelho da Madalena a prestar ajuda a quem precisa.
Ricardo Dias, comandante desta Corporação explica que a acção humanitária se estende das Bandeiras a S. Caetano, “há pessoas de todas as idades na estrada, caso precisem de água, curativos ou ajuda nós estamos preparados para dar todo o apoio possível”, acrescentando que em caso de ajuda os peregrinos devem ligar directamente para o 292 628 300, os bombeiros da ambulância são contactados pelo quartel via rádio chegando ao local solicitado mais rapidamente.
É de salientar, que às dez da noite de quinta-feira sai uma peregrinação da Igreja da Madalena e outra da Igreja da Silveira orientada pelos sacerdotes André Resendes e João da Ponte, prevendo-se a chegada ao Santuário de S. Mateus à uma da manhã, aonde depois os Romeiros podem participar na vigília de oração durante a madrugada do dia 6.Sandra Borges/ Rádio Pico

Fonte: Rádio Pico

"Incêndios nunca mais! Nem quero saber"

Na Tulha Nova, nas serranias do concelho de Castro Daire, a população vai deixar de ajudar a combate r as chamas depois de se ter desentendido com os militares do Grupo de Intervenção Protecção e Socorro (GIPS), da GNR, sobre prioridades no combate ao fogo. Um dos populares acabou mesmo por ser detido. "Incêndios nunca mais. Nem quero saber", resume Norberto Ferreira.

O agricultor, que de véspera teve o fogo "à porta do palheiro", onde tem "duas vacas que são o trabalho de uma vida" e o seu sustento, ainda olha "zangado" para as marcas das chamas. Quando as labaredas chegaram ao palheiro correu a combater as chamas. O cunhado, António Paiva, foi pedir ajuda à brigada de helicóptero. A resposta não foi a esperada. "Ele perguntou-lhe se sabia com quem estava a falar e nem deu tempo de mais nada. Tirou o capacete, disse que era da GNR e espetou-lhe uma bofetada", conta.

Revoltada a população da aldeia, ontem, já não ajudou os bombeiros. Ficou nas janelas e no café a ver. Contam o desentendimento entre o o militar da GNR e António Paiva, que acabou detido no posto por uma noite. Na discussão foi também agredido um rapaz de 17 anos, Ivo Ferreira, que foi tratado no Centro de Saúde de Cinfães de onde "saiu sob escolta da GNR para Castro Daire onde foi entregue aos militares do GIPS", contou fonte da GNR. Aguardam julgamento em liberdade.

O helicóptero está ao serviço da Protecção Civil, que recusou prestar esclarecimentos, tal como a GNR e o Ministério da Administração Interna.

DN

Troca de agressões entre GIPS/GNR e populares

TROCA DE AGRESSÕES NO MP

"Um mal-entendido lamentável entre pessoas que apenas queriam fazer o melhor para apagar as chamas."

Foi assim que o Comando-Geral da GNR classificou ontem o desentendimento entre cinco elementos do Grupo de Intervenção, Protecção e Socorro (GIPS) e alguns populares, no domingo à tarde, em Castro Daire.

Segundo apurou o CM, um militar ter-se-á ferido quando saiu do helicóptero e os companheiros procuraram retirá-lo para ser assistido.

Os populares pensaram que eles estavam a abandonar a frente de fogo e exaltaram-se. Os militares responderam, acabando por verificar-se uma troca de agressões.

O caso seguiu para o Ministério Público.

CM

Bombeiros estão fora de perigo

Dor e consternação são os sentimentos que invadem os Bombeiros Voluntários de Cabo Ruivo, Lisboa, que na tarde de domingo perderam o 2º comandante, Carlos Santos, num acidente na A1, quando regressava, com mais cinco bombeiros, de uma semana de trabalho intenso em Fafe.
Os feridos não correm risco de vida. Bruno Morgado e Susana foram ontem transferidos dos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC) para o Hospital de S. José, em Lisboa. Luís Gonçalves e Nuno Agostinho mantêm-se no Serviço de Medicina Intensiva dos HUC, com politraumatismos, e Nuno Elvas continua internado no Hospital dos Covões, em Coimbra.

As causas do despiste estão a ser investigadas pelo Núcleo de Investigação de Acidentes da GNR de Coimbra.

Ontem, os militares voltaram ao local para recolher vestígios com vista à reconstituição do acidente e aguardam pelo relatório da autópsia para saberem quais as causas da morte de Carlos Santos. Uma primeira análise aponta para o rebentamento de um pneu, mas só a investigação irá esclarecer o que aconteceu.

O funeral de Carlos Santos realiza-se hoje, às 11h00, do quartel para o talhão dos Bombeiros Voluntários, no cemitério do Alto de São João.

CM

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Limpeza de matas por controlar

A falta de incentivos para a limpeza das matas e a pouca ou quase nula punição pelas infracções convidam ao desleixo. Bombeiros e ambientalistas pedem um cadastro da floresta, benesses para os pequenos proprietários e, acima de tudo, mais consciência cívica.

A par das condições meteorológicas, um grande obstáculo que os bombeiros têm enfrentado nos últimos dias são as matas por limpar que rapidamente propagam o fogo. A lei até é ajustada, o problema, dizem bombeiros e ambientalistas, está na sua aplicação.

O Ministério da Agricultura assegurou ao JN que "os meios inscritos na lei são adequados à sua fiscalização". Todavia, ressalva que, "na generalidade dos casos, as coimas são aplicadas pelas câmaras municipais, pelo que está na mão dos autarcas uma das valências mais importantes da execução do decreto-lei".

Acresce a isto a falta de um cadastro florestal com a indicação dos proprietários e as características do território, o que dificulta em muito a notificação dos responsáveis.

O presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) também crê que "não é necessária mais legislação", mas, sim, "audácia e criatividade na sua aplicação", além do já referido cadastro. Duarte Caldeira acha que incentivos fiscais aos pequenos proprietários - que são responsáveis por 77% da floresta nacional - poderiam gerar uma maior adesão às Zonas de Intervenção Florestal (ZIF).

As ZIF foram criadas para permitir uma gestão integrada e comum de pequenas parcelas de terreno, que por si só não seriam rentáveis. Actualmente, existem 122 ZIF, totalizando 571 mil hectares de terreno. Se este número deixa o ministério "optimista quanto à mudança do paradigma da gestão da floresta privada, fundamental para uma floresta mais protegida, mais produtiva e mais sustentável", já o presidente da LBP considera-o "muito reduzido" face aos 3,5 milhões de hectares de zona florestal que existem em Portugal. Por isso, Duarte Caldeira pede que se criem mecanismos que tornem rentável a exploração das matas que, assim, ficariam "ordenadas".

Domingos Patacho, da Quercus, alinha pelo mesmo diapasão. "Para concretizar as ZIF são necessários apoios públicos, se não, reúne-se a informação, e, depois, porque implica custos, não se faz nada", acrescenta.

Mais a montante, outro dos problemas na prevenção dos incêndios é a falta de consciência cívica, tanto de proprietários, como dos cidadãos. "Não pode ser só pela obrigatoriedade, mas também pela sensibilização", diz Domingos Patacho. "É uma questão cívica. Não se pode usar fogo na floresta, não porque é proibido, mas porque vai destruir a floresta que é deles e deveria passar para os filhos".

JN

Bombeiros 'financiam' Estado na despesa de fogos

Um dia de combate pode significar milhares de euros, adiantados pelas corporações.

Um único dia de combate às chamas pode significar milhares de euros em combustíveis e refeições que os bombeiros pagam primeiro para serem reembolsados depois, o que os leva a alertar que estão a financiar o Estado.

O secretário de Estado da Protecção Civil anunciou que o dispositivo deste ano custa 103 milhões. Números que não englobam "combustíveis, refeições e reparação de material", garante o presidente da Direcção dos Bombeiros da Guarda. Despesas "extraordinárias e que as corporações suportam directamente para serem reembolsadas mais tarde", adianta Álvaro Guerreiro. Quando "o número de fogos aumenta estas despesas crescem".

Foi o caso do concelho de Arouca, em Aveiro, onde na última semana os fogos não deram tréguas. Com "a necessidade de receber reforços, os custos logísticos ficam com a corporação", diz o comandante de Arouca. De "segunda a quinta-feira tivemos 50 homens por dia, que almoçaram e jantaram", revela Felismino Amaral, que salienta que cada refeição "custou 5,5 euros". Só de refeições foram 2200 euros num único fogo a que "acrescem os custos com combustíveis", diz o comandante. Sem precisar valores de combustíveis, o graduado adianta que "os carros dos bombeiros consomem muito porque não é só para circular, mas para ter as bombas em funcionamento".

Despesas que muitas corporações, sobretudo as mais pequenas, "não têm capacidade económica para fazer frente", diz Álvaro Amaro. Há ainda "a reparação dos veículos, pequenas avarias, pneus que rebentam", diz o dirigente que lembra que as corporações de bombeiros "são chamadas a financiar o Estado e muitas das vezes acabam por ser reembolsadas vários meses depois". O responsável lembra que "as associações de bombeiros assumem despesas de milhares de euros sem que o Estado, a quem compete pagar essas despesas, atribua qualquer verba para reduzir o esforço".

São os comandantes distritais que fazem esse levantamento e que o submetem à aprovação da Protecção Civil. Mas, lembra o comandante dos Bombeiros de Poiares e responsável pela Protecção Civil no seio da Associação de Municípios, essas despesas "são pagas tarde e a más horas". Jaime Soares adianta que "em muitos casos as facturas são devolvidas e nunca acabam por ser pagas todas as despesas".

De acordo com o Tribunal de Contas, que auditou os mapas financeiros da Protecção Civil relativos a 2007, naquele ano foram gastos 3,7 milhões de euros€ em combustíveis, "a grande maioria no 3.º trimestre, o pico da actividade que corresponde aos fogos florestais", e 1,5 milhões de euros€€ de despesas relativas às "despesas extraordinárias".

A Protecção Civil não prestou esclarecimentos. Apenas afirmou que a responsabilidade pelo "apoio logístico em alimentação é do corpo de bombeiros local, apoiado pela câmara municipal e que depois é ressarcido".

DN

"Ele era um homem prestável, estimado e dedicado"

O ambiente no quartel dos Bombeiros Voluntários de Cabo Ruivo, em Lisboa, era ontem de profunda consternação.

À medida que as horas iam passando, chegavam familiares, colegas e amigos das vítimas do acidente. Alguns permaneciam em silêncio, uns pareciam incrédulos, outros choravam a má fortuna.

A dada altura, um jovem bombeiro colocou a bandeira da corporação a meia-haste. Era o início do luto pela morte do 2º comandante Carlos Santos, profissional acarinhado, admirado e respeitado na corporação.

"A corporação está em baixo" - "Ele era um homem prestável, estimado e dedicado", disse-nos, com os olhos embaciados na comoção, o comandante da corporação, Paulo Mina. "E foi levado sem qualquer explicação", afirmou.

Segundo foi dito ao JN, o 2º comandante Carlos Santos teria cerca de 50 anos e deixou uma esposa e os pais ainda vivos. "Estamos a fazer o acompanhamento das famílias através de psicólogos", afirmou Paulo Mina. No quartel dos Bombeiros Voluntários de Cabo Ruivo estavam também elementos da Protecção Civil de Lisboa e o vereador Manuel Brito.

"Animicamente a corporação está em baixo", apontou o comandante Manuel Mina, garantindo que "neste momento temos que recuperar a confiança e o ânimo destes homens porque não é fácil perder um amigo e saber que os homens estão no hospital e nós não podemos fazer nada". "Queremos recuperar este corpo de bombeiros desta tragédia", sublinhou.

As vítimas do acidente estavam a regressar a Lisboa depois de terem feito mais de 300 quilómetros para o Norte com o intuito de ajudar o combate a fogos em Fafe e Celorico de Basto.

"A informação que nós temos é que tinham descansado o suficiente para fazerem o seu regresso", asseverou Paulo Mina, frisando ainda a sua certeza de que "eles foram uma ajuda preciosa" na luta contra os fogos em Fafe e Celorico de Basto.

JN

Acidente na A1: 2º Comandante morreu e cinco ficaram feridos

PJ identificou adolescente incendiário

A Polícia Judiciária, em colaboração com a PSP de Elvas, identificou na sexta-feira um jovem estudante, de 14 anos, pela presumível autoria de um incêndio que destruiu uma viatura comercial avaliada em 30 mil euros, além de danos materiais noutra, em data anterior.
Em comunicado, a PJ refere que o incêndio, provocado com fósforos, ocorreu no dia 29 de Março, ao início da madrugada, em Elvas e o suspeito, que terá agido por vingança étnica, colocou-se em fuga após a prática do crime.
As autoridades referem ainda que o menor em causa, era responsável por um blogue onde divulgava palavras de ordem de incitamento racista e que serviu para a divulgação da acção de incendiar a referida viatura.
O menor foi inquirido, seguindo o processo-crime respectivo para a Autoridade Judiciária competente.
CM

domingo, 1 de agosto de 2010

Quatro bombeiros feridos estão a ser assistidos nos HUC

Quatro dos cinco feridos no acidente de viação envolvendo uma viatura pesada de bombeiros, ocorrido hoje na auto-estrada do Norte, estão a ser assistidos nos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC), segundo fonte hospitalar.

Dois dos feridos, poli traumatizados e ambos do sexo masculino, estavam a ser assistidos pelas 19:30 na sala de emergência do serviço de urgência dos HUC, adiantou a mesma fonte hospitalar.

Outros dois feridos, um homem de 25 anos e uma mulher de 32, estavam a ser submetidos a vários exames, mas o seu estado não inspiraria tantos cuidados, adiantou.

Um outro ferido foi transportado para o Hospital dos Covões, do Centro Hospitalar de Coimbra.

O acidente, que provocou um morto, deu-se hoje à tarde na A1 e consistiu no despiste de uma viatura pesada de combate a incêndios dos Bombeiros Voluntários de Cabo Ruivo.

Destak

Viatura dos Bombeiros do Marco de Canaveses despista-se a caminho de incêndio

Uma viatura de combate a incêndios dos Bombeiros Voluntários do Marco de Canaveses despistou-se por volta das 16h30, na freguesia do Freixo.

O camião, da marca Mercedes Unimog, era um dos melhores veículos da corporação e sofreu alguns danos na carroçaria.

Na altura seguiam cinco bombeiros, que sofreram algumas escoriações ligeiras. Foram socorridos no local por colegas, sendo transferidos para uma unidade hospitalar.

Em declarações ao Jornal A VERDADE, Cláudio Ferreira, presidente da direcção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Marco de Canaveses, lamentou o sucedido, mas destacou: "O importante foi que ninguém sofreu ferimentos de maior, tendo em conta o aparato do acidente". Quanto à viatura, referiu que "esta é de extrema importância para a nossa corporação e segunda-feira vai seguir para reparação".

A Verdade

Despiste na A1 mata segundo comandante de Bombeiros de Cabo Ruivo

O segundo-comandante dos Bombeiros Voluntários de Cabo Ruivo morreu, esta tarde de domingo, na auto-estrada do Norte (A1), e outros cinco bombeiros estão em estado grave, vítimas de despiste da viatura em que seguiam.
A circulação esteve cortada cerca de duas horas na zona da Mealhada.
Segundo fonte do INEM, o acidente ocorreu ao quilómetro 210, no sentido Norte-Sul, entre Oliveira do Bairro e Mealhada.

O carro das vítimas seguia numa coluna que regressava de combate a incêndios e ter-se-á despistado e caído numa ravina.

Os cinco ferido sofreram vários traumatismos: dois com trauma vértebro-medular; dois com traumatismo craniano grave; e um com traumatismo torácico.

No local estiveram duas viaturas médicas e um helicóptero.

Os feridos foram transportados para o Hospital da Universidade de Coimbra e para o Centro Hospitalar.

O trânsito foi cortado no sentido Norte/Sul, entre Aveiro/Sul e Mealhada, às 16.40 horas e foi retomado às 18.30 horas, revelou fonte do Destacamento de Trânsito de Coimbra.

JN