quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Bombeiros de Barrancos Constroem Quartel

Os Bombeiros Voluntários de Barrancos vão construir um novo quartel. Para a obra, que custará 820 mil euros, avançar vai contrariar um empréstimo junto da banca no valor de 260 mil euros.
Para poder começar as obras do novo quartel, a Direcção dos Bombeiros Voluntários de Barrancos (na foto: peditório durante as touradas nas festas de Nossa Senhora da Conceição) , vai contrair um empréstimo junto da banca, no valor de 260 mil euros, verba não candidatável ao QREN, através do Programa Operacional Temático de Valorização do Património (POTV), numa obra que tem um custo total de 820 mil euros.
A edilidade de Barrancos disponibilizou o terreno e “vai também assinar um contrato com os bombeiros, para transferir mensalmente uma verba para ajudar na liquidação do empréstimo”, revelou à Voz da Planície, o presidente da Direcção dos Bombeiros Voluntários de Barrancos, Emílio Dominguez.
De acordo com as palavras de Emílio Dominguez, a obra que inclui um heliporto. “vai iniciar-se ainda este mês e em Dezembro do próximo ano deverá estar concluída”.
A autorização para a contratação do empréstimo de 260 mil euros, junto da banca, vai ser submetida à aprovação dos sócios, no decurso da Assembleia-Geral que a Associação Humanitária barranquense vai promover no próximo dia 17 de Novembro.
Rádio Voz da planície

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Sismo de Magnitude 5.5 Registado ao Largo do Arquipélago dos Açores

Um sismo de magnitude 5,5 na escala de Richter foi registado, esta tarde, a cerca de 440 quilómetros a Sul dos Açores, não tendo sido sentido em nenhuma ilha, avançou a Protecção Civil açoriana à TSF.

De acordo com a Protecção Civil, o abalo ocorreu no mar, com epicentro na crista média atlântica e até ao momento, não há qualquer sinal de que o sismo tenha sido sentido nas ilhas do arquipélago dos Açores.

O Instituto de geofísica norte-americano refere que o sismo ocorreu a uma profundidade de dez quilómetros e a 440 ao largo do arquipélago dos Açores.

Contactada pela TSF, a Protecção Civil açoriana explicou que o sismo não foi sentido em nenhuma ilha do arquipélago, não podendo contudo confirmar a informação norte-americana, segundo a qual o sismo teria tido uma magnitude de 5,5 na escala de Richter.

TSF

Ferido Após Queda de Quarto Andar em Espanha

Um homem ficou ferido, esta quarta-feira, depois de cair do quarto andar de um hotel em San Sebástian, em Espanha, quando participava num simulacro de incêndios.
O acidente ocorreu pouco depois das 11h00 (hora local), quando teve início o primeiro de três simulacros previstos pelos criadores de um novo sistema de evacuação em caso de incêndio, no qual as pessoas devem sair pela janela da casa, deslocando-se até ao chão através de um cabo, presos com um arnês.
Quando um dos trabalhadores do hotel se preparava para descer pelo cabo, o sistema falhou, por causas que estão a ser investigadas, e o homem caiu desde uma altura de 16 metros, sem qualquer apoio.
O operário ficou ferido e encontrava-se consciente quando o colocaram na ambulância para o transportarem até ao Hospital Donostia.
Colegas do acidentado asseguraram que sistema permite que a pessoa seja evacuada através de uma descida lenta até ao solo, tendo sido testado várias vezes sem nenhum problema.
CM

Sabugal: Abaixo-assinado Contra Actuação dos Bombeiros e Protecção Civil

O Movimento de Cidadãos Naturais e Residentes nas Freguesias do Concelho do Sabugal enviou um abaixo-assinado, com 200 assinaturas, ao Ministro da Administração Interna onde manifesta “desagrado e descontentamento” face aos Bombeiros e à Protecção Civil, durante o combate ao incêndio que fustigou o concelho do Sabugal entre 30 de Agosto e 2 de Setembro.
Os subscritores denunciam «as atitudes dos bombeiros, altamente negligenciadas e de absoluto desdém, em relação ao perigo e ao avanço horripilante que o incêndio lograva em direcção às populações, dissipando florestas, culturas, olivais, vinhas, pastagens e um sem número de recursos, que embora pobres, eram o garante do sustento de muitos populares», diz o documento.
António Fonseca, Comandante Distrital da Protecção Civil não se revê nas acusações dos cidadãos e garante que a Protecção Civil e os Bombeiros tudo fizeram para que a catástrofe não tivesse sido maior.
António Fonseca recorda que se todo o trabalho de prevenção tivesse sido feito, quer individual quer colectivo, o fogo nunca atingiria as proporções que tomou.
O Comandante Distrital da protecção Civil sublinha que o combate aos incêndios florestais não é apenas um trabalho dos Bombeiros, mas de todos os cidadãos.
António Fonseca considera que esta atitude por parte de alguns cidadãos não é a mais correcta para com os Bombeiros, que se deslocaram de todo o pais para combater as chamas no concelho do Sabugal.
Rádio Elmo

Loulé Fala Sobre “A Protecção Civil e a Comunidade”

Loulé promove o seminário “A Protecção Civil e a Comunidade”, no dia 20 de Novembro. As inscrições são limitadas.
Estão abertas, até 13 de Novembro, as inscrições para o Seminário “A Protecção Civil e a Comunidade, uma organização do Serviço Municipal de Protecção Civil da Câmara de Loulé.
O encontro, aberto à população em geral, arranca às 09h30, com a sessão de abertura pelo presidente da autarquia louletana, Seruca Emídio. Às 09h45, Manuel João Ribeiro, da autarquia de Cascais, apresenta o painel “Organização do Serviço Municipal de Protecção Civil”.
Patrícia Gaspar, da Associação Nacional de Protecção Civil, irá abordar, às 10h30, o tema “Exercícios – Instrumento fundamental nas actividades de Protecção Civil”. Às 11h10, “O Planeamento de Emergência em grandes eventos” vai estar em destaque, num painel apresentado por Emília Castela, da Câmara Municipal de Lisboa, seguindo-se um debate, às 11h40.
O período da tarde começa às 14h30, com Carlos Martins, docente da Universidade do Algarve, a falar sobre “O Risco Sísmico e o Ordenamento do Território”, enquanto que Isabel Abreu dos Santos, do Instituto Superior de Educação e Ciências vai falar sobre as “Alterações Climáticas”.
O último painel decorre às 15h30, com a intervenção de Manuel Velloso, inspector da Associação Nacional dos Alistados das Formações Sanitárias, sobre “Experiência Internacional em Catástrofes”.
O seminário encerra, após o debate final, com a entrega de certificados de participação. Os interessados podem inscrever-se junto do Serviço Municipal de Protecção Civil da Câmara de Loulé, telefone 289 417 478, fax 289 400 907 ou e-mail smpc@cm-loule.pt.
As inscrições têm um limite de 90 participantes.

Observatório do Algarve

Bombeiros de Riba de Ave Já Têm EIP

Os Bombeiros de Riba de Ave já têm uma Equipa de Intervenção Permanente (EIP). Os cinco elementos estão preparados para intervir em qualquer tipo de situação de emergência. Para integrar a equipa os elementos têm de ter experiência de dois anos como bombeiros e conseguir aprovação numa série de provas.
Os Bombeiros Voluntários de Riba de Ave já têm uma equipa de intervenção permanente. Estas equipas asseguram a prestação de socorro e emergência na área geográfica do município. “Já era bombeiro voluntário, sempre gostei disto e então resolvi optar quando surgiu a oportunidade”, contou Joaquim Sá um dos cinco elementos que integra a equipa de Intervenção permanente (EIP) dos bombeiros ribadavenses.
Aliás, o facto de se tratarem de pessoas que já têm alguma experiência como bombeiros é uma das condições estabelecidas para que se possa ser candidato a integrar as EIP’s. “É uma equipa que está preparadas para intervir em tudo o que é emergência”, adiantou o comandante dos Bombeiros Voluntários de Riba de Ave, Manuel Antunes. Segundo o comandante este tipo de equipas constituem uma “mais valia” para a corporação já que a equipa trabalha em permanência de manhã e à noite. “Estão cá no quartel sempre prontos a arrancar para qualquer situação em que sejam necessários”, afirmou.
Não obstante, para Manuel Antunes o ideal seria que uma equipa destas tivesse vinte elementos o que permitira que houvessem sempre cinco de serviço durante 24 horas por dia. “Se houvesse algo mais grave havia a possibilidade de recrutar os outros”, disse. “Já era bombeiros há 10 anos e como gosto de ajudar a população e ter uma maior cobertura”, notou Salvador Gonçalves acrescentando que gosta de ser “útil” à população.
Salvador era serralheiro de profissão mas com a criação destas equipas viu a oportunidade de se tornar profissional até porque “já há muitos anos que estava a tentar entrar”.Já Luís Abreu confessa que sempre gostou dos bombeiros. Era mecânico de automóveis mas “já passava muito tempo” nos bombeiros e acabei por optar por isto. De resto, a “crise” que se vive na zona também levou a que a opção tivesse mais força.
A crise levou a que a empresa onde trabalhava António Azevedo abrisse falência e, uma vez que já tinha prestado provas decidiu enveredar pelos bombeiros. “Sempre gostei de ser bombeiro e por isso decidi agarrar a oportunidade”, adiantou Rui Filipe que salientou que as provas que têm de fazer para integrar a equipa não são fáceis.
Duzentas equipas até final do ano
A portaria que regula a criação das Equipas de Intervenção Permanente aponta como meta do Governo a criação de 200 equipas até ao final de 2009. O funcionamento destas equipas deve-se à congregação de esforços entre a Autoridade Nacional de protecção Civil, Câmaras Municipais e Associações Humanitárias de Bombeiros. Cada equipa é composta por cinco elementos: chefe de equipa e quatro bombeiros.E, asseguram o socorro na área de actuação do corpo de bombeiros onde estão inseridos no entanto onde exista apenas uma equipa esta poderá actuar fora desta área.
Os bombeiros que se candidatem para integrar a equipa têm de ter entre os 20 e os 40 anos de idade assim como o 12º ano ou equivalente, ser bombeiro há pelo menos dois anos e ter concluído a formação básica para cada uma das categorias. A portaria determina ainda, que os candidatos tenham “robustez física comprovada através da prestação de provas de aptidão para o exercício da função”.
A remuneração destes elementos ficará a cargo da Autoridade da Protecção Civil e a respectiva Câmara Municipal.
Por: Alexandra Lopes (Jornal Entre Vilas)

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Rever Planos Emergência Municipais É Meta Para Protecção Civil

A revisão dos Planos de Emergência Municipais, o aperfeiçoamento do processo contra-ordenacional e o alargamento da rede nacional de radares são metas do Governo nas áreas da protecção civil e segurança rodoviária.
O programa do XVIII Governo Constitucional, ontem entregue na Assembleia da República, refere que o objectivo para 2015 é colocar «Portugal entre os Estados da União Europeia com mais baixas taxas de sinistralidade».
Para tal, o novo Executivo pretende alargar a Rede Nacional de Radares, aperfeiçoar o processo contra-ordenacional, melhorar a fiscalização e promover campanhas de sensibilização e de prevenção rodoviária.
Diário Digital / Lusa

Indivíduo Morre na Via Pública

Um homem de 50 anos morreu, ontem à tarde, segunda-feira, no centro da cidade de Vila Verde, tendo esperado pelo delegado de saúde, no local, durante mais de três horas, provocando a indignação de quem assistiu à situação.
Segundo fonte dos Bombeiros Voluntários de Vila Verde, o alerta para o quartel chegou por volta das 14.50 horas. O condutor ter-se-á sentido mal enquanto conduzia e conseguiu ainda parar a viatura, na Avenida António Sérgio. Na mesma altura, houve alguns transeuntes que se aperceberam da situação e chamaram de imediato os bombeiros.
"Em menos de quatro minutos chegou lá a ambulância do INEM", contou fonte da coporação dos bombeiros. Só que quando lá chegou já outra viatura dos voluntários tinha chegado para levar o doente para o Hospital de S. Marcos, em Braga.
Porém, o doente entrou em paragem cardíaca e, segundo a fonte, durante cerca de meia hora tentaram reanimá-lo. Ao fim de 30 minutos, e uma vez que a vítima não reagia, foi declarado o óbito e, nesta situações, uma vez que a vítima morreu em plena via pública, o corpo só poderia ser levado para a morgue do hospital com a chegada do delegado de saúde que, segundo algumas testeumenhas, terá demorado "mais de três horas a chegar ao local".
Durante todo esse tempo, e uma vez que uma das vias principais estava encerrada, o trânsito ficou caótico, no centro da cidade.
JN

Tavira: Aprovado Projecto Para Protecção Florestal

Preservação das florestas e redução do número de incêndios são os principais objectivos do projecto.
A candidatura apresentada pela autarquia de Tavira ao projecto Life-Informações e Comunicação EEFOREST- “Eficiência e Eficácia das Campanhas de Sensibilização nas Florestas da União Europeia”foi aprovada.
O objectivo principal da iniciativa é preservar as florestas através da redução do número de incêndios. Para o sucesso deste projecto serão feitas campanhas de sensibilização ajustadas à realidade dos diferentes grupo-alvo que pretendem aumentar os conhecimentos relativos à importância e funções da floresta.
O projecto tem o valor de aproximadamente 980 mil euros sendo a comparticipação dos fundos europeus de 50 por cento do total dos custos elegiveis.
Parte desta verba será utilizada para a criação de uma sala de formação/interpretação ambiental, integrada no edifício Solar de Tavira, actualmente em construção.
Para avaliar a eficácia destas campanhas e divulgar os resultados serão feitos relatórios e organizados seminários.
As acções decorrerão ao longo de 54 meses tendo inicio em 2010 e terminando em 2014.
JornaldoAlgarve

Acordo das Lajes: Avançam Novos Projectos de Cooperação

Entre os Açores e os E.U.A no âmbito do Acordo das Lajes Francisco Tavares, representante dos Açores no Acordo da Base das Lajes, realçou na apresentação de um novo conjunto de projectos, que vão ser desenvolvidos entre entidades açorianas e parceiros norte-americanos para o ano 2009-2010, a “estratégia de aprofundamento da cooperação dos Açores com os EUA, focada em áreas prioritárias para o desenvolvimento da Região e coincidentes com a sua própria estratégia de crescimento”.
Francisco Tavares, sublinhou a importância do desenvolvimento de projectos para a “Promoção dos produtos açorianos no Mercado Americano”, “promoção de intercâmbios e da formação de quadros da Região”, investigação no sectores da Agricultura e Pescas e, finalmente, o projecto na área do “Serviço Regional da Protecção Civil e Bombeiros”.
O representante açoriano destacou as vantagens destes projectos, sublinhando, no âmbito da promoção dos produtos açorianos, a expectativa “do aumento da exportação dos nossos bens de qualidade para os EUA e garantir a sua comercialização, através da realização de missões empresariais ou da participação em feiras promocionais em potenciais nichos de mercado”, para os EUA, segundo mercado de destino da produção regional que, “no período de 1992 a 2003, em termos monetários, representou um valor médio de cerca de 25% do total das saídas”.
Francisco Tavares destacou, ainda, o projecto “promoção de intercâmbios e da formação de quadros da Região” que terá “especial enfoque na juventude e no sector do Turismo, através da continuação da parceria com Disney de Orlando, do início de um processo de formação de formadores na School of Culinary Arts da Johnson & Wales University (em Providence) e da realização nos Açores de estágios profissionais para jovens luso-descendentes de ascendência açoriana, estudantes em Universidades dos EUA, que possam acrescentar valor às nossas empresas e entidades.”
"O projecto a desenvolver com o Serviço Regional da Protecção Civil e Bombeiros virá aumentar a qualidade de formação e treino de bombeiros em matérias relacionadas com o salvamento urbano e combate a incêndios, através da criação de um simulador de incêndios em edifícios no centro de Formação do Serviço regional de Protecção Civil e Bombeiros dos Açores”, salientou, finalmente, o responsável açoriano.
AzoresDigital

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Jantar do 5°. Aniversário do Bombeiros.pt

Dia de Todos os Santos: Solidariedade em Dia de Fé

A par da fé e da tradição, a manhã de ontem no cemitério de Monte D’Arcos também foi palco da homenagem que os Bombeiros Voluntários de Braga fazem sempre neste dia aos elementos da corporação que já partiram, bem como do peditório anual do Lions Clube de Braga a favor da Liga Portuguesa Contra o Cancro.
Os bombeiros depositaram flores nas sepulturas do seu ‘talhão’, após a missa das 9.30 horas realizada na capela do cemitério de Monte D’Arcos e celebrada pelo seu capelão, cónego António Macedo.
No final da eucaristia, o presidente dos Bombeiros Voluntários de Braga, António Machado, apelou à solidariedade de todos para ajudar a corporação. “Precisamos da ajuda de todos. Estamos a fazer angariação de fundos há quase um ano. Já corremos praticamente todas as paróquias e depois da sensibilização, no final das eucaristias, estamos a vender rifas à porta das igrejas”, sublinhou António Machado.
E lembrou: “o sorteio realiza-se a 18 de Dezembro e quem quiser comprar rifas pode também deslocar-se ao quartel dos bombeiros ou então no final das eucaristias onde vamos fazendo sensibilização”. António Machado referiu, ainda, que “a angariação de fundos está a correr bem”, esperando, no entanto, “sempre mais”.
As verbas revertem para a compra de material e para as inúmeras despesas da corporação.Sobre a tradicional homenagem, o presidente da associação humanitária admitiu tratar-se de “um momento de grande significado para todos os bombeiros”.
Depois de colocar as flores no ‘talhão’ dos Voluntários, foi tempo também de depositar flores no ‘talhão’ de Sapadores de Braga. Durante a tarde de ontem o destaque foi, ainda, para a procissão organizada pela Irmandade da Santa Casa da Misericórdia de Braga.
Entretanto, o dia de ontem, também, foi marcado pelo peditório anual do Lions Clube de Braga para a Liga Portuguesa Contra o Cancro.
Conceição Fernandes era uma das voluntárias que estava numa das portas do cemitério. “As pessoas aderem a esta causa, porque infelizmente bate à porta de toda a gente”, justificou aquela voluntária. E apesar da crise “as pessoas já vêm a contar e contribuem sempre. Já é um hábito e todos acabam por dar algum dinheiro porque sentem que estão a ajudar uma causa”, confidenciou, ainda, aquela voluntária, também membro do Lions Clube de Braga.
Correio do Minho

Temporal Fez Alguns Estragos

Parte da fachada de um prédio, no centro de Matosinhos, ruiu, ontem, provocando estragos em quatro automóveis. O mau tempo causou vários incómodos na zona do Grande Porto, dando trabalho aos bombeiros, mas sem grandes danos.
A derrocada aconteceu cerca das 13 horas, num prédio de quatro andares na Rua D.João I, em Matosinhos. Nessa rua, uma paralela à Rua de Brito Capelo, no centro da cidade, os tijolos da parte superior da fachada do quarto piso terão descolado e caído para a estrada, onde estavam estacionadas algumas viaturas.
Quatro automóveis ligeiros ficaram danificados."O meu carro foi o que ficou pior", contou ao JN, um dos moradores. "Só quando cheguei a casa, por volta das 13 horas é que vi o que se tinha passado. Os vidros da carrinha ficaram estilhaçados, o tejadilho ficou completamente perfurado e o capot também ficou amassado", explicou António Miguel.
"Foi uma sorte na altura não estar lá dentro ninguém, senão podia ter morrido", acrescentou o morador do primeiro andar.
Os Bombeiros Voluntários de Leixões receberam o alerta às 13.15 horas e estiveram no local com duas viaturas e quatro elementos. "Ainda tivemos que ir com a escada retirar uma parte que estava em risco de ruir", disse fonte da corporação. A Protecção Civil também esteve no local.
Em relação aos prejuízos, o morador António Miguel referiu que o seguro do prédio irá cobrir as despesas com a reparação das viaturas. "Já falei com o condomínio e está garantido que o seguro irá pagar os prejuízos", disse.
O temporal intenso, embora curto, da tarde de ontem provocou apenas estragos de pequena monta. Os Bombeiros Sapadores do Porto receberam mais de duas dezenas de chamadas devido ao mau tempo. Segundo disse ao JN fonte da corporação, trataram-se de situações "pequenas" de desentupimento de boeiros e lavagem de pavimentos.
A situação mais complicada aconteceu na estação de Contumil, cuja passagem subterrânea esteve inundada durante a tarde, impedindo a passagem dos utentes. Os Sapadores do Porto foram alertados às 16.30 horas e, à hora do fecho desta edição, ainda se mantinham no local a retirar a água.
Nas vias de acesso ao Porto, o trânsito fluiu ontem à tarde bem mais devagar - na A3, por exemplo, em vários troços havia pelo menos uma faixa inundada. De manhã, houve acidentes. Na Circunvalação, cerca das 7.30 horas, um choque em cadeia envolveu quatro viaturas ligeiras, provocando apenas danos materiais.
Na VCI, junto à ponte do Freixo, uma colisão entre dois veículos, cerca das 9.30 horas, provocou um ferido ligeiro. Na A4 ocorreu um despite, causando um ferido ligeiro.
JN

Circular Urbana de Guimarães Exige um Reforço das Autoridades

Para tentar reduzir a sinistralidade na circular urbana de Guimarães, as autoridades aumentaram a fiscalização no local. A principal causa dos acidentes é o excesso de velocidade, aliado às más condições climatéricas.
Considerada pela polícia distrital uma das vias com maior número de acidentes, tendo-se registado em Outubro, segundo a PSP, um morto, quatro feridos graves e seis feridos ligeiros, desde há algum tempo que se têm feito inúmeros esforços para a melhoria das suas condições e acessibilidades. A colocação dos separadores centrais é uma das medidas mais aplaudidas pela população e autoridades, esperando-se que, em breve, esteja concluída em toda a circular.
Em declarações ao Jornal de Notícias, Bento Marques, comandante dos Bombeiros Voluntários de Guimarães, defende que "o separador será óptimo para evitar choques frontais". Exemplo disso é a diminuição dos acidentes à saída do hospital após a colocação destes suportes. O comandante dos bombeiros mostra-se satisfeito com a medida tomada.
Embora Bento Marques concorde que o traçado é sinuoso, principalmente nos 800 metros, entre as saídas da Universidade do Minho e de S. Torcato, assegura que os principais responsáveis pelo grande número destas ocorrências são os condutores e as suas atitudes. “O excesso de velocidade está na origem de quase todos os acidentes que acontecem na circular, porque há falta de educação dos automobilistas que não respeitam a sinalização”.
Outro dos pontos que exige um maior trabalho das autoridades é o troço junto a Polvoreira e Nespereira, onde têm havido, nos últimos tempos, bastantes atropelamentos em passadeiras.
Por: Manuel Figueiredo

domingo, 1 de novembro de 2009

Dia de Todos os Santos

Hoje comemora-se um pouco por toda a Europa o dia de Finados. É tempo de reflexão sobretudo por todos aqueles que nos são queridos e já não se encontram no meio de nós, e em especial aqueles que muitas vezes nos ajudaram nos serviços de saúde ou no combate às chamas e que Deus chamou para preencherem um lugar que lhes estava destinado no Céu.
"Aqueles de quem gostamos nunca morrem, apenas partem antes de nós." … (Amado Nervo)

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Acarinhar os Bombeiros

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Setúbal (AHBVS) cumpriu recentemente 126 anos de existência e actividade ininterrupta em prol dos setubalenses, tendo a efeméride sido celebrada através de algumas alocuções alusivas.
Na qualidade de presidente da Mesa da Assembleia Geral desta associação centenária tive oportunidade de, no discurso proferido na sessão solene comemorativa do aniversário, ter referido o papel essencial da sociedade civil e, concomitantemente, do associativismo, no bem-estar e no desenvolvimento das populações.
Setúbal tem tradição, em matéria de associativismo, mas à medida que a cidade cresceu e se descaracterizou, com a vinda de fluxos cada vez maiores de pessoas de fora, perdeu algum desse elan associativo. A verdade é que persiste um número apreciável de colectividades no concelho, mas a realidade é que muitas delas lutam pela sobrevivência, dificilmente conseguem captar sangue novo, e correm o risco de fechar as portas. Em especial as mais antigas, apesar do respeitável peso do seu passado e tradição. Há que renovar métodos, procedimentos e serviços, mas sobretudo mentalidades, pois a cidade de 2009 é radicalmente diferente da que existia em finais do século XIX.
Quanto à AHBVS estão em pleno processo de renovação, aberta aos jovens, e a ideias inovadoras, mas sempre sem perder de vista o essencial, que é dotar o Corpo de Bombeiros de homens e mulheres, material, viaturas e equipamentos que permitam manter a eficácia no combate aos fogos e noutras acções de intervenção e socorro, no âmbito da protecção civil e da saúde das populações, de acordo com as funções e responsabilidades que lhe estão atribuídas.
Todavia, uma associação deste tipo, que se quer acarinhada pela sociedade setubalense, à semelhança da generalidade das suas congéneres por esse país fora, ainda não conseguiu sentir esse apoio em termos de número de associados, o que é pena. Se não forem os habitantes de Setúbal a acarinhar os seus bombeiros voluntários, quem o fará?
Já basta o comportamento vergonhoso, do ponto de vista cívico e institucional, que resulta do facto de as entidades competentes continuarem a reter uma verba de 30 mil euros, a que a associação tem direito, e que foi atribuída há um ano para a compra de um autotanque de grande capacidade, entretanto adquirido.
Por: Brissos Lino

Ricardo Dias Poderá Ser o Novo Comandante dos Bombeiros da Madalena

Divergências entre a direcção da instituição e o comandante Manuel Furtado fazem repensar o comando.
Após algumas semanas de reuniões e de muita agitação no quartel de Bombeiros Voluntários da Madalena a Rádio Pico apurou que Ricardo Dias poderá ser o novo comandante dos Bombeiros Voluntários da Madalena.
Manuel Furtado, o até agora comandante, terminou esta semana a sua comissão, válida por 5 anos, e a direcção dos Bombeiros optou por não reconduzi-lo no cargo, escolhendo um novo comandante e Ricardo Dias foi o nome escolhido.
As divergências entre a direcção da instituição e o comandante Manuel Furtado estavam acentuando-se ao longo dos últimos tempos e este poderá ser o factor principal da escolha de outra pessoa para comandar os Bombeiros da Madalena.
Esta posição, tomada pela direcção dos Bombeiros Voluntários da Madalena, não está a ser aceite pela positiva por alguns dos bombeiros que continuam em luta com a direcção para receber honorários de horas extraordinárias realizadas durante os meses de Verão.
Relembre-se o Governo do Açores atribuiu à Associação de Bombeiros Voluntários da Madalena uma comparticipação de 40 mil euros para apoio às actividades previstas, durante o corrente ano, para a Montanha do Pico.
Atribuída por despacho do secretário regional do Ambiente e do Mar, e publicado em Jornal Oficial, esta comparticipação enquadrou-se no âmbito do protocolo de cooperação que o executivo açoriano celebrou no dia 1 de Junho de 2009 com os bombeiros da Madalena.
O dinheiro chegou à instituição mas não chegou a quem trabalha nela. Os bombeiros chegaram a reunir-se com a direcção várias vezes com vista a resolver a situação mas esta mantêm-se pendente.
Noticias do Picoazores

Socorrer os Bombeiros

A Rui Fernandes considera “urgente repensar o modelo de financiamento público às associações de bombeiros voluntários”, dos decisores políticos as isentarem de certas obrigações fiscais” e destas poderem “beneficiar de custos menores, por exemplo, nos abastecimentos de combustíveis, tal como acontece com alguns sectores de actividade mais específicos”.
O presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Câmara de Lobos (AHBVCL), que falava na cerimónia do 60.º aniversário daquela instituição sublinhou que, só desta forma, será possível aos bombeiros prosseguirem o seu trabalho com empenho e eficácia.
Destacou a ajuda que tem havido por parte da Secretaria Regional dos Assuntos Sociais, do Serviço Regional de Protecção Civil e Bombeiros da RAM e da Câmara Municipal.
Adiantou que estas duas últimas entidades já disponibilizaram o apoio para a aquisição de uma nova ambulância que deverá ser apresentada, publicamente, em breve.
O presidente da Câmara Municipal de Câmara de Lobos, Arlindo Gomes garantiu que a autarquia vai continuar a apoiar aquela instituição cuja “intervenção e ajuda às populações tem sido de uma prontidão e eficácia”, sentimento este que foi comungado pelo tenente-coronel Barbosa, da Protecção Civil.
A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Câmara de Lobos conta com 23 profissionais e 40 voluntários.
Na cerimónia de aniversário decorrida no Quartel de Câmara de Lobos, na qual marcaram presença diversas entidades, foram entregues distinções honoríficas, pela assiduidade e comportamento, aos bombeiros que perfizeram 5, 10 e 15 anos de serviço.
Foi, igualmente, distinguido com o crachá de ouro, o Chefe da Corporação, pelo Conselho Executivo da Liga dos Bombeiros Portugueses. Carlos Carvalho assumiu este cargo em 2001.
Jornal da Madeira

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Bombeiros Pedem Maior Apoio à População

Os Bombeiros de Lousada, tal como o TVS tem vindo a noticiar, iniciaram recentemente um peditório pelo concelho, com o objectivo de angariar verbas para reforçar o parque automóvel.
Apesar de estar a ser encarada com optimismo, José António Oliveira, presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários, adverte para a necessidade de todos os lousadenses, sobretudo, os da vila, darem o seu contributo para uma causa que é de todos.
"No que toca à vila verificamos que algumas pessoas e algum sector comercial não têm correspondido da forma como era esperada. Aguardava muito mais da parte da comunidade porque os soldados da paz têm uma missão a cumprir que é a de prestar auxílio ao próximo. Infelizmente, existem pessoas que pensam que não precisam dos bombeiros para nada", salientou.
Excesso de individualismo
O excesso de individualismo e a inexistência de uma cultura de solidariedade são apontados como sendo dois dos factores que estão directamente relacionados com esta falta de solidariedade. "Existe uma falta de motivação da parte dos cidadãos. Verifico que muita gente deixou de estar tão disponível para ajudar os bombeiros.
Aliás a sociedade tem mudado de carácter. Há uns anos atrás quando acontecia um incêndio a comunidade acorria em massa para ajudar, agora, os populares, inexplicavelmente, ficam de braços cruzados perante a azáfama dos bombeiros. Não existe vontade de participarem activamente nem contribuírem financeiramente ", asseverou.
“Localização do novo quartel deverá ser junto ao hospital”
Retomando uma ideia antiga, o dirigente da associação voltou a insistir na ideia de que urge avançar com a criação de um novo quartel. Segundo José António Oliveira, o actual edifício há muito que deixou de ter condições logísticas para fazer face às necessidades das populações e aos novos desafios que o socorro coloca aos soldados da paz.
"É um sonho que é perfeitamente possível e que acredito que venha a ter o melhor acolhimento por parte das entidades políticas e das forças civis. Não estou a afirmar que este projecto vá ser construído durante o nosso mandato. Sabemos das dificuldades que o corpo operacional vem sentindo no que toca às instalações, ao alojamento dos recursos humanos e do parque das viaturas", anuiu.
Lembrou que a instituição não dispõe de recursos próprios para concretizar tal desiderato pelo que afirmou: "A Câmara, o Governo Civil e o Governo Central terão de assumir este projecto como prioritário. A autarquia irá assumir um papel relevante até porque é proprietária de vários terrenos e poderá conduzir este processo melhor do que ninguém ", esclareceu, salientando que o clima saudável que existe entre ambas as instituições é favorável a uma solução a contento de ambas as partes: "Existe um óptimo entendimento. Conhecemos as limitações financeiras com que o executivo municipal se confronta, mas também sabemos que esta não é uma associação qualquer, pois exerce uma actividade importante em prol da comunidade e é composta por voluntários".
Defendeu que o melhor local para o novo equipamento seria próximo do Hospital da Santa Casa da Misericórdia.
"São cinco os elementos da minha direcção e todos temos opiniões diferentes. Para mim esse é o local ideal porque é um ponto estratégico, com saídas rápidas para a A42, a A11 e a A4", avançou.
Problema do carro de desencarceramento com solução à vista
Quanto à falta de uma viatura de desencarceramento, mostrou-se, uma vez mais optimista para colmatar a situação: "O carro vai aparecer mais depressa do que é de esperar. Sei que existe vontade para resolver o problema, nomeadamente por parte da Câmara e do Governo Civil”.
Jornal TVS

Fogo "Destrói" Natal

Árvores de Natal, bolas, fitas, luzes e estrelas acabadas de chegar enchiam até ao tecto os três armazéns de produtos chineses que foram totalmente destruídos pelas chamas entre a tarde de anteontem e a madrugada de ontem, na zona industrial da Murteira, em Samora Correia, Benavente.
E terá sido mesmo o recheio destes edifícios o principal contributo para um incêndio que demorou doze horas a extinguir e outras tantas até terminarem os trabalhos de rescaldo.
De acordo com o comandante dos Bombeiros de Samora Correia, Miguel Cardia, o fogo começou na terceira das cinco naves que compõem o armazém. "Em menos de vinte minutos as chamas envolveram todo o edifício. Os primeiros bombeiros a chegar ainda tentaram entrar e fazer o ataque ao fogo dentro da estrutura, mas era impossível.
A temperatura era tão alta que até as faixas reflectoras dos fatos de protecção começaram a derreter", recorda o responsável. "Repare que as vigas metálicas ficaram dobradas, o que só acontece com temperaturas de centenas ou milhares de graus centígrados", acrescenta.
"Os armazéns estavam cheios até à boca, pois tinha acabado de chegar uma remessa de produtos de Natal que ainda não tinha sido distribuída para as lojas." Zheng Ding Pao, o único comerciante chinês que aceitou falar com o Correio da Manhã, lamentou o sucedido. "Estou aqui há quatro anos e nunca tinha acontecido nada parecido. Perdemos tudo. Agora não sei se vamos ter material de Natal para fornecer às lojas."
A secção de investigação de incêndios da Judiciária de Lisboa está a investigar as causas deste fogo.
CM

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

10 Mil Bombeiros Querem Ser Vacinados de Imediato

A campanha da vacinação contra a gripe A arrancou há dois dias mas os bombeiros ainda não sabem quando vão ser vacinados nem quantos vão receber a Pandemrix.
Duarte Caldeira, presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, defende que dos 38 mil bombeiros "entre voluntários e sapadores que prestam serviço nas corporações de todo o País" devem ser vacinados dez mil, ou seja, aqueles que fazem o socorro permanente à população.
Para já, só os bombeiros que integram as tripulações das ambulâncias do INEM começaram a ser imunizados.
"Os bombeiros querem saber quando vão ser vacinados e já colocámos essa questão à Direcção-Geral da Saúde mas não temos informação. Disseram-nos para aguardar alguns dias", explicou Duarte Caldeira.
CM

"Açor 092" Testa Resposta dos Agentes de Protecção Civil em Caso de Catástrofe Natural

Exercitar capacidades de coordenação e averiguar as respostas dos agentes de protecção civil aquando da passagem de um furacão, são os objectivos do exercício “Açor 092”, promovido pela Secretaria Regional da Ciência Tecnologia e Equipamentos, através do Serviço Regional de Protecção Civil e Bombeiros dos Açores (SRPCBA) e o Comando Operacional dos Açores (COA).
O exercício, que decorrerá nos próximos dias 30 e 31 de Outubro e 1 de Novembro, na Ilha Terceira, pretende testar a resposta coordenada dos diferentes agentes à passagem de um furacão, provocando múltiplos acidentes, do mais variado tipo.
O cenário do exercício será modulado pelo Instituto de Meteorologia, que simulará as condições de passagem do furacão Varadero.
O exercício vai ainda permitir o teste do Plano Municipal de Emergência de Angra do Heroísmo e testar a resposta à emergência dos Serviços Municipais de Protecção Civil de Angra do Heroísmo e Praia da Vitória.
Refira-se ainda que outro dos exercícios previstos, o teste do Plano Multivítimas do SRPCBA, organizado em conjunto com o Plano de Emergência Externo do Hospital do Santo Espírito de Angra do Heroísmo, permitirá aferir a capacidade de resposta do sistema e a adequabilidade de um reboque concebido para dar resposta a este tipo de incidentes.
No decurso do exercício será montado um campo de desalojados onde participam, de forma activa, a Cruz Vermelha Portuguesa e o Regimento de Guarnição n.º 1.
Participam no exercício 24 entidades, das quais se destacam uma significativa força de bombeiros provenientes de várias ilhas do arquipélago. O Exército e a Força Aérea, através do COA, darão apoio logístico e de transportes aos executantes do exercício.
Os figurantes serão escuteiros dos diferentes agrupamentos do Corpo Nacional de Escutas da Ilha Terceira e do Regimento de Guarnição n.º 1.
Como observadores participam ainda, a convite do SRPCBA, observadores da Região Autónoma da Madeira, do Continente e de outras ilhas dos Açores, para efectuarem uma avaliação, in loco, do exercício.
O dinamismo de planeamento, entre o SRPCBA e as diferentes entidades, permitiu já um significativo ganho de causa na coordenação entre diversas equipas, indispensável numa situação de emergência.
No dia 1 de Novembro de 2009, pelas 15H00, na zona balnear da Freguesia dos Biscoitos, será efectuada uma apresentação sobre o exercício e a uma demonstração de capacidades dos meios envolvidos, nomedamente Bombeiros e Forças Armadas.
Açores.net

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Último Adeus a Rui Veiga

Infelizmente, mais uma vez divulgamos uma notícia desagradável.
O nosso amigo e colega Rui Veiga, dos Voluntários de Freixo Espada á Cinta, faleceu no passado dia 26 de Outubro, vitima de doença súbita.
"Aqueles de quem gostamos nunca morrem, apenas partem antes de nós."
(Amado Nervo)
Os blog's bombeirosparasempre e o bombeirospontopt juntos se associam a este momento de dor e de luto que certamente reinará no seio dos bombeiros de Portugal.
Perder uma peça do puzzle significa sempre que o mesmo fique incompleto...

(in bombeirosparasempre)

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Bombeiros Voluntários de Setúbal Lamentam Pouco Apoio do Estado

Os Bombeiros Voluntários de Setúbal lamentam que “não haja mais apoio” por parte do Estado. José Luís Bucho, presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Setúbal (AHBVS), que celebrou 126 anos de existência, refere que têm perguntado à administração central quando serão abertas novas candidaturas para a aquisição de material, mas que esta “nunca sabe quando”.
Além disso, quando há candidaturas abertas, essas “já estão comprometidas”. No entanto, apesar de sublinhar que o material e o equipamento “nunca é suficiente”, José Luís Bucho realça que os voluntários de Setúbal “renovaram praticamente toda a frota em dois anos”.
José Luís Bucho lembra que, desde que o plano nacional de reequipamento de bombeiros terminou, que os critérios de atribuição de novo equipamento são “desconhecidos”. Por isso, ironiza ao referir que não sabe se é “pela cor do cabelo do presidente ou pela altura do comandante” que o equipamento é distribuído, sublinhando que apenas “gostava de conhecer os critérios”.

Assim, o “reforço da capacidade operacional” da AHBVS foi feito com a aquisição de “uma série de equipamentos de apoio e protecção individual ou com um novo veículo de combate a incêndios florestais”. Contudo, José Luís Bucho destaca que esta estratégica é feita em “complementaridade com os bombeiros sapadores de Setúbal, para não haver duplicação” de esforços.
Assim, o presidente da AHBVS aponta “uma série de equipamentos” dos quais o concelho continua “carente”, nomeadamente mais um carro de comunicação, uma viatura de desencarceramento de pesados, ou a necessidade de ter mais capacidade de transporte de água.

Em relação aos meios humanos, José Luís Bucho revela que os números estão “dentro dos quadros de aprovados”, que são de 82 elementos e que está “quase completo”. No entanto, realça que é “bom vir sempre mais gente”, até porque os bombeiros voluntários estão “sempre abertos a mais inscrições”.
Apesar de actualmente estarem a “chegar mais jovens com habilitação superior”, o presidente da AHBVS aponta que “a franja entre os 25 e os 40 anos não chegam aos bombeiros”, o que pode ser o “reflexo” da sociedade actual, em que “a solidariedade não tem andado no topo das prioridades da população”.

Em relação à polémica que surgiu após a sua tomada de posse como presidente da AHBVS e com a posterior saída de José Picoto, então comandante dos bombeiros voluntários, José Luís Bucho garante que está tudo resolvido, considerando que foi um processo “natural”. “Sempre que há mudanças em qualquer organização, há quem as aceite e quem não as aceite”, acrescenta.
Quanto ao futuro da AHBVS, o presidente destaca que o objectivo passa por “continuar a manter o corpo operacional e equipado, para a cumprir a sua missão de forma eficaz”, revelando que existem ideias para vários projectos, “alguns em via de concretização”, mas que prefere não adiantar muito sobre eles porque “o segredo é a alma do negócio”.
Setúbal na Rede

Siza Desenha Primeiro Quartel de Bombeiros

Garantido o financiamento, os Bombeiros Voluntários de Santo Tirso, que há anos vivem apertados na velha sede da associação, vão, finalmente, ter casa nova em 2010. E será o primeiro quartel a que Siza Vieira dá forma.
Se o projecto consta, por isso, dos desafios do arquitecto? O próprio desmistifica a questão, em telegráfica resposta ao JN, via e-mail: "A atenção a prestar é idêntica à de qualquer tipo de edifício: programa e contexto. Como em qualquer projecto, existe um programa claro e regulamentação específica a cumprir", escreveu.
Com mais do triplo da área actual, a nova casa dos "Vermelhos", como é conhecida a corporação de Santo Tirso, será erguida num terreno de 3800 metros quadrados, pertencente à Quinta de Geão e cedido pela Autarquia (além de um subsídio de 200 mil euros).
Ficará na Rua do Arco, junto à Biblioteca Municipal e perto da EN 104, o que facilitará a mobilidade. Vai custar 1,1 milhões de euros, dos quais 70% estão assegurados por fundos do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), e será "um quartel e mais qualquer coisa", sorri Joaquim Souto, comandante dos bombeiros, admitindo que a assinatura de Siza é "uma mais-valia".
O comandante dobra e desdobra a planta: "Aqui, vai ficar a sala de reuniões, ali o gabinete de comando, da direcção, a sala de formação, uma das camaratas…", desfia. O papel deixa-lhe nos olhos o rasto de um brilho tímido. "Em termos operacionais, está concebido de acordo com as necessidades actuais", orgulha-se. Que passam, entre outras, por mais camaratas e um espaço para a formação dos soldados da paz que é feita como se pode. "O que podemos fazer ao ar livre, aí vamos nós. Ou, então, é cá dentro".
Joaquim Souto convida a uma visita pelos 400 metros quadrados da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Santo Tirso, erguidos em 1934, por altura do 56º aniversário da instituição. Há o desafogado salão nobre, pintado de branco e rosa e que, com ténues reminiscências de Arte Déco (movimento artístico surgido em meados dos anos 1920), serviu, em tempos, para teatros, bailes e festas da sociedade tirsense. E a cantina, as pequenas salas de comunicações e o rés-do-chão, "que nem para metade das viaturas dá", informa Joaquim Souto, apontando para os cerca de 13 bólides milimetricamente arrumados e, depois, para a Praça Conde de S. Bento, onde outros tantos têm de ficar aparcados.
Um constrangimento que os 1400 metros quadrados do futuro edifício se encarregarão de resolver. As novas instalações, que deverão ficar prontas no final de 2010, trarão, ainda, duas novidades aos Voluntários de Santo Tirso: uma oficina - "para nós é bom, porque passamos a poupar muito dinheiro nos arranjos", aponta Joaquim Souto - e uma camarata feminina.
O comandante regressa à velha sede: "Aqui, não há. Temos bombeiras que gostariam de fazer serviço nocturno, mas não existem condições". E, de qualquer forma, o dormitório é, como tudo o resto, insuficiente. "Este ano, na altura do Verão, tínhamos 18 pessoas, no mínimo, a dormir por noite. O que é que a gente faz? Improvisa: pusemos uns beliches no espaço onde funciona o gabinete médico", conta Joaquim Souto.
JN